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Festas, Feiras e Romarias de antigamente

«A romaria da serra do Pilar é das mais concorridas. Fazem-se ali mercados e as raparigas do Porto e arrabaldes improvisam bailes em que também volteiam os soldados da fortaleza. A tradição conserva-se para as feiras e para o foliar naquele canto pitoresco da paisagem, onde há tantos anos se faz a romaria. Este ano, como de costume, foi enorme a concorrência, tendo-se feito excelentes negócios e magníficas transações
Inquestionavelmente, é a terra de Entre-Douro e Minho a que oferece aos olhos estáticos do turista as mais lindas e variadas paisagens portuguesas, e que procria a gente mais divertida, mais foliona, mais alegre de todos o país. Foi talvez observando os usos e costumes das povoações do Norte que os franceses engendraram esse velho e tão verdadeiro provérbio: «Les portugais sont toujour gais».
A feira de Santo António em Vinhais é das mais concorridas, pois de muitas léguas em redondo vem gente para as transações no excelente mercado. Com bailes e descantes decorrem as festas tradicionais em que se desafogam os espíritos e se fazem bons negócios.
As Festas de Nossa Senhora da Piedade, cujo dia principal é 8 de Setembro, são uma tradição antiga da vila de Odemira, mobilizando os odemirenses que assim prestam homenagem à padroeira da terra, cuja actual capela foi construída em princípios do século XX.
É no 3º Domingo de Setembro que se realiza, em Espinho, a Romaria de Nossa Senhora d’Ajuda. O culto e a devoção a Maria, Mãe de Deus, sob a invocação de Nossa Senhora d’Ajuda, segundo a tradição, terá nascido com a própria localidade.
«Não acaba a tradição. Por toda a província continuam as romarias com o mesmo cenário de sempre com as suas transações e os seus devotos. A do Senhor da Pedra fez-se como em todos os anos tendo uma enorme concorrência.»
«De 4 a 6 do corrente, com o máximo esplendor, realizou-se em Mirandela a festa à Senhora do Amparo; a procissão foi deveras imponente, não se faz nenhuma com mais brilho e grandeza na província de Trás-os-Montes. Houve arraial e lindas iluminações sobre o Tua
Nos finais do século XIX e começos do século XX, a romaria ao Senhor da Serra que se realizava na localidade de Belas, no concelho de Sintra, foi uma das mais afamadas e concorridas que então ocorriam nos arredores de Lisboa.

«A feira de Agualva foi pitoresca e chamou gente. Fazia-se negócio, ouvia-se ruído de vozes em disputa, os mendigos lamuriavam pelos caminhos onde os maiorais passavam conduzindo o gado. Ao fim a paisagem verdejante, a vida campestre em toda a sua plenitude, ranchadas que vinham de longe, canções que se perdiam nas quebradas
Perde-se nos tempos a origem das feiras enquanto local onde os povos efectuavam as suas transacções e adquiriam bens que necessitavam e não produziam em troca dos seus próprios produtos, dando origem a uma classe de mercadores que passaram a viver exclusivamente dessa actividade.

«As festas da Senhora dos Remédios em Lamego chamam muita concorrência das freguesias vizinhas que à sombra das árvores seculares faz os seus bailaricos e entoa os seus descantes em louvor da imagem e num culto tradicional. (...)»

Fim de Tarde com Folclore - Vila Nova de Cerveira


Fim de Tarde com Folclore - Vila Nova de Cerveira
No próximo sábado, dia 8 de Agosto, pelas 18h00, no Terreiro de Vila Nova de Cerveira, vai realizar-se um “Fim de Tarde com Folclore”. De acesso livre, esta iniciativa é organizada pela Câmara Municipal e conta com a participação do Rancho Folclórico “Dança na Eira” de Newark (Estado Unidos da América) e o Rancho Folclórico Infantil de Gondarém, de Vila Nova de Cerveira.

