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cinANTROP - Festival Internacional de Cinema Etnográfico


cinANTROP - Festival Internacional de Cinema Etnográfico
Ourém recebe a terceira edição do cinANTROP - Festival Internacional de Cinema Etnográfico, a realizar nos dias 28, 29 e 30 de abril e 02 de maio, com sessões às 14h30 e 18h00, no Museu Municipal de Ourém – Casa do Administrador.

Este Festival, um projeto pioneiro de Bruno Gaspar e que remonta a 2013, nasceu com o objetivo de elevar o cinema documental e etnográfico, com especial enfoque para o Festival de Curtas Metragens, com o Prémio António Campos para ser atribuído aos melhores projetos apresentados por qualquer participante.

As sessões, deste que é o primeiro festival de cinema etnográfico na Península Ibérica, decorrerão em simultâneo com os concelhos da Batalha, Leiria e Marinha Grande, tem como objectivo criar uma região que se quer como capital do cinema etnográfico de Portugal e pretende preservar e promover a identidade dos municípios através do cinema.

Os filmes abordarão  temáticas como a dimensão turística, o património natural e edificado, a história, as tradições, a cultura material e imaterial dos concelhos envolvidos.

São muitas as parcerias do festival, que lhe darão inclusive projeção internacional a partir da colaboração com outros festivais.

PROGRAMA

28 de abril – 14h30 | M/12

- PASTORPOLIS (Joaquim Dâmaso e Manuel Leiria – 12m)

- DO MAR AO FADO (Sílvio Espalha – 20m:29s)

29 abril – 14h30 | M/12

- MORCELA DE ARROZ (Ricardo Portela, Sofia Mota, Joel Rainho - 12 minutos)

- CURA (Pedro Alves – 17 m_25s)

30 abril – 18h00 | M/12

- QUE ESTRANHA FORMA DE VIDA (Pedro Serra – 108 m)

2 maio – 18h | M/12

- NAS TRIBOS DO VALE DE OMO – Etiópia (Érico Hiller - 3 minutos)

- MANUEL LIMPINHO (Silvino Espalha – 9m:30s)

- GENTES DA PRAIA DA VIEIRA (fotos da ECO – 1m:29s)

- UMA VIDA MAIS SIMPLES (Inês Alves – 39 minutos)

- A VIDA QUE SÓ A GENTE OUVE FALAR (Júlia Tami Ishikawa – 20min)

 Acesso gratuito

Congresso sobre Folclore do Alentejo em Montemor-o-Novo


1º Congresso de Folclore e Etnografia do Alentejo
Vai realizar-se no próximo dia 11 de Abril, na Biblioteca Municipal Almeida Faria em Montemor-o-Novo, 1º Congresso de Folclore e Etnografia do Alentejo, numa organização conjuntada Federação do Folclore Português e do seu Conselho Técnico Regional. Este vai ser, sem dúvida, um dia marcante para o movimento etno-folclórico do Alentejo e consequentemente do país.

Este Congresso pretende afirmar-se como um espaço de estudo e ponto de encontro de todas as organizações da região ligadas à cultura tradicional, onde os grupos de folclore detêm particular importância, e à qual se associa também a Universidade de Évora (Escola de Ciências Sociais), a Associação Pé de Xumbo, entre outras.

No decorrer dos trabalhos serão apresentadas várias comunicações e trabalhos, por parte de diferentes oradores, provenientes de vários pontos do Alentejo, que centrarão as suas intervenções em temas tão variados como o cante alentejano, as modas de saias, a viola campaniça e o cante ao baldão, os bailhos das sortes de antigamente, o rigor do trajar enquanto elemento identificador de uma comunidade, etc....

Assim, Grupos de Folclore, Associações e demais Entidades que intervêm no estudo, análise, preservação e divulgação de um vasto conjunto de tradições alentejanas, vão reunir-se neste verdadeiro fórum de defesa da identidade alentejana, centrando a sua preocupação maior na necessidade de continuar a partilhar experiências e conhecimentos entre todos, garantindo, assim, a transmissão geracional de traços e características importantes da forma de ser e estar do povo alentejano.

