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XXII Encontro de Cantares do Ciclo Natalício


A exemplo de anos anteriores, o Rancho Típico de S. Mamede de Infesta vai realizar mais uma edição do Encontro de Cantares do Ciclo Natalício, no próximo dia 20 de Dezembro, pelas 21h30 no Salão Paroquial de São Mamede de Infesta.
Será um reunir de tradições de vários pontos do país, que nos trazem até nós e até aos dias de hoje, costumes que se perdem nas memórias dos tempos e que muito dignificam a identidade cultural de um povo com memória (o Português) que se destaca e se impõe, através destas manifestações culturais onde urge preservar e dar a conhecer aos mais novos mas também fazendo lembrar aos mais velhos, quotidianos da vida do nosso povo.
O Encontro de Cantares do Ciclo Natalício em S. Mamede de Infesta, engloba dois tipos de manifestações, o cantar religioso e o cantar profano.
No cantar religioso temos que ter em atenção os cantares do advento (Preparação do nascimento de Jesus) na figura de Maria, a Progenitora do Filho Salvador do Mundo, a adoração dos pastores, o beijar o menino na missa do galo e a narrativa da caminhada e chegada dos Reis Magos ao encontro do Menino Jesus. Temas normalmente executados aquando a visita aos presépios e dentro das Igrejas.
No cantar profano, são interpretadas canções a saudar os donos da casa (vivas) mensagens de boas festas  (Natal, Ano Novo e Reis)  Cantares de Janeiras e Reis, onde o intuito era de angariar alguns géneros  para reconfortar os estômagos parcos do povo e dos moços de lavoura, mas também de agradecer as benfeitorias e ajudas que os lavradores com melhores posses lhes tivessem feito. Decorriam estes Cantares ao serão de porta a porta e no período do Natal aos Reis.

Cantar ao Menino - Cantar as Janeiras - Cantar dos Reis


Cantar as Janeiras é uma tradição que consiste no cantar de músicas pelas ruas, por grupos de pessoas, anunciando o nascimento de Jesus e desejando um feliz Ano Novo. Esses grupos vão, de porta em porta, pedindo aos residentes as sobras das Festas Natalícias.

Tipicamente, ocorrem em Janeiro, começando no dia 1 e estendendo-se até ao dia 6, Dia de Reis ou Epifania. Hoje em dia, muitos grupos prolongam o Cantar de Janeiras durante todo o mês.

A tradição geral e mais acentuada é nos grupos folclóricos, que vão cantar de porta em porta pela vizinhança.

Terminada a canção numa casa, espera-se que os donos tragam as ofertas (chouriço, morcela, etc.).

No fim da caminhada, o grupo reúne-se e divide o resultado, ou então, comem todos juntos aquilo que receberam.

As músicas são, por norma, já conhecidas, embora a letra seja diferente em cada terra. São músicas simples, habitualmente à volta de quadras simples que louvam o Menino Jesus, Nossa Senhora, São José e os moradores que contribuíram.

Tipicamente, havia também algumas quadras insultuosas, reservadas para os moradores que não davam as ofertas que fazem parte da tradição.

O Cantar dos Reis é uma antiga tradição celebrada no dia de Reis. Grupos chamados de "reiseiros", agrupavam-se conforme a categoria profissional para as celebrações: viam-se troupes dos caixeiros, de limpadores de chaminés, de feirantes, de instrumentistas, de doutores, de moradores, e até de estrangeiros que invocavam os reis Magos. Durante a noite do dia 5 de Janeiro, estes grupos percorriam as ruas da cidade, dançando e tocando em procissões e cantavam às portas das casas.

Alargado o prazo de candidaturas ao EFFE Festival Label até 15 de Dezembro de 2014!


A plataforma EFFE - Europa para os Festivais, Festivais para a Europa, gostaria de agradecer a todos os festivais que se candidataram ao selo EFFE. Tivemos mais de 2.500 registos na plataforma e muitas candidaturas por toda a Europa. Estamos ansiosos por perceber a visão destes festivais, como se comprometem artisticamente, como envolvem as suas comunidades e qual a sua perspetiva europeia e mundial.