Vai ser um verdadeiro momento de louvor aos valores etnográficos e tradicionais interpretados por gentes que recordam a terra – emigrantes em Newark - e por gentes que vivem na terra – comunidade de Gondarém. Este ‘Fim de Tarde de Folclore’ promove a defesa do património cultural e a salvaguarda de uma memória coletiva que rompe fronteiras e distâncias. Através das danças e dos cantares, dos trajes e dos usos e costumes, este convívio folclórico além-fronteiras homenageia os emigrantes alto-minhotos que não esquecem o amor à terra que os viu nascer, continuando a prestar um apoio notório e significativo nas mais variadas áreas.

Criado em 2008, o Rancho Folclórico “Dança na Eira”, de Newark – cidade norte-americana que acolhe um grande número de cerveirenses -, é um exemplo de preservação e promoção das tradições e nome de Cerveira. Integrado na Fundação Bernardino Coutinho, o grupo composto por 90 elementos tem duas vertentes, infanto-juvenil e adulta, sendo dirigido por Denis Cavadas. Os seus trajes femininos adultos, onde dominam o preto e o roxo, espelham a beleza das mordomas de Santa Marta de Portuzelo (Viana do Castelo - Minho); já os das dançarinas mais pequenas fazem alusão às tradições festivas que simbolizam a zona também minhota de Arcos de Valdevez. Os elementos masculinos vão buscar inspiração, em termos de vestuário, ao traje tradicionalmente domingueiro da mesma zona de Portugal.

Por sua vez, e procurando incutir as tradições nas novas gerações, o Rancho Folclórico Infantil de Gondarém é fruto de um projeto educativo, elaborado no ano letivo 2000/2001, em parceria com a Autarquia e a Comunidade Educativa, criando assim sua secção infantil “Rancho Folclórico Infantil de Gondarém”. No dia 25 de Abril de 2001 foi constituída a Associação com a denominação de Rancho Folclórico Infantil de Gondarém. Com o crescimento das crianças e o surgimento de outras, este Rancho passou a Rancho Infantil e Juvenil, e tem atuado em festas e festivais de Norte a Sul do País e no estrangeiro.
Fonte: Gabinete de Comunicação e Imagem do Município de Vila Nova de Cerveira

Mercado Tradicional "O Feirão"


No próximo dia 4 de Julho, a Praça Guillemó, na capital do Principado de Andorra, acolherá a segunda edição do Mercado Tradicional “O Feirão”, uma iniciativa do Grupo de Folclore “Casa de Portugal”, que começa a ser já uma tradição.

A partir das 11h, os assistentes desta magnífica mostra cultural poderão desfrutar da gastronomia portuguesa, provar vinhos e licores caseiros, adquirir os melhores produtos hortícolas, assim como apreciar o artesanato português até às 16h, momento em que os elementos do Grupo de Folclore “Casa de Portugal” farão uma apresentação de danças tradicionais.

Enquadrados numa feira de meados do século XX, os membros do Grupo, trajados com a roupa regional, proporcionarão alguns momentos de distração com danças e cantares tradicionais, enquanto os visitantes passeiam pelas 5 zonas temáticas.

Esta iniciativa cultural conta com a colaboração do Comú (Câmara) de Andorra la Vella e as atividades serão difundidas pela internat através da Rádio Ondas de Portugal.



Feira de Maio em Azambuja: a mais castiça do Ribatejo!


Feira de Maio em Azambuja: a mais castiça do Ribatejo!
Vai realizar-se, na Vila de Azambuja, entre os dias 28 de Maio e 1 de Junho, a centenária FEIRA DE MAIO – a mais castiça das Festas Ribatejana.

É, sem dúvida, o Ribatejo no seu melhor, durante cinco dias de muito convívio e festa brava!

Embora a inauguração oficial da feira esteja marcada para as 17 horas, na Praça do Município, e à qual se vão juntar os campinos, a fanfarra dos Bombeiros Voluntários de Azambuja e os elementos das tertúlias, a festa arranca em força na quinta-feira (28), dia dedicado às Tertúlias. Depois de uma animada vacada, pelas 10h30, à uma da tarde o Jardim Urbano da vila enche-se de juventude e alegria com o almoço convívio das Tertúlias. Às quatro da tarde, as já ornamentadas ruas de Azambuja ganham ainda mais cor e vida com o desfile das tertúlias, envergando as suas  camisolas e lenços bem garridos.