Neste Congresso, cujas inscrições são gratuitas, pode participar qualquer pessoa ou entidade coletividade que tenha interesse no programa, bastando para isso enviar um e-mail, até dia 7 de abril de 2015, para: ctr.alentejo@gmail.com ou entrando em contacto através dos telemóveis 968543487 ou 960391612.
Programa do 1º Congresso de Folclore e Etnografia do Alentejo
 

Pessoas relacionadas com a Etnografia e o Folclore da nossa terra - I


Ao longo dos últimos quase 150 anos, muitas pessoas têm dedicado as suas vidas à investigação, à recolha, à preservação e à divulgação da Cultura Popular Portuguesa, nas suas diversas vertentes. A partir deste espaço pode ter acesso a informações biográficas e outras sobre aqueles(as) que, ao longo dos anos, assumiram, com espírito de missão, a defesa da Cultura Popular Portuguesa como uma tarefa inadiável e que urge continuar. Basta clicar no respectivo nome…

http://www.folclore-online.com/pessoas/abade_bacal.html
Francisco Manuel Alves
Nasceu em Bragança, a 9 de Abril de 1865 e faleceu a 13 de Novembro de 1947, em Bragança.
Altino Moreira Cardoso
Nasceu em 8.12.1941, na freguesia de Loureiro, concelho de Peso da Régua
 
António Aragão
Nasceu na ilha da Madeira, em S. Vicente, a 22 de Setembro de 1921. Faleceu no Funchal a 11 de Agosto de 2008.
 
António Gomes Pereira
Nasceu na Casa de Chapre, em Midões (Barcelos), em 30 de setembro de 1859 e faleceu na mesma Casa, no dia 6 de abril de 1913.
António da Rocha Peixoto
Nasceu a 18 de Maio de 1868, na Póvoa de Varzim. Faleceu a 2 de Maio de1909, no Porto.
António Joaquim Tavares Ferro
Nasceu em Lisboa, 17.08.1895 - ib., 11.11.1956
 
António Jorge Dias Nasceu no Porto, em 1907, e faleceu na mesma cidade, em 1973.
 
 
António Lourenço Fontes
Nasceu em Cambezes do Rio (Montalegre) em 22 de Fevereiro de 1940. Mentor e dinamizador dos Congressos de Medicina Popular em Vilar de Perdizes.
António Maria Mourinho
Nasceu em Sendim, Miranda do Douro, em 1917 e faleceu em 13 de Julho de 1996

Arquitectura Popular em Portugal


Arquitectura Popular em Portugal
Nas cidades medievais ou no campo, no litoral norte ou no estremo sul do país, o engenho popular foi, ao longo dos séculos, desenvolvendo soluções construtivas e tipologias. Factores determinantes: o espaço disponível, os materiais existentes na região e as condicionantes climáticas. Com a Revolução Industrial surgiria a necessidade de alojar as cada vez mais numerosas classes trabalhadoras, expressa nas «vilas» e bairros operários
In “Guia Expresso” – O melhor de Portugal: Casas – Arquitectura Popular, Solares, Moradias

Arquitectura popular do Minho
Absorvido pela terra que o alimentava, a si e à sua família, o minhoto pedia à casa só um abrigo, sem luxo nem conforto. Mas o desenvolvimento da lavoura e uma vida de maior desafogo vieram exigir mais daquela que passou a ser também a sua habitação. Saber mais>>>

Levadas da Madeira
A construção das Levadas da Madeira remonta ao século XV e à chegada dos primeiros colonizadores. O objectivo desta rede de canais, construída ao longo de séculos, era trazer a água das zonas altas e húmidas do Norte da ilha para irrigar as terras secas do Sul. Saber mais>>>

A arquitectura e a engenharia na criação da casa tradicional
A concepção de casa tradicional do ponto de vista arquitectónico assenta na reunião das linhas estéticas do edifício que variam consoante a região e os hábitos culturais onde se insere. De igual modo, a engenharia que é empregue na concretização do projecto arquitectónico corresponde às exigências naturais e culturais que presidem à sua construção, nomeadamente as características dos materiais e as suas necessidades de utilização. Saber mais>>>

A chaminé na arquitectura tradicional portuguesa
A chaminé constitui um dos elementos da arquitectura tradicional que, para além da sua funcionalidade, adquire consoante a região em que se insere características que respeitam às condições ambientais e ainda elementos decorativos de interesse etnográfico. Saber mais>>>

Os Espigueiros são monumentos de arte popular que evocam a cultura do milho
Um pouco por toda a região do noroeste peninsular, surge frequentemente na paisagem rural um tipo de construção bastante característica que, pela graciosidade que possui, tornou-se num elemento emblemático daquela região – o espigueiro! Saber mais>>>

