Congresso sobre Folclore do Alentejo em Montemor-o-Novo


1º Congresso de Folclore e Etnografia do Alentejo
Vai realizar-se no próximo dia 11 de Abril, na Biblioteca Municipal Almeida Faria em Montemor-o-Novo, 1º Congresso de Folclore e Etnografia do Alentejo, numa organização conjuntada Federação do Folclore Português e do seu Conselho Técnico Regional. Este vai ser, sem dúvida, um dia marcante para o movimento etno-folclórico do Alentejo e consequentemente do país.

Este Congresso pretende afirmar-se como um espaço de estudo e ponto de encontro de todas as organizações da região ligadas à cultura tradicional, onde os grupos de folclore detêm particular importância, e à qual se associa também a Universidade de Évora (Escola de Ciências Sociais), a Associação Pé de Xumbo, entre outras.

No decorrer dos trabalhos serão apresentadas várias comunicações e trabalhos, por parte de diferentes oradores, provenientes de vários pontos do Alentejo, que centrarão as suas intervenções em temas tão variados como o cante alentejano, as modas de saias, a viola campaniça e o cante ao baldão, os bailhos das sortes de antigamente, o rigor do trajar enquanto elemento identificador de uma comunidade, etc....

Assim, Grupos de Folclore, Associações e demais Entidades que intervêm no estudo, análise, preservação e divulgação de um vasto conjunto de tradições alentejanas, vão reunir-se neste verdadeiro fórum de defesa da identidade alentejana, centrando a sua preocupação maior na necessidade de continuar a partilhar experiências e conhecimentos entre todos, garantindo, assim, a transmissão geracional de traços e características importantes da forma de ser e estar do povo alentejano.

Neste Congresso, cujas inscrições são gratuitas, pode participar qualquer pessoa ou entidade coletividade que tenha interesse no programa, bastando para isso enviar um e-mail, até dia 7 de abril de 2015, para: ctr.alentejo@gmail.com ou entrando em contacto através dos telemóveis 968543487 ou 960391612.
Programa do 1º Congresso de Folclore e Etnografia do Alentejo
 

Câmara Municipal de Valença Valoriza e Potencia Turismo Gastronómico



O turismo gastronómico é um dos sectores que, nos últimos anos, mais tem crescido em Valença, pelo que se apresenta como eixo fundamental para a captar novos turistas e reforçar a atratividade da cidade que tem como grande âncora o turismo patrimonial, com a Fortaleza, e o turismo verde com a Ecopista do Rio Minho.

Consciente desta realidade, a Câmara Municipal de Valença está a fazer uma aposta estratégica no turismo gastronómico com um calendário anual de eventos que promove os produtos mais emblemáticos, potenciados, ao longo do ano, por uma restauração que tem primado pela excelência e pelo aproveitamento dos recursos locais.

Domingos Gastronómicos, com o “Bacalhau à SãoTeotónio”, o "Caldo Verde de Valença", uma das 7 Maravilhas Gastronómicas de Portugal abriram o calendário anual de eventos na restauração. Um início do ano que arrancou, também, com a Lampreia do Rio Minho, um prato de excelência que, em fevereiro e março, é a rainha dos sabores do nosso rio.

Sabores da Lampreia”, por onde passaram cerca de 5 mil comensais, “Sabores da Aldeia” que se aproxima de 17 a 19 de abril, os “Sabores Serranos” em 13 a 14 de junho e os “Encontros Galaico-minhotos”, com o Cabrito à Sanfins, em Julho, são alguns dos grandes eventos gastronómicos do calendário anual de Valença.

Prove Valença, com o “Bacalhau à Contrasta”, arrancará em breve, também, com um novo marco na restauração valenciana ao apresentar um prato local comum a todas as unidades de restauração. Na doçaria, os celebres valencianos, um doce à base de chila, é o cartaz doce de eleição de Valença.

Um calendário cultural de atividades, onde a cultura e o património se entrelaçam numa oferta singular e genuinamente local dão a Valença uma referência regional.

Sessenta e quatro unidades de restauração, distribuídas pelo concelho, apresentam uma ampla oferta gastronómica, onde o bacalhau é o prato de eleição, reconhecido por toda a Península Ibérica.

