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2.º Congresso da Associação CIOFF® Portugal


2.º Congresso da Associação CIOFF® Portugal
21 Novembro | Unidade Hoteleira INATEL Costa da Caparica

Interação Internacional dos Agentes do Folclore Português
eventos e participação

A Associação CIOFF® Portugal promove no dia 21 de novembro (sábado) o seu 2º Congresso, subordinado ao tema INTERAÇÃO INTERNACIONAL DOS AGENTES DO FOLCLORE PORTUGUÊS – EVENTOS E PARTICIPAÇÃO, com o objetivo de abrir o diálogo entre promotores de Festivais CIOFF® em Portugal (diretores de festivais, associações culturais locais, autarquias e direções regionais), grupos que participam ou pretendem participar em festivais internacionais de folclore CIOFF® no estrangeiro e os diversos agentes, técnicos e estudiosos responsáveis por intervenções nas áreas da cultura e salvaguarda do património imaterial, do desenvolvimento regional e turístico e da organização de eventos culturais de caráter festivo e participado.
A atratividade dos festivais internacionais de folclore enquanto polos dinamizadores do turismo e da economia regional, a importância das parcerias estratégicas com autarquias e os fatores de identidade e de manutenção das relações sociais inerentes à organização destes eventos são alguns dos temas a abordar no Congresso, que será assinalado pelo 45.º aniversário de atividade do CIOFF® como rede de trabalho internacional.

INSCREVE-TE!
Local: Unidade Hoteleira INATEL Caparica

Organização: Associação CIOFF Portugal
Destinatários: Grupos de folclore participantes ou com intenção de participar em Festivais CIOFF® no estrangeiro; diretores de festivais CIOFF® e de festivais nacionais e internacionais de folclore e de artes tradicionais; Dirigentes e técnicos autárquicos; Técnicos na área do turismo; Direcções regionais da cultura.

Inscrição: €3,00 | Isenção para Membros da Associação CIOFF® Portugal (Efetivos: até 2 elementos; Associados: até 1 elemento)
Para mais informações e inscrições: cioff-portugal@cioff.org | 210 027 150 | www.cioff-portugal.pt

Em Valença: O Mundo a Dançar


Em Valença: O Mundo a Dançar - Grupo da Rússia
No próximo dia 8 de Agosto, Sábado, no Jardim Municipal, Valença recebe o espetáculo “O Mundo a Dançar – Festival Internacional de Folclore”, no qual Grupos da China, Geórgia, México e Rússia, estarão em palco para um espetáculo único de dança, música e cor. Esta iniciativa, organizada pela Câmara Municipal, decorre no âmbito do Festival FolkMonção.

Esta é uma oportunidade para apreciar grupos de grande qualidade artística, representativos dos vários cantos do mundo que, ano após ano, tem encantado e fidelizado um número crescente de público em Valença.

Da China, da cidade de Hebei, vem o Grupo de Dança da Universidade de Tecnologia de Hebei, que executará danças folclóricas nacionais, danças clássicas e danças modernas. Os seus bailarinos apresentarão o traje nacional chinês colorido, um traje étnico.

Da Geórgia, da cidade de Gori, vem o Folk Dance Ensemble Shavlego. O grupo apresentará um conjunto de danças e músicas de todo o país para mostrar e preservar a sua antiga cultura e tradição.

Do México, da cidade do México, vem a Compañia Nacional Danza Folklórica. O colorido único, as danças e cantares tão emblemáticas e acarinhadas deste pais serão dadas a conhecer em Valença.

Da Rússia, da cidade de Arkhangelsk, vem o Exemplary Choreographic Ensemble Druzhba. O grupo apresentará as típicas danças russas e principalmente da sua região.

Estão todos convidados a assistir a um espectáculo com danças folclóricas de vários países do mundo!

Fim de Tarde com Folclore - Vila Nova de Cerveira


Fim de Tarde com Folclore - Vila Nova de Cerveira
No próximo sábado, dia 8 de Agosto, pelas 18h00, no Terreiro de Vila Nova de Cerveira, vai realizar-se um “Fim de Tarde com Folclore”. De acesso livre, esta iniciativa é organizada pela Câmara Municipal e conta com a participação do Rancho Folclórico “Dança na Eira” de Newark (Estado Unidos da América) e o Rancho Folclórico Infantil de Gondarém, de Vila Nova de Cerveira.