Moinhos de Maré: um Património a preservar
O moinho de maré de Corroios, no concelho do Seixal, foi mandado construir por D. Nuno Álvares Pereira em 1403, já lá vão mais de seis séculos de existência. Situado junto à baía, encontra-se adaptado a ecomuseu, atraindo regularmente numerosos visitantes que desse modo entram em contacto com aspectos ligados à etnografia e à tecnologia associada ao aproveitamento da energia das marés. Saber mais>>>

Carrasqueira: o maior porto palafítico da Europa
Na margem esquerda do estuário do rio Sado, situa-se uma pequena e graciosa povoação piscatória que dá pelo nome de Carrasqueira e faz parte da freguesia da Comporta, no concelho de Alcácer do Sal. A poente situa-se a extensa Península de Tróia, ladeada por magníficas praias banhadas pelo Oceano Atlântico e a nascente, o estuário com os seus sapais e Cetóbriga com os seus tanques da salga do garum que os romanos nos deixaram. Saber mais>>>

Cultura Avieira: um Património que urge preservar
As aldeias avieiras correm o risco de desaparecer a curto prazo se entretanto não forem tomadas medidas de salvaguarda etnográfica. Construídas inicialmente em madeira, o tijolo e o cimento têm vindo a tomar o seu lugar devido à sua precariedade ao ponto de ameaçarem a ruína. Saber mais>>>

Desfolhada Tradicional Minhota em Vila Nova de Cerveira


Desfolhada Tradicional Minhota em Vila Nova de Cerveira
Recuperar usos e costumes do concelho e proporcionar um serão de convívio à moda antiga são dois dos principais objectivos para mais esta iniciativa: Desfolhada Tradicional Minhota, em Vila Nova de Cerveira.

Um Terreiro transforma-se numa autêntica eira comunitária ao recriar, no próximo sábado, 06 de setembro, a partir das 21h30 uma Desfolhada Tradicional Minhota, que pretende envolver toda a comunidade.

Num ambiente rural e acolhedor, o centro histórico da Vila das Artes viaja a um passado não muito remoto, com as gentes da terra a recriar uma eira comunitária, num esforço de preservação da identidade cultural e etnográfica do concelho.

Toda a população está convidada não só a assistir, mas a participar ativamente, exibindo no vestuário um elemento decorativo associado à Desfolhada Tradicional. Outro objetivo é envolver residentes e turistas na vivência de uma tradição antiga, que se vai perdendo ao longo dos tempos.

Um carro de bois carregado e ornamentado vai desfilar pelas principais artérias do centro histórico cerveirense até se instalar em pleno Terreiro, dando início a uma desfolhada tradicional, momento em que se soltam os cantares e sons tradicionais, as estórias e as lendas. Não faltarão os bardeiros e as medas para conferir a maior autenticidade a esta iniciativa.

Contam os mais antigos que a desfolhada era um momento muito aguardado pelas populações, em especial pelos jovens, que alimentavam a esperança de encontrar o milho-rei para poder beijar o rapaz ou a rapariga por quem nutria um sentimento especial. O trabalho transformava-se numa verdadeira festa minhota.

O convívio subjacente a esta recriação integra ainda a gastronomia típica, nomeadamente a broa e o chouriço da região, acompanhados do bom vinho verde, e que contribuem para que esta Desfolhada Minhota de Vila Nova de Cerveira seja uma referência no seio das manifestações etnográficas do Alto Minho.

Numa organização da Comissão de Festas de Nossa Senhora da Ajuda, a Desfolhada Tradicional Minhota conta com o apoio da Câmara Municipal, e parceria dos grupos de folclore do concelho, concertinas e cantares ao desafio.

Museus ou Núcleos Museológicos Etnográficos


«Aquilo a que se convencionou chamar Cultura Popular viu alguns dos seus conteúdos vertidos em colecções etnográficas e em museus etnográficos. Este movimento de cristalização da Cultura Popular conheceu alguns momentos especialmente significativos ao longo deste século, em particular em Portugal.» (Sérgio Lira, in «Colecções Etnográficas e Museus Etnográficos: objectos e memórias da Cultura Popular» - comunicação apresentada ao Congresso de Cultura Popular na secção Etnografia e Património Etnográfico, Maia, Dezembro de 1999 - Resumo)Ler mais>>>

A este propósito, deixamos aqui informações sobre alguns Museus ou Núcleos Museológicos Etnográficos com sítio na internet:

- Museu do Traje de Viana do Castelo
Viana do Castelo
O Museu do Traje de Viana do Castelo foi criado em 1997, ocupando um edifício de arquitectura tipicamente "Estado Novo", construído em 1958 para albergar o Banco de Portugal.