Em complemento à oferta gastronómica, vinte unidades hoteleiras proporcionam estadias, para os mais diversos gostos, desde a Pousada de São Teotónio até às casas de turismo rural.

Visite Valença, “Um destino com sabor!”

“Festa do Vinho e das Adegas” em Aveiras de Cima

A Freguesia de Aveiras de Cima, concelho de Azambuja, já está a preparar a festa do vinho mais castiça do país. Trata-se da 11ª edição da ÁVINHO - Festa do Vinho e das Adegas, que se vai realizar nos dias 10, 11 e 12 de Abril. O evento é organizado em parceria pela Câmara Municipal de Azambuja, a Junta de Freguesia de Aveiras de Cima e a “Associação Vila Museu do Vinho”, e conta com o apoio da Entidade Regional de Turismo do Alentejo e Ribatejo.

Por apenas 2 euros, o visitante adquire uma caneca de barro alusiva ao evento – que guardará como recordação… – e  tem acesso a provar, gratuitamente, o vinho das 11 adegas privadas participantes na iniciativa. Os produtores abrem as suas portas com a arte de bem receber, e também partilhando alguns segredos do bom vinho ribatejano que produzem. Mas porque nem só de vinho se faz a festa, haverá várias barraquinhas com apetitosos petiscos e doces nas ruas integradas no certame.

Como destaques, em termos de animação, podemos referir o fado amador itinerante pelas adegas, sexta a partir das 21h00, e ainda para o desfile etnográfico demonstrativo d’ “O Ciclo do Vinho”, às quatro da tarde de sábado. Outros atrativos da Avinho são as varandas e fachadas enfeitadas sob o tema do vinho, fruto do envolvimento da população local, bem como a divulgação dos resultados do 33º Concurso de Vinhos do Concelho de Azambuja. Oportunidade para conhecer os melhores brancos e tintos entre a meia centena de vinhos concorrentes.

O programa do evento arranca às 18h30 de sexta-feira, com a inauguração, na Praça da República, seguindo-se as primeiras visitas às adegas com a tradicional oferta de febras (só neste dia), pão e vinho; e a animação de rua com bandinhas populares. O serão começa com o fado, nas adegas, e completa-se com a música dos “Virgem Suta”, no Palco da República.

No segundo dia, pelas 16h00, as ruas são invadidas por milhares de visitantes para ver passar os grupos e carros alegóricos que mostram as diversas fases d’ “O Ciclo do Vinho”. A noite musical será assegurada, a partir das 22h00, pela atuação dos “Diabo na Cruz”.

O último dia, domingo, abre com uma divertida gincana de tratores – “Fórmula T”, pelas 10h00 no terreno do mercado mensal. As adegas reabrem as portas às duas da tarde, enquanto as ruas são animadas pelo Rancho Folclórico “Camponeses” de Vale do Brejo. O Largo da República volta a atrair as atenções, às 15h00 com um “bailarico à moda antiga”, e às 17h00 para a entrega de prémios do 33º Concurso de Vinhos do Município. Pelas 19h00, uma arruada da banda da Filarmónica Recreativa de Aveiras de Cima marcará o encerramento da décima primeira edição da Avinho.

Não faltam, assim, motivos para visitar Aveiras de Cima – “Vila Museu do Vinho” e terra de grandes tradições vitivinícolas.

Recorde-se que todas as atividades da Ávinho têm entrada livre.

 
 

Casa do Administrador em Ourém apresenta “Traje Encenado”


Traje encenado” é a próxima proposta para a exposição temporária do Museu Municipal de Ourém – Casa do Administrador, e será inaugurada pelas 16h00 do dia 29 de março.

Até ao dia 28 de junho, o visitante terá acesso a representações nacionais de trajes - encenados e fotografados em estúdio por Carlos Relvas entre finais do século XIX e inícios do século XX – que comunicam com indumentárias de trajes de Ourém, recriados por oito grupos de ranchos folclóricos do concelho, exibidos nas suas atuações.

A exposição poderá ser visitada de terça a domingo, das 9h00 às 13h00 e das 14h00 às 18h00.

O Museu Municipal de Ourém (MMO) é uma estrutura de gestão museológica e patrimonial, apta a coordenar o funcionamento das várias unidades com tutela municipal.

A Casa do Administrador é uma infraestrutura permanente, vocacionada para o estudo e a difusão da representação da identidade cultural e dos patrimónios de Ourém.

O edifício associa-se à história das Aparições de Fátima por ter acolhido os três videntes, Jacinta, Francisco e Lúcia entre 13 e 15 de agosto de 1917. Essa ocorrência teve como mediador Artur Oliveira Santos, figura da história local que ocupava o cargo de Administrador do Concelho, e por isso interferiu no fenómeno religioso interrogando as crianças e alojando-as em sua casa.

Festival Gastronómico “Sabores da Lampreia” - Valença


Sabores da Lampreia” é uma genuína festa gastronómica valenciana que a par de se comer bem proporciona um ambiente acolhedor e animado. Um amplo cartaz de animação proporcionará momentos de convívio e afirmação dos valores culturais valencianos. Esta é romaria obrigatória que, os bons garfos, todos os anos repetem.

É que no próximo fim-de-semana de 20 a 22 de Março, vai decorrer na freguesia de São Pedro da Torre (Valença), o Festival Gastronómico “Sabores da Lampreia”, para o qual estão a ser preparadas 1.000 lampreias.

A 10 euros a dose, Valença promete dar a saborear, a preços económicos, a famosa lampreia do Rio Minho, considerada a melhor do mundo, confecionada e apresentada de 5 formas diferentes: Lampreia à Bordalesa, Arroz de Lampreia, Fumada/Grelhada, Assada no Forno, Recheada ou o prato dos cinco sabores, são os tipos de lampreia possíveis de saborear. Como prato alternativo os tradicionais Rojões. Acompanham o caldo verde, bem como os bons vinhos verdes da região e as sobremesas típicas.

Pescada artesanalmente no rio Minho, pelos pescadores das comunidades piscatórias, sobretudo, de São Pedro da Torre e Cristelo-Côvo, as 1.000 lampreias estão já em tanques da Associação Sabores do Rio Minho a preparar-se para serem confecionadas. A técnica de “apurar” a lampreia em tanques de água corrente, é antiquíssima e conhecida por “bater a lampreia”. Uma técnica que faz a lampreia apurar a sua carne, enrijecendo-a, o que permitirá, aquando da sua confeção, pratos de excelência.

Esta é uma oportunidade única para comer uma boa lampreia. Séculos de tradição a apurar receitas resultam em 5 pratos que são um convite a deliciar-se com estes manjares.

A iniciativa é da Câmara Municipal de Valença, da Junta de Freguesia de São Pedro da Torre e da Associação Sabores do Rio Minho.

Terras de Bouro: fim-de-semana gastronómico


Os pratos típicos do concelho de Terras de Bouro estão relacionados com as suas características de terra de montanha e com os produtos hortícolas que a terra oferece, dos quais se salientam as couves, os feijões e as batatas, consumidos de forma simples em sopas e cozidos.

A carne de cabrito, cujo sabor característico se deve à alimentação dos animais, torna-se ainda melhor assada nos fornos de lenha.

A carne de porco, a mais consumida pelos habitantes do concelho, é salgada e comida durante tido o ano.

Os doces que mais se distinguem são, sem dúvida, os que se confeccionam na época natalícia, como a aletria e as rabanadas.

Cozido à Terras de Bouro

Prato tradicional de Terras de Bouro, o Cozido de Couves com Feijão que, como o próprio nome indica, é composto por feijão (amarelo) e couves “galegas” dos quinteiros das terras altas e expostas ao frio da região de Bouro; as carnes, só de porco, “bichoro” medrado das lavaduras gordas.

Não havendo qualquer tipo de refogado na sua confecção, as couves, em abundância, são cozidas juntamente com as diversas carnes e fumeiro, cuja gordura é o tempero necessário para lhe dar paladar.

O feijão amarelo é cozido à parte, juntando-se tudo, posteriormente, na mesma travessa que vai ser posta na mesa.

Os temperos são feitos com azeite, vinagre e alho.

Acompanhamento pelos verdes tintos da região, de marca ou de lavrador.
 
Nos dias 21 e 22 de Março, poderá participar no III Festival de Caminhadas - Gerês 2015.
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