Foram imensas as candidaturas que recebemos até agora, no entanto, uma vez que o interesse nestes últimos dias para candidaturas tem sido imenso, e dado que se juntaram ao projeto novos pontos de contacto nacionais (Estónia, Polónia, Sérvia), decidimos alargar o prazo para as inscrições até ao dia 15 de Dezembro de 2014.

Foram muitos os festivais, desde pequenos a grandes, da música às artes digitais, de norte a sul da Europa que já se candidataram. No entanto, queremos que todos os festivais tenham oportunidade para se candidatar. Para os festivais que não tiveram conhecimento do projeto a tempo, terão agora mais algumas semanas para o fazer.

A candidatura é fácil e simples. Na primeira secção, deverá fornecer informações básicas sobre o seu festival. Após esta secção, encontrará o espaço onde se pretende que justifique o compromisso do seu festival com os valores fundamentais da plataforma EFFE: descrevendo como é que o seu festival contribui para o avanço da excelência artística, como é que ele envolve/integra a comunidade, e como se liga à dimensão Europeia e Mundial.

Esperamos que este tempo extra faça com que ainda mais festivais por toda a Europa  se juntem à rede, e tenham assim a oportunidade de obter o selo EFFE. Não se esqueçam que os destinatários do selo EFFE serão incluídos num guia interativo de alta visibilidade, proporcionando o acesso a todo um novo conjunto de público/espetadores europeus e internacionais.

FAG 2014 - Feira de Artesanato e Gastronomia de Vila Real


FAG - Feira de Artesanato e Gastronomia de Vila Real
Com a transmissão do programa Somos Portugal da TVI

De 28  a 30 de Novembro, as portas da NERVIR – Associação Empresarial, vão estar abertas para celebrar a décima sétima edição consecutiva, de uma das mais antigas, senão a mais antiga Feira de Artesanato e Gastronomia da região, organizada pela NERVIR e pela Câmara Municipal de Vila Real, e onde se pode apreciar o artesanato, do mais tradicional ao contemporâneo, assim como descobrir as mais diversas iguarias gastronómicas.

A FAG – Feira de Artesanato e Gastronomia do distrito de Vila Real, tem entrada gratuita para os visitantes e o Pavilhão de Exposições da NERVIR está já completo, apenas havendo lugares no exterior, pois foi grande a adesão de artesãos e de expositores com produtos gastronómicos.

Vão estar presentes artesãos com Joalharia, Pintura em Tecido, Artesanato em Burel, Tapeçarias e Malhas, Bordados manuais em linho, Olaria, Artesanato em pele, artigos em Cortiça, Cerâmica, Tecelagem, Bijuteria, trabalhos em Madeira, em Casca de ovo, em Escamas de peixe, e muitos outros artigos únicos e originais, feitos ao vivo e fruto da criatividade dos artesãos; e não podemos esquecer a gastronomia, com os Queijos, Vinhos, Enchidos e Licores, Fumeiro, Doçaria Conventual, Compotas, Geleias, Mel, Chás, etc.

No domingo dia 30 de novembro, teremos a transmissão do programa “Somos Portugal” da TVI, que ajudará a divulgar o artesanato e a gastronomia, assim como a própria Região.

Mas, visitar a FAG é também uma forma de privilegiar a economia regional, privilegiar as pequenas empresas, as empresas familiares, que vendem exclusivamente produto nacional e que, apesar da mudança de paradigmas, na economia, na educação e no desenvolvimento, continuam a preservar no tempo o que outrora constituiu, na economia e na mesa, a sua identidade.

De 28 a 30 de Novembro em Vila Real e com entrada livre, não perca a 17ª edição da FAG - Feira de Artesanato e Gastronomia. Não falte!

Pessoas relacionadas com o Folclore e a Etnografia da nossa terra - II


 António Magalhães Cabral
Nasceu em Castedo do Douro (Sabrosa), em 30-04-1931 e faleceu a 23 de Outubro de 2007.
 Armando Leça
Nasceu em Leça da Palmeira, 9.8.1893 - Faleceu em Vila Nova de Gaia, 20.1.1977. 
Augusto Gomes dos Santos
Nasceu em  Arcozelo, 23.07.1924 – faleceu em Arcozelo, 9.07.2011.
Cecílio Gomes da Silva
(1923-2005) - Natural do Funchal, engenheiro silvicultor de profissão.
Ernesto Luís Alves da Veiga Oliveira
(1910-1990). Etnólogo,  responsável pela renovação desta ciência em Portugal, era natural do Porto. 








Fernando de Castro Pires de Lima
Porto, 1908-1973 - Etnógrafo português, natural do Porto. 
Fernando Lopes Graça
Nasceu em Tomar a 17/12/1906. Compositor e musicólogo.
Gonçalo Sampaio
São Gens de Calvos, Póvoa de Lanhoso n. 1865 - Porto f. 28/07/1937. 
Jaime Lopes Dias
Nasceu em Vale de Lobos, em 1890. Faleceu em Lisboa no ano de 1977. 

Saiba mais sobre estas e outras pessoas relacionadas com o Folclore e a Etnografia da nossa terra, aqui.

Pessoas relacionadas com a Etnografia e o Folclore da nossa terra - I


Ao longo dos últimos quase 150 anos, muitas pessoas têm dedicado as suas vidas à investigação, à recolha, à preservação e à divulgação da Cultura Popular Portuguesa, nas suas diversas vertentes. A partir deste espaço pode ter acesso a informações biográficas e outras sobre aqueles(as) que, ao longo dos anos, assumiram, com espírito de missão, a defesa da Cultura Popular Portuguesa como uma tarefa inadiável e que urge continuar. Basta clicar no respectivo nome…

http://www.folclore-online.com/pessoas/abade_bacal.html
Francisco Manuel Alves
Nasceu em Bragança, a 9 de Abril de 1865 e faleceu a 13 de Novembro de 1947, em Bragança.
Altino Moreira Cardoso
Nasceu em 8.12.1941, na freguesia de Loureiro, concelho de Peso da Régua
 
António Aragão
Nasceu na ilha da Madeira, em S. Vicente, a 22 de Setembro de 1921. Faleceu no Funchal a 11 de Agosto de 2008.
 
António Gomes Pereira
Nasceu na Casa de Chapre, em Midões (Barcelos), em 30 de setembro de 1859 e faleceu na mesma Casa, no dia 6 de abril de 1913.
António da Rocha Peixoto
Nasceu a 18 de Maio de 1868, na Póvoa de Varzim. Faleceu a 2 de Maio de1909, no Porto.
António Joaquim Tavares Ferro
Nasceu em Lisboa, 17.08.1895 - ib., 11.11.1956
 
António Jorge Dias Nasceu no Porto, em 1907, e faleceu na mesma cidade, em 1973.
 
 
António Lourenço Fontes
Nasceu em Cambezes do Rio (Montalegre) em 22 de Fevereiro de 1940. Mentor e dinamizador dos Congressos de Medicina Popular em Vilar de Perdizes.
António Maria Mourinho
Nasceu em Sendim, Miranda do Douro, em 1917 e faleceu em 13 de Julho de 1996

1ª Mostra de Folclore Terras d’Além Tejo


Folclore do Alentejo mostra-se em Borba

Integrado na Festa da Vinha e do Vinho em Borba, terá lugar dia 9 de Novembro (Domingo), a 1ª Mostra de Folclore “ Terras d’Além Tejo”, resultado de uma parceria do Conselho Técnico Regional do Alentejo da Federação do Folclore Português e da Câmara Municipal de Borba.

As gentes de Borba e do Alentejo e todos os visitantes da Festa da Vinha e do Vinho poderão assistir a um espectáculo único onde todo o Alentejo estará representado de forma imponente e brilhante através dos grupos folclóricos participantes, que são fiéis embaixadores da cultura tradicional desta tão vasta região e, por tantos ainda, culturalmente desconