Em tempos de crise... ganhar dinheiro na Internet!

Cada vez mais, e particularmente em tempos de crise económico-financeira como a que estamos a viver, há muitas pessoas que encontram na Internet outras fontes de rendimento, que ajudam a equilibrar – todos os meses - o orçamento pessoal ou mesmo o familiar.

Através da Internet, é possível ganhar dinheiro (muito ou pouco, conforme as situações) e até prémios, que podem também ser vendidos através da Internet, claro está.

Porque também vivemos um tempo em que importa praticarmos a entreajuda, a Equipa do Portal do Folclore Português considerou importante disponibilizar informação sobre alguns sites, através dos quais é possível ganhar alguns euros ou prémios.

Experimentar não custa nada… e se pudermos tirar algum lucro do tempo que passamos em frente ao computador, navegando na internet, melhor ainda! Para mais, os registos nestes sites são totalmente GRATUITOS!

Os ganhos poderão ser muito maiores para quem tenha um site ou um blog, podendo, assim, rentabilizar todo o trabalho que o mesmo exige para estar devidamente actualizado.

Sabemos que, para além de muitos indivíduos, já há Grupos de Folclore que rentabilizam o respectivo site ou blog através da inscrição nestes ou outros sites.

«Quem me avisa meu amigo é.», diz o nosso povo!

Organização de Encontros, Mostras ou Festivais de Folclore

Organização de Encontros, Mostras ou Festivais de Folclore

I.- Introdução

Dada alguma experiência adquirida, ao longo dos anos, na organização e na participação em Festivais ou Encontros de Folclore, quer apenas com grupos portugueses ou também com grupos estrangeiros (não só em Portugal mas também em países da União Europeia, no âmbito da realização de diversos intercâmbios), e na sequência da solicitação de alguns dirigentes de Grupos de Folclore, atrevi-me a elaborar um texto sobre os aspectos que reputo de maior importância no que diz respeito à planificação, organização, realização e avaliação de Festivais de Folclore.

Não há – quanto a mim, felizmente - directivas, instruções ou meras sugestões ideais e que possam ser usadas ou replicadas, tal e qual, em todos os Festivais. Cada “Encontro”, “Mostra” ou “Festival de Folclore”, independentemente da designação que assumir, deve ter em conta o contexto geral em que é realizado: os meios financeiros e logísticos disponíveis (incluindo os recursos humanos), os destinatários, os participantes, as condições do meio sócio-cultural e económico, a época do ano (condições climatéricas), etc.

O que, muitas vezes, dá resultado neste ou naquele Festival de Folclore - contribuindo para o merecido sucesso do mesmo -, pode não ser o mais adequado para um outro qualquer, pelo que nada deve ser ‘copiado a papel químico’. O que importa é que os responsáveis pela organização saibam adaptar à realidade do respectivo Grupo e da comunidade local onde o mesmo está inserido o que, eventualmente, já viram resultar noutros Festivais.

Também é importante que as actividades sejam devida e atempadamente planificadas, pois, embora sejamos todos (ou a quase totalidade) verdadeiramente ‘amadores’ (na justa medida em que, por um lado, ‘amamos’ o que fazemos, e, por outro, não somos ‘profissionais’ – isto é, não recebemos qualquer remuneração fixa, mensal ou outra -, temos sempre que mostrar a quem vê o produto final do nosso trabalho, um nível de profissionalismo cada vez maior.

Se ainda há indivíduos (alguns com grandes responsabilidades políticas, empresariais, etc,) que utilizam (na forma escrita ou oral) os termos ‘folclore’ e/ou ‘folclórico’ para atacar, diminuir, achincalhar, denegrir, até mesmo ofender despudoradamente, outras pessoas ou situações, é chegado o tempo de, todos aqueles que nos dedicamos à recolha, preservação, estudo e divulgação do Folclore, da Etnografia, enfim, da Cultura Popular Portuguesa, tudo fazermos para provar, até ao limite das nossas possibilidades, que tal utilização é abusiva, descabida, e que merece todo o nosso repúdio.

Por isso mesmo, temos de ser capazes de fazer sempre mais e melhor, para que não nos atirem à cara a ‘pobreza’ ou a ‘fraca capacidade organizativa’ dos Grupos de Folclore naquilo em que devem ser os melhores: a realização dos Encontros/Mostras ou Festivais de Folclore, assim como de todas as iniciativas ou actividades relacionadas com o Folclore, a Etnografia e a Cultura Popular Portuguesa.

Brevemente, serão colocadas outras mensagens sobre este assunto, nomeadamente sobre a Planificação, a Organização, a Realização e a Avaliação dos Encontros/Mostras ou Festivais de Folclore.