Vai ser um verdadeiro momento de louvor aos valores etnográficos e tradicionais interpretados por gentes que recordam a terra – emigrantes em Newark - e por gentes que vivem na terra – comunidade de Gondarém. Este ‘Fim de Tarde de Folclore’ promove a defesa do património cultural e a salvaguarda de uma memória coletiva que rompe fronteiras e distâncias. Através das danças e dos cantares, dos trajes e dos usos e costumes, este convívio folclórico além-fronteiras homenageia os emigrantes alto-minhotos que não esquecem o amor à terra que os viu nascer, continuando a prestar um apoio notório e significativo nas mais variadas áreas.

Criado em 2008, o Rancho Folclórico “Dança na Eira”, de Newark – cidade norte-americana que acolhe um grande número de cerveirenses -, é um exemplo de preservação e promoção das tradições e nome de Cerveira. Integrado na Fundação Bernardino Coutinho, o grupo composto por 90 elementos tem duas vertentes, infanto-juvenil e adulta, sendo dirigido por Denis Cavadas. Os seus trajes femininos adultos, onde dominam o preto e o roxo, espelham a beleza das mordomas de Santa Marta de Portuzelo (Viana do Castelo - Minho); já os das dançarinas mais pequenas fazem alusão às tradições festivas que simbolizam a zona também minhota de Arcos de Valdevez. Os elementos masculinos vão buscar inspiração, em termos de vestuário, ao traje tradicionalmente domingueiro da mesma zona de Portugal.

Por sua vez, e procurando incutir as tradições nas novas gerações, o Rancho Folclórico Infantil de Gondarém é fruto de um projeto educativo, elaborado no ano letivo 2000/2001, em parceria com a Autarquia e a Comunidade Educativa, criando assim sua secção infantil “Rancho Folclórico Infantil de Gondarém”. No dia 25 de Abril de 2001 foi constituída a Associação com a denominação de Rancho Folclórico Infantil de Gondarém. Com o crescimento das crianças e o surgimento de outras, este Rancho passou a Rancho Infantil e Juvenil, e tem atuado em festas e festivais de Norte a Sul do País e no estrangeiro.
Fonte: Gabinete de Comunicação e Imagem do Município de Vila Nova de Cerveira

Mosteiro de Sanfins de Friestas recebe Sanfins Medieval


No fim-de-semana de 10 e 1 de Julho, numa iniciativa que pretende dinamizar um dos mais emblemáticos mosteiros do Noroeste Peninsular, o Mosteiro de Sanfins, em Valença, recebe o Sanfins Medieval.

Esta vai ser mais uma jornada medieval, com ceia, visitas guiadas, serenatas, ateliers de pintura, canto e serenatas. Um programa que remete o visitante para a época medieval e um exemplar da arquitetura religiosa românica, classificado como monumento nacional.

Assim, na sexta-feira, 10 de Julho, as actividades começam às 18h00, com a abertura de uma exposição sobre a arquitetura do mosteiro, a cargo da Universidade do Minho, seguido da apresentação do livro “Mosteiro de Sanfins de Friestas”.

Ponto alto do evento vai ser a ceia medieval, com o celebre Anho à Sanfins, assado nos fornos de lenha, com arroz do pingo e outras iguarias da época, acompanhado dos bons vinhos da região. O Anho à Sanfins é criado em rebanhos, sobretudo, nas serranias do Faro, da Furna e de São Lourenço, nas mais puras pastagens da carqueja, do rosmaninho e do tojo bravo que dotam esta carne de um sabor inigualável. Uma ceia animada com a Tuna da Universidade do Minho.

Do programa para sábado, 11 de julho, consta um atelier de pintura e exposição, a partir das 16h00. Para as 19h está agendada uma visita guiada ao conjunto arquitetónico do Mosteiro que terminará com a voz da soprano Silvia Pinto. Da jornada de sábado destaca-se ainda a ceia e a serenata a cargo do grupo Luar do Minho.

Sanfins Medieval encerrará com o ritual da Queimada Galega, onde não faltará o “Conxuro” da Queimada.

Sanfins Medieval é um evento que marca e projeta o Mosteiro de Sanfins. Este é um dos monumentos mais emblemáticos de Valença que a Câmara Municipal tem tentado dinamizar, com a limpeza da área da cerca da quinta, reflorestação com espécies autóctones, organização de visitas guiadas e de um conjunto de eventos, sobretudo para os mais jovens, ao longo do ano.

A iniciativa é da Associação Cultural e Artística Luar do Minho e conta com o apoio da Câmara Municipal de Valença.