- Museu de Vilarinho das Furnas
Vilarinho das Furnas era uma pequena aldeia da freguesia de S. João do Campo, situada no extremo nordeste do concelho de Terras de Bouro, distrito de Braga.

- Museu Municipal de Esposende
O Museu Municipal de Esposende constitui um espaço de encontro de gerações onde a preservação e a divulgação do património é um acontecimento do quotidiano.

- Museu das Rendas
Vila do Conde
Antiga Casa do Vinhal, situada na Rua de S. Bento, é um típico solar urbano do Minho, com dimensões familiares mas de enorme beleza, que em 1991 foi exemplarmente recuperado pela Câmara Municipal.

- Museu Ibérico da Máscara e do Traje
Bragança
O Museu Ibérico da Máscara e do Traje tem como objectivo preservar e promover a identidade e a cultura do povo desta região de fronteira, unido por milénios de história. Dele fazem parte trajes e máscaras características de determinadas Festas de Inverno e Carnaval de Trás-os-Montes, Lazarim e do distrito de Zamora (Espanha), permitindo ao visitante contactar, em qualquer altura do ano, com uma multiplicidade de festas, personagens e rituais, elementos únicos da nossa cultura.

- Museu do Douro
Peso da Régua
Museu do Douro. Museu de Território.
Procurando um devir para o Douro auspicioso, pretende o Museu do Douro registar, estudar e actuar no tecido extremamente complexo, que é a Região Demarcada do Douro.

- Museu Casa do Assento
Felgueiras
Erguida há vários séculos, a casa do Assento, cujo nome lhe advém da antiga tradição de ali serem feitos os assentos de baptizados, casamentos e óbitos, serviu em tempos como residência paroquial.

- Museu Etnográfico de Arcozelo da Torre
Arcozelo da Torre - Moimenta da Beira

- Museu Etnográfico da Aldeia da Ponte
A Aldeia da Ponte localiza-se no concelho de Sabugal, distrito da Guarda, na antiga Província da Beira Alta.

- Museu Etnográfico do Freixial
Freixial - Leiria
O Museu Etnográfico do Freixial é um espaço que oferece aos visitantes o contato com o mundo ligado à agricultura e às atividades tradicionais, através da reconstituição de uma habitação rural, do final do século XIX.

- Museu Municipal de Ourém
O Museu Municipal de Ourém (MMO) é uma estrutura de gestão museológica e patrimonial, apta a coordenar o funcionamento das várias unidades com tutela municipal. A Casa do Administrador é uma infra-estrutura permanente, vocacionada para o estudo e a difusão da representação da identidade cultural e dos patrimónios de Ourém.

- Museu Etnográfico - Glória do Ribatejo
A ideia da criação de um Museu Etnográfico surgiu de uma conjugação de esforços e trabalhos desenvolvidos pela ADPEC. A Glória do Ribatejo, pelo seu cariz muito peculiar, reunia um conjunto de valores históricos e etnográficos, que a diferenciavam das restantes localidades.

- Museu de Arqueologia e Etnografia do Distrito de Setúbal
Setúbal
O MAEDS é um lugar de memória onde se preserva importante parcela do património cultural móvel da Península de Setúbal e Alentejo Litoral (Distrito de Setúbal), um espaço onde se estuda e se divulga esse património e onde se interpretam os vestígios do Passado conservados na paisagem exterior e dispersos pelo território regional.

- Museu Carlos Machado
Ponta Delgada - S.Miguel - Açores
O Museu Carlos Machado tem como missão estudar e preservar o património e, através dele, promover e divulgar a cultura e identidades açorianas.

- Museu Etnográfico de Danças e Cantares Santa Maria de Olival
Etnografia - Religiosidade Popular - Alfaias Agrícolas - Cozinha Rústica - Interior de Casa Antiga.
Este Museu está aberto ao público através de marcação telefónica: 91.7604533 / 227.650.184 / 227.614.097 / 227.651.519

Se, eventualmente, conhecer algum Museu ou Núcleo Museológico que não esteja nesta listagem, envie-nos informações sobre o mesmo para o email do Portal do Folclore Português.
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