Mês de Maio de 2011

Estamos no mês de Maio, cuja designação deriva do latim Marius, o 3º mês do ano do calendário romano de Rómulo, já então com 31 dias. Com a reforma de Numa Pompílio passou a 5º mês do ano com 30 dias, lugar que conservou até hoje. Júlio César restituiu-lhe o dia retirado.

No primeiro dia deste mês celebra-se o Dia Mundial do Trabalhador e, neste ano, também se celebrou, em Portugal, o Dia da Mãe (uma sugestão de leitura). Mas, ao longo deste mês, há muitas outras datas para celebrar e efemérides para recordar

Um dos usos e costumes deste mês tem a ver com o enfeitar as janelas e as portas das casas com as giestas floridas: é tempo dos Maios e as Maias

O Calendário Agrícola lembra-nos que durante o mês de Maio «Enxofram-se as roseiras, por causa do oídio, e mondam-se os botões para obter flores mais perfeitas. Combate-se o piolho das roseiras e doutras plantas de jardins, com insecticidas de contacto. Neste mês expõe-se ao ar livre as plantas guardadas em estufas e abrigos e semeia-se os cravos que hão-de ser transplantados em Setembro. Semeia-se ainda algumas plantas de jardins, como cinerárias, gotas de sangue, amarantus, begónias, canas floríferas, chagas, sóleos, couves frisadas, cravos, goivos, glicínias, gerânios, heliantos, malvaicos e as demais semeadas nos meses anteriores

Mas não esquecer que, para além dos trabalhos no jardim, também há muito que fazer na vinha, na horta, no pomar, no campo , na adega e com os animais.

Neste mês, sugerimos que fique a conhecer as Festas e Romarias, as Feiras (Artesanato, Gastronomia, etc., assim como as Feiras Históricas e Medievais), e os Festivais ou Encontros de Folclore que se realizam de Norte a Sul de Portugal e nas Regiões Autónomas dos Açores e da Madeira.

Diz o povo que “Maio couveiro não é vinhateiro.” Mas há outros provérbios que também se referem, com mais ou menos propriedade, a este mês. Quem estiver interessado, pode conhecer Provérbios, Rifões, Adágios e Ditados Populares sobre outros meses e/ou sobre outros assuntos.

Quem nasceu entre os dias 1 e 20 de Maio já pertence ao signo Touro: “Os nativos deste signo são inteligentes, voluntariosos, fiéis, generosos e enérgicos. As suas principais falhas são: vingativos, vaidosos, violentes e impiedosos”. Os que nasceram entre os dias 21 e 31 de Maio pertencem ao signo Gémeos. "Os nativos deste signo são encantadores, imaginativos, prudentes, sagazes e alegres. Suas principais falhas: bisbilhotice, dualidade, evasão e pessimis." Há 100 anos havia diversas superstições e crendices acerca do mês de Maio e destes signos: Touro e Gémeos.

VI Festival Internacional da Máscara Ibérica - Lisboa

Decorreu nos dias 28 de Abril a 1 de Maio de 2011, em Lisboa, o VI Festival Internacional da Máscara Ibérica, numa organização da Progestur e da EGEAC – Câmara Municipal de Lisboa.

Estiveram presentes Grupos de Portugal, Espanha, Irlanda e Sardenha.

Houve artesanato, gastronomia e outros produtos regionais de várias regiões de Portugal e também de Espanha, sobretudo da zona de Zamora e do Cantábrico (Astúrias)

Grupos que participaram no desfile do dia 30 de Abril:

Portugal:
Máscaros de Vila Boa - Vinhais
Caretos de Lagos - Mira
O Chocalheiro da Bemposta - Mogadouro
Os Velhos de Bruçó - Mogadouro
O Farandulo de Tó - Modadouro
Caretos de Varge - Bragança
Entrudo Tradicional de Góis - Góis

Espanha:
Las Pantallas de Xinzo de Limia - Galiza
Los Mazcaras y los Lardeiros, Manzaneda - Galiza
Los Boteiros de Viana do Bolo - Galiza
Los Toros y los Guirrios de Velilla de la Reina - Léon
La Filandorra de Ferreras de Arriba - Zamora
Los Carnavales de Villanueva de Valrojo - Zamora
El Pajarico y El Caballico de Villarino Tras la Sierra - Zamora
Vaca Antrueja de Pereruela de Sayago - Zamora
La Obisparra de Pobladura de Aliste - Zamora
La Vaquilla y los Cencerros de Palacios del Pan - Zamora
El Tafarrón de Pozuelo de Tábara - Zamora
La Vijanera de Sillió - Cantábria
Los Sidros y la Comedia de Valdesoto - Astúrias
Altsasuko Inauteria - Euskal Herria (País Basco)

Irlanda:
The Mummers - Irlanda

Sardenha:
Boes e Merdules, Ottana - Sardenha






Pode ver mais fotos aqui>>>

Informações e fotos disponibilizadas pelo Dr. Carlos Gomes
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