A participação na ceia implica uma pré-inscrição para o nº 965405545

Mercado Tradicional "O Feirão"


No próximo dia 4 de Julho, a Praça Guillemó, na capital do Principado de Andorra, acolherá a segunda edição do Mercado Tradicional “O Feirão”, uma iniciativa do Grupo de Folclore “Casa de Portugal”, que começa a ser já uma tradição.

A partir das 11h, os assistentes desta magnífica mostra cultural poderão desfrutar da gastronomia portuguesa, provar vinhos e licores caseiros, adquirir os melhores produtos hortícolas, assim como apreciar o artesanato português até às 16h, momento em que os elementos do Grupo de Folclore “Casa de Portugal” farão uma apresentação de danças tradicionais.

Enquadrados numa feira de meados do século XX, os membros do Grupo, trajados com a roupa regional, proporcionarão alguns momentos de distração com danças e cantares tradicionais, enquanto os visitantes passeiam pelas 5 zonas temáticas.

Esta iniciativa cultural conta com a colaboração do Comú (Câmara) de Andorra la Vella e as atividades serão difundidas pela internat através da Rádio Ondas de Portugal.



Feira de Maio em Azambuja: a mais castiça do Ribatejo!


Feira de Maio em Azambuja: a mais castiça do Ribatejo!
Vai realizar-se, na Vila de Azambuja, entre os dias 28 de Maio e 1 de Junho, a centenária FEIRA DE MAIO – a mais castiça das Festas Ribatejana.

É, sem dúvida, o Ribatejo no seu melhor, durante cinco dias de muito convívio e festa brava!

Embora a inauguração oficial da feira esteja marcada para as 17 horas, na Praça do Município, e à qual se vão juntar os campinos, a fanfarra dos Bombeiros Voluntários de Azambuja e os elementos das tertúlias, a festa arranca em força na quinta-feira (28), dia dedicado às Tertúlias. Depois de uma animada vacada, pelas 10h30, à uma da tarde o Jardim Urbano da vila enche-se de juventude e alegria com o almoço convívio das Tertúlias. Às quatro da tarde, as já ornamentadas ruas de Azambuja ganham ainda mais cor e vida com o desfile das tertúlias, envergando as suas  camisolas e lenços bem garridos.

Após a cerimónia oficial de inauguração, segue-se a abertura, no Campo da Feira, do pavilhão do Artesanato e das Atividades Económicas e da “Praça das Freguesias”, que volta a concentrar atenções ao longo dos 5 dias da Feira de Maio. Esta praça assume-se, efectivamente, como o grande palco da ótima gastronomia regional e da animação, com toda a riqueza cultural de cada uma das sete Freguesias do Concelho de Azambuja.

As tasquinhas estarão a cargo de diversas associações e instituições de solidariedade, e de sexta-feira a segunda-feira estarão abertas entre o meio-dia e as 24 horas. As coletividades desportivas e recreativas garantem a animação das noites com as suas manifestações artísticas.

A primeira entrada de toiros pelas ruas da vila acontece às 19h00. À meia-noite, os caminhos vão dar ao Páteo Valverde, para um espetáculo com o trio Fado Marialva. Este dia encerra com a Mesa da Tortura, prova de resistência e bravura na Praça de Toiros Dr. Ortigão Costa.

A sexta-feira continua a constituir um dos maiores cartazes da Feira de Maio, com a Noite da Sardinha Assada. Tudo começa às 21h00, com o cortejo de campinos com o gado pelas ruas da Vila à luz de archotes, seguido da habitual largada de toiros. A partir da meia-noite acontece a distribuição gratuita de sardinhas, pão e vinho nos Largos do Rossio, da Fonte de Santo António, de Palmela, dos Pescadores e também na Praça do Município. Na noite mais animada não faltarão o fado vadio, a música itinerante e vários arraiais até ao romper do dia. Às três da madrugada, animação popular ao rubro com a cantora Rebeca na Praça do Município.

Sábado é o Dia do Cavalo. Encontro marcado na Várzea do Valverde, onde a partir das 15 horas os campinos mostram todas as suas capacidades nas provas de campo, com a condução de Jogos de Cabrestos, Condução de Cabresto e Prova de Perícia. A animação da noite terá uma romaria a cavalo pelas tertúlias da vila, às 21h30, e a Mesa da Tortura, na Praça de Toiros Dr. Ortigão Costa, às duas da madrugada. A atração musical será o grupo HMB que atuará no Páteo Valverde, quando for meia noite.