Após a cerimónia oficial de inauguração, segue-se a abertura, no Campo da Feira, do pavilhão do Artesanato e das Atividades Económicas e da “Praça das Freguesias”, que volta a concentrar atenções ao longo dos 5 dias da Feira de Maio. Esta praça assume-se, efectivamente, como o grande palco da ótima gastronomia regional e da animação, com toda a riqueza cultural de cada uma das sete Freguesias do Concelho de Azambuja.

As tasquinhas estarão a cargo de diversas associações e instituições de solidariedade, e de sexta-feira a segunda-feira estarão abertas entre o meio-dia e as 24 horas. As coletividades desportivas e recreativas garantem a animação das noites com as suas manifestações artísticas.

A primeira entrada de toiros pelas ruas da vila acontece às 19h00. À meia-noite, os caminhos vão dar ao Páteo Valverde, para um espetáculo com o trio Fado Marialva. Este dia encerra com a Mesa da Tortura, prova de resistência e bravura na Praça de Toiros Dr. Ortigão Costa.

A sexta-feira continua a constituir um dos maiores cartazes da Feira de Maio, com a Noite da Sardinha Assada. Tudo começa às 21h00, com o cortejo de campinos com o gado pelas ruas da Vila à luz de archotes, seguido da habitual largada de toiros. A partir da meia-noite acontece a distribuição gratuita de sardinhas, pão e vinho nos Largos do Rossio, da Fonte de Santo António, de Palmela, dos Pescadores e também na Praça do Município. Na noite mais animada não faltarão o fado vadio, a música itinerante e vários arraiais até ao romper do dia. Às três da madrugada, animação popular ao rubro com a cantora Rebeca na Praça do Município.

Sábado é o Dia do Cavalo. Encontro marcado na Várzea do Valverde, onde a partir das 15 horas os campinos mostram todas as suas capacidades nas provas de campo, com a condução de Jogos de Cabrestos, Condução de Cabresto e Prova de Perícia. A animação da noite terá uma romaria a cavalo pelas tertúlias da vila, às 21h30, e a Mesa da Tortura, na Praça de Toiros Dr. Ortigão Costa, às duas da madrugada. A atração musical será o grupo HMB que atuará no Páteo Valverde, quando for meia noite.

Na manhã de domingo, Dia do Campino, vive-se o momento mais solene, a tradicional Homenagem ao Campino, na Praça do Município, pelas 09h30. Todos os campinos veem o seu valor reconhecido na figura de um dos campinos que dedica a sua vida aos cavalos e aos toiros e há mais anos colabora na Feira de Maio. Este ano, o homenageado será o Campino Carlos Alves da Silva. Às 11h00, terá lugar na várzea uma prova regional de equitação de trabalho para cavaleiros iniciados. Destaque, igualmente no domingo, para a tradicional Corrida de Toiros à Portuguesa, pelas 17h00, na Praça de Toiros Dr. Ortigão Costa. Atuarão os cavaleiros Joaquim Bastinhas, Tito Semedo e Sónia Matias, e os forcados amadores de Cascais, do Ribatejo e de Azambuja.

Na última manhã da feira, segunda 01 de junho, o Dia da Criança comemora-se com “Feira na Vila”. As crianças do 1º ciclo do Ensino Básico visitam tertúlias e participam em várias atividades culturais e recreativas. Às cinco da tarde, antes da última espera de toiros, procede-se à entrega de prémios às melhores ornamentações de largos, janelas ou fachadas, e montras, na Praça do Município.

Finalmente, importa dar o devido destaque às largadas de toiros, diárias, que constituem um dos principais ingredientes da festa: quinta-feira, às 19h00; sexta-feira, a grande noturna, às 22h00; sábado, às 18h30; domingo, às 10h30; e a última, segunda-feira, às 18h30.
 