Na manhã de domingo, Dia do Campino, vive-se o momento mais solene, a tradicional Homenagem ao Campino, na Praça do Município, pelas 09h30. Todos os campinos veem o seu valor reconhecido na figura de um dos campinos que dedica a sua vida aos cavalos e aos toiros e há mais anos colabora na Feira de Maio. Este ano, o homenageado será o Campino Carlos Alves da Silva. Às 11h00, terá lugar na várzea uma prova regional de equitação de trabalho para cavaleiros iniciados. Destaque, igualmente no domingo, para a tradicional Corrida de Toiros à Portuguesa, pelas 17h00, na Praça de Toiros Dr. Ortigão Costa. Atuarão os cavaleiros Joaquim Bastinhas, Tito Semedo e Sónia Matias, e os forcados amadores de Cascais, do Ribatejo e de Azambuja.

Na última manhã da feira, segunda 01 de junho, o Dia da Criança comemora-se com “Feira na Vila”. As crianças do 1º ciclo do Ensino Básico visitam tertúlias e participam em várias atividades culturais e recreativas. Às cinco da tarde, antes da última espera de toiros, procede-se à entrega de prémios às melhores ornamentações de largos, janelas ou fachadas, e montras, na Praça do Município.

Finalmente, importa dar o devido destaque às largadas de toiros, diárias, que constituem um dos principais ingredientes da festa: quinta-feira, às 19h00; sexta-feira, a grande noturna, às 22h00; sábado, às 18h30; domingo, às 10h30; e a última, segunda-feira, às 18h30.
 
 

5ª edição do Festival de Folclore Ibérico – Principado de Andorra


No primeiro fim-de-semana do mês de Maio, o Grupo de Folclore “Casa de Portugal” assinalou o seu 19º aniversário com a realização da 5ª edição do Festival de Folclore Ibérico – Principado de Andorra, no qual participaram Grupos de Folclore de Portugal, Espanha e Principado de Andorra.

O programa das celebrações iniciou-se na sexta-feira, dia 1 de Maio, com a Sessão Solene no Comú d’Escaldes-Engordany (Câmara Municipal), onde os Grupos participantes no Festival foram recebidos pela Cònsol Major (Presidente da Câmara), Trini Marín e pela Vereadora da Cultura, Núria Barquin, e na qual foram impostas as fitas comemorativas e se fez a habitual troca de presentes entre os grupos. Trini Marin destacou a importância que o Festival de Folclore Ibérico tem para a paróquia de Escaldes-Engordany e para o país, dado que “permite o intercâmbio de culturas”.

No sábado à noite, dia 2 de Maio, as ruas de Escaldes-Engordany receberam o desfile etnografico, composto por mais de 150 folcloristas que, com a música tradicional e a diversidade dos trajes, encantaram o inúmero público que desfrutava da iniciativa turística “Nit Vivand”.

O cortejo terminou no Auditório do Prat del Roure, onde os Grupos desfilaram pelo palco, na presença das Vereadoras de Finanças e de Meio Ambiente e Idosos do Comú d’Escaldes-Engordany, Núria Gómez e Magda Sinfreu, respetivamente, do Presidente da Junta de Freguesia de Paramos, Manuel Dias, do Pároco português em Andorra, Padre Albano Fraga, e do público que, aos poucos, foi enchendo a sala.

Coube ao Grupo de Folclore “Casa de Portugal” a abertura do Festival, apresentando as danças e a beleza policromática dos trajes do Alto Minho. O folclore andorrano foi apresentado pelo Esbart Dansaire d’Andorra la Vella, através das danças típicas como a “disfraçada” ou a “Festa Pagesa” recebendo calorosos aplausos do público presente. O folclore espanhol esteve a cargo da Agrupación de Danzas Virgen de las Nieves de Tanos que deleitou os assistentes com a etnografia cantábria. O folclore português voltou de novo ao palco, desta vez pelo Rancho Regional “Recordar é Viver” de Paramos – Espinho, que apresentou uma mostra etnográfica do Douro Litoral, tendo convidado o público a dançar o Vira Geral no final da sua atuação, terminando em festa mais uma edição do Festival Ibérico.

A satisfação do público e dos organizadores foi unânime, estando estes motivados a continuarem a promover a cultura portuguesa nos Vales de Andorra, tendo já agendada, para Julho, a realização da 2ª edição do mercado tradicional português ”O Feirão” assim como a digressão à Cantábria, em Agosto.
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