 

XV Feira Rural em Paranhos À Moda Antiga


XV Feira Rural em Paranhos À Moda Antiga
Nos próximos dias 30 e 31 de Maio de 2015, vai realizar-se, em Paranhos – Porto, a “XV Feira Rural em Paranhos À Moda Antiga” e também a “VII Feira das Tradições”, numa verdadeira viagem de regresso ao passado.

Na iniciativa, organizada pelo Rancho Folclórico de Paranhos, em parceria com a Junta de Freguesia de Paranhos, vão estar presentes cerca de 60 representantes de grupos folclóricos e artesãos que deliciam todos os que por lá decidam passar.

De vários pontos do país irão chegar, nesse fim-de-semana, no emblemático Jardim Arca D'Água, algumas dezenas de grupos trajados como antigamente e expondo, para venda, os mais variados produtos das suas terras: fruta, legumes, doces, queijos, enchidos, petiscos, vinhos e artesanato são alguns exemplos daquilo que poderá ser encontrado nesta Feira. Também poderão ouvir os tocadores de concertina e os cantares ao desafio.

No Festival de Folclore, a realizar no dia 30 de Maio (Sábado) pelas 21h30, darão mostras das suas tradições e irão marcar a noite com alegria os seguintes grupos:

  • Rancho Folclórico e cultural da Boavista - Portalegre
  • Grupo Folclórico da Região de Arganil - Coimbra
  • Rancho Folclórico de Ferreirim  – Lamego
No dia 31 de Maio (Domingo), a partir das 15h00, a animação estará a cargo de:

  • Grupo de  Cavaquinhos do Porto
  • Fadista Francisco Moreira “ KIKO”
O Grupo organizador pretende, assim, recriar as antigas Feiras que, naquele local, eram realizadas há mais de 100 anos.

A maioria das pessoas costuma participar nesta iniciativa pelo convívio e pela curiosidade de ver a recriação de uma Feira Rural.   

O Rancho Folclórico de Paranhos orgulha-se, pois, de organizar este evento, apesar de todo o esforço, sacrifício e empenho necessários.

A participação nesta iniciativa permitirá viver um fim-de-semana diferente e desde já a organização transmite uma palavra de gratidão a todas as pessoas que por lá irão passar.

Valença celebra a chegada do mês de Maio


Valença celebra a chegada do mês de Maio
Valença, bem no norte de Portugal, celebra a entrada em Maio com a maior Mostra de Maias do país, distribuídas pelas portas, janelas e fachadas da cidade, entre 30 de abril e 3 de Maio. Durante 4 dias, Valença vai, assim, apresentar-se colorida, cheia de flores campestres, e revivendo uma tradição secular.

Nas lojas comerciais, edifícios públicos, rotundas, jardins e portas da Fortaleza, as "maias", (coroas de flores) com os mais diversos tamanhos e arranjos artísticos, vão dar um colorido especial à cidade, completado pelos tapetes floridos, com flores campestres, na Praça da República, na Fortaleza.

Quem visitar Valença pode, também, participar na campanha “Compras com Maias” que habilita a vales de compras no comércio tradicional, com prémios de 250, 150 e 50 euros, para que quem fizer compras, superiores a 20 euros, entre 30 de Abril e 31 de maio, nos estabelecimentos aderentes.

As giestas, os verdes, as flores campestres e alguns materiais recicláveis vão dar uma cor primaveril às principais ruas de Valença. Por todo o concelho, muitas outras Maias e raminhos de giesta vão enfeitar as varandas, os portões e as viaturas.

Valença revive há já alguns anos, assim, a mais antiga festa de celebração da Primavera e do novo ano agrícola, com as “Maias”. Uma expressão viva da tradição e cultura popular que Valença tem vindo a recuperar nos últimos anos.

A par da mostra de Maias decorrerá a Feira de Artesanato Urbano, na Praça da República, em 3 de maio, a exposição Reptigália, no Museu do Bombeiro, entre 1 e 18 de maio, a Feira de Antiguidades e Velharias, no Mercado Municipal, em 3 de maio, entre outras atividades desportivas e recreativas.

XX Feira Rural Portuguesa - Federação do Folclore Português


XX Feira Rural Portuguesa
XX Feira Rural Portuguesa

01, 02 e 03 de Maio de 2015

Vai realizar-se, nos próximos dias 1, 2 e 3 de Maio, no Parque Santa Maria Adelaide, Arcozelo (Vila Nova de Gaia) a XX Feira Rural Portuguesa, onde estarão presentes cerca de 80 Grupos de Folclore de quase todas as Regiões Etnográficas do País.

A Feira Rural Portuguesa é cada vez mais um ponto de referência para os milhares de visitantes que procuram reviver tempos passados.

Durante os três dias da sua realziação, estima-se a presença de 20.000 visitantes, que poderão ver e saborear as diversas iguarias e deliciar-se com a mais variada gastronomia tradicional Portuguesa. Ao mesmo tempo, poderão apreciar e adquirir produtos artesanais, bem como assistir a diversas animações no recinto da feira.

Esta iniciativa conta com o apoio da Junta de Freguesia de Arcozelo e Câmara Municipal de Vila Nova de Gaia.

Programa da Feira

Sexta-feira - 1 de Maio

16h30 - Atuação do Rancho Folclórico de Santa Luzia de Airães - Felgueiras

18h30 - Atuação do Rancho Folclórico do Divino Espírito Santo - Vila Nova de Gaia

21h30 - Atuação do Grupo Folclórico "Os Fogueteiros de Arada" - Ovar

22h30 - Atuação do Rancho Regional de Fânzeres - Gondomar

(Depois da sua atuação, cada Grupo irá fazer um workshop de dança onde o público poderá participar)

Sábado - 2 de Maio

16h30 - Atuação do Rancho Típico de Esposade - Matosinhos

17h30 - Receção das Entidades Oficiais e convidados na Sede da Federação do Folclore Português

17h30 - Visita oficial à Feira

18h00 - Atuação do Grupo Folclórico da A.C.R. de Vale Domingos - Águeda

21h00 - Atuação do Rancho Folclórico da Casa do Povo de Souselo - Cinfães

22h00 - Atuação do Grupo Folclórico "O Cancioneiro de Cantanhede" - Cantanhede

23h00 - Atuação do Grupo de Danças e Cantares Regionais do Orfeão da Feira - Santa Maria da Feira

(Depois da sua atuação, cada Grupo irá fazer um workshop de dança onde o público poderá participar)

Domingo - 3 de Maio

16h00 - Atuação do Rancho Regional de Argoncilhe - Santa Maria da Feira

17h00 - Atuação do Rancho Folclórico das Lavradeiras da Trofa - Trofa

(Depois da sua atuação, cada Grupo irá fazer um workshop de dança onde o público poderá participar)

Em simultâneo, irá estar patente, nas instalações da Sede da Federação do Folclore Português uma Exposição de fotografias intitulada "Gente do Folclore Português". Horário da exposição: 15hOO às 19h30

Produtos à venda na Feira: Doçaria | Enchidos | Frutas e Legumes | Gastronomia | Queijos | Artesanato | Tecidos

cinANTROP - Festival Internacional de Cinema Etnográfico


cinANTROP - Festival Internacional de Cinema Etnográfico
Ourém recebe a terceira edição do cinANTROP - Festival Internacional de Cinema Etnográfico, a realizar nos dias 28, 29 e 30 de abril e 02 de maio, com sessões às 14h30 e 18h00, no Museu Municipal de Ourém – Casa do Administrador.

Este Festival, um projeto pioneiro de Bruno Gaspar e que remonta a 2013, nasceu com o objetivo de elevar o cinema documental e etnográfico, com especial enfoque para o Festival de Curtas Metragens, com o Prémio António Campos para ser atribuído aos melhores projetos apresentados por qualquer participante.

As sessões, deste que é o primeiro festival de cinema etnográfico na Península Ibérica, decorrerão em simultâneo com os concelhos da Batalha, Leiria e Marinha Grande, tem como objectivo criar uma região que se quer como capital do cinema etnográfico de Portugal e pretende preservar e promover a identidade dos municípios através do cinema.

Os filmes abordarão  temáticas como a dimensão turística, o património natural e edificado, a história, as tradições, a cultura material e imaterial dos concelhos envolvidos.

São muitas as parcerias do festival, que lhe darão inclusive projeção internacional a partir da colaboração com outros festivais.

PROGRAMA

28 de abril – 14h30 | M/12

- PASTORPOLIS (Joaquim Dâmaso e Manuel Leiria – 12m)

- DO MAR AO FADO (Sílvio Espalha – 20m:29s)

29 abril – 14h30 | M/12

- MORCELA DE ARROZ (Ricardo Portela, Sofia Mota, Joel Rainho - 12 minutos)

- CURA (Pedro Alves – 17 m_25s)

30 abril – 18h00 | M/12

- QUE ESTRANHA FORMA DE VIDA (Pedro Serra – 108 m)

2 maio – 18h | M/12

- NAS TRIBOS DO VALE DE OMO – Etiópia (Érico Hiller - 3 minutos)

- MANUEL LIMPINHO (Silvino Espalha – 9m:30s)

- GENTES DA PRAIA DA VIEIRA (fotos da ECO – 1m:29s)

- UMA VIDA MAIS SIMPLES (Inês Alves – 39 minutos)

- A VIDA QUE SÓ A GENTE OUVE FALAR (Júlia Tami Ishikawa – 20min)

 Acesso gratuito

Romaria a Cavalo Moita – Viana do Alentejo


A Romaria a Cavalo Moita – Viana do Alentejo - grupo de cavaleiros
É já na próxima quarta-feira, dia 22 de Abril, pelas 9h00 que vai ter início mais uma edição da Romaria a Cavalo Moita – Viana do Alentejo. Os romeiros partem do Pavilhão Municipal de Exposições, na Moita, rumo à Igreja Paroquial da Moita e, após a bênção da imagem de Nossa Senhora da Boa Viagem, seguem para Viana do Alentejo.

A Romaria a Cavalo Moita – Viana do Alentejo é, sem dúvida, uma das maiores iniciativas equestres nacionais que, após um interregno de mais de 70 anos, voltou a realizar-se em 2001, recuperando a tradição dos lavradores da Moita, que se deslocavam com os seus animais ao Santuário de Nossa Senhora D’Aires, para pedir proteção e boas colheitas.

Como habitualmente, o percurso será feito pela antiga Canada Real, mais conhecida por Estrada dos Espanhóis. Os romeiros vão pernoitar nas localidades de Poceirão, Casebres e Alcáçovas, e a chegada a Viana do Alentejo, um dos pontos altos da romaria, deverá acontecer por volta das 17h30 do dia 25 de abril.

A XV edição da Romaria a Cavalo Moita – Viana do Alentejo é dinamizada por uma Comissão Organizadora (Associação dos Romeiros da Tradição Moitense, Associação Equestre de Viana do Alentejo e as Câmaras Municipais da Moita e de Viana do Alentejo) e conta também com o apoio das entidades regionais de turismo do Alentejo e de Lisboa e Vale do Tejo.

As inscrições para participar na Romaria a Cavalo Moita – Viana do Alentejo ainda podem ser efetuadas através da Divisão de Atividades Económicas da Câmara Municipal da Moita (Largo Dr. Joaquim Marques Elias, na Moita; telefone 210 816 910).

Acompanhe a Romaria a Cavalo Moita – Viana do Alentejo na página do facebook .

Páscoa Sem Fronteiras em Valença - Cruz Atravessa o Rio Minho de Barco



No próximo dia 6 de Abril, Segunda-feira de Páscoa, às 17 horas, no Parque Natural da Senhora da Cabeça, em Cristelo Côvo, junto ao rio Minho, a população de Valença vai celebrar, mais uma vez, o tradicional Lanço da Cruz.

Esta tradicional romaria galaico-minhota decorre sempre na segunda-feira imediata ao fim de semana da Páscoa e é ponto de confluência de milhares de peregrinos de todo o Noroeste Peninsular.

Ao entardecer, depois da visita pascal, à freguesia de Cristelo-Côvo (Valença), o pároco, devidamente paramentado e com uma cruz ornamentada, entra num barco de pesca e dirige-se até à margem espanhola onde dá Jesus Crucificado a beijar aos paroquianos da outra margem. Durante esse período são lançadas, pelos pescadores as redes benzidas ao rio. Todo o peixe que sair no lance é para o pároco. Entretanto, com o pároco português regressa, no barco, o pároco de Sobrado – Torron, concelho de Tomiño (Galiza), que dá Jesus Crucificado a beijar aos peregrinos que aguardam junto ao rio, na margem portuguesa. Várias embarcações portuguesas e galegas acompanham este compasso pascal, numa castiça e autêntica procissão fluvial, nas águas do Minho.

Até à noite os sons das gaitas de foles misturam-se com os das concertinas, das castanholas, o rufar dos bombos e tambores numa autêntica romaria galaico-minhota.

Na terça-feira, 7 de Abril, merece especial referência a missa para os peregrinos da Galiza, celebrada em galego, por um padre galego. Neste dia também, por tradição, os peregrinos desfrutam dos seus merendeiros nas sombras do parque comendo, sobretudo, o que sobrou do carneiro ou cabrito da Páscoa.

A tradição do Lanço da Cruz é uma manifestação religiosa e popular muito acarinhada pelas populações da raia minhota que, ano após ano, atrai um maior número de populares e turistas.

Câmara Municipal de Valença Valoriza e Potencia Turismo Gastronómico



O turismo gastronómico é um dos sectores que, nos últimos anos, mais tem crescido em Valença, pelo que se apresenta como eixo fundamental para a captar novos turistas e reforçar a atratividade da cidade que tem como grande âncora o turismo patrimonial, com a Fortaleza, e o turismo verde com a Ecopista do Rio Minho.

Consciente desta realidade, a Câmara Municipal de Valença está a fazer uma aposta estratégica no turismo gastronómico com um calendário anual de eventos que promove os produtos mais emblemáticos, potenciados, ao longo do ano, por uma restauração que tem primado pela excelência e pelo aproveitamento dos recursos locais.

Domingos Gastronómicos, com o “Bacalhau à SãoTeotónio”, o "Caldo Verde de Valença", uma das 7 Maravilhas Gastronómicas de Portugal abriram o calendário anual de eventos na restauração. Um início do ano que arrancou, também, com a Lampreia do Rio Minho, um prato de excelência que, em fevereiro e março, é a rainha dos sabores do nosso rio.

Sabores da Lampreia”, por onde passaram cerca de 5 mil comensais, “Sabores da Aldeia” que se aproxima de 17 a 19 de abril, os “Sabores Serranos” em 13 a 14 de junho e os “Encontros Galaico-minhotos”, com o Cabrito à Sanfins, em Julho, são alguns dos grandes eventos gastronómicos do calendário anual de Valença.

Prove Valença, com o “Bacalhau à Contrasta”, arrancará em breve, também, com um novo marco na restauração valenciana ao apresentar um prato local comum a todas as unidades de restauração. Na doçaria, os celebres valencianos, um doce à base de chila, é o cartaz doce de eleição de Valença.

Um calendário cultural de atividades, onde a cultura e o património se entrelaçam numa oferta singular e genuinamente local dão a Valença uma referência regional.

Sessenta e quatro unidades de restauração, distribuídas pelo concelho, apresentam uma ampla oferta gastronómica, onde o bacalhau é o prato de eleição, reconhecido por toda a Península Ibérica.

Em complemento à oferta gastronómica, vinte unidades hoteleiras proporcionam estadias, para os mais diversos gostos, desde a Pousada de São Teotónio até às casas de turismo rural.

Visite Valença, “Um destino com sabor!”

No próximo fim-de-semana, o bacalhau é rei à mesa em Valença


Valença, na linda região do Minho - colada à fronteira com a Galiza -, tem uma larga e conceituada tradição de preparar e apresentar o bacalhau, que por cá é o produto gastronómico mais presente na restauração local. O Bacalhau à São Teotónio, é, efectivamente, um prato de excelência, uma iguaria elaborada com arte e mestria que em Valença ganhou prestígio e tradição.

Assim, entre 20 e 22 de fevereiro, em 21 restaurantes, o bacalhau vai voltar a ser o grande protagonista do fim-de-semana gastronómico de Valença, com o Bacalhau à São Teotónio, acompanhado pelo Caldo Verde. À sobremesa os Borrachinhos de Valença.

Este fim-de-semana gastronómico é a oportunidade para saborear o bacalhau à São Teotónio, uma das muitas receitas presentes na restauração local e um convite para descobrir os encantos da cidade de Valença.

O bacalhau é um produto, há muito presente na gastronomia valenciana e que atrai, até nós, visitantes de toda a Península Ibérica para saborear as múltiplas formas de o confecionar. Em Valença come-se bem!

Acompanham os Borrachinhos de Valença, uma sobremesa tradicional de Valença. Uma iguaria da doçaria conventual valenciana à base de pão, canela, açúcar e raspa de limão, bem encharcado numa calda digna dos deuses à base de mel, vinho tinto, canela, entre outros ingredientes.

Para Jorge Salgueiro Mendes, Presidente da Câmara Municipal de Valença, “O turismo gastronómico tem em Valença um dos grandes destinos da região, com uma restauração especializada e uma gastronomia rica e apurada”.

A iniciativa é da Câmara Municipal e do Turismo Porto Norte de Portugal.

A Lampreia do Rio MInho está à sua espera em Valença


Em Valença vai ser possível, durante os fins-de-semana de fevereiro e março, saborear as múltiplas formas de confecionar e apresentar o prato rei desta temporada, a Lampreia do Rio Minho (considerada a melhor do mundo), numa aposta forte de 23 unidades de restauração locais.

Pescada artesanalmente, sobretudo nas comunidades de pescadores de São Pedro da Torre e Cristelo Côvo, nas redadas, é confecionada nas unidades de restauração locais que apuram segredos seculares da arte de a confecionar e apresentar.

Esta é, também, uma oportunidade, para (re)descobrir os encantos de Valença, numa época repleta de animação cultural e recreativa.

Para Jorge Salgueiro Mendes, Presidente da Câmara Municipal, “Valença é um destino gastronómico de eleição para quem gosta de comer bem e aprecia os sabores genuínos!”

Ponto alto na animação, destes dois meses, serão os “Sabores da Lampreia”, a maior mostra gastronómica da região, que decorrerá entre 20 e 22 de março, na comunidade piscatória valenciana de São Pedro da Torre.

Os amantes da boa lampreia terão agora mais um forte motivo para visitar Valença.

Bordados estão na Moda, em Valença


Até ao próximo dia 14 de Março, e no âmbito da Fortaleza dos Namorados, Valença vai mostrar os bordados tradicionais aplicados à moda contemporânea, numa exposição que se vai realizar no Núcleo Museológico Municipal. No âmbito desta exposição decorrerá, também, o workshop “Bordados Tradicionais”, 14 de fevereiro, às 14h00, na Fortaleza. Uma oportunidade para aprofundar os conhecimentos sobre os bordados tradicionais de Valença.
Esta é uma iniciativa da Câmara Municipal de Valença que conta com a participação da Aliança Artesanal de Vila Verde, Centro de Artes e Mesteres Tradicionais de Guimarães, Museu do Traje de Viana, Museu de Bilros de Vila do Conde e peças das coleções particulares de Alíria Riba Nobre e Purificación Mozo.
Vestidos de Noiva, de Festa e de Noite, fatos, blusas, t-shirt's, toalhas e lenços, todos com o toque do bordado, onde a moda contemporânea brilha com a recuperação da aplicação dos motivos tradicionais do bordado. Peças do estilista João Rolo entre outros estilistas portugueses e galegos destacam-se nesta mostra. À temática dos bordados dos lenços dos namorados, com os tradicionais motivos florais e rimas, associam-se também, nesta exposição, os emblemáticos bordados de bilros da Galiza e do norte de Portugal.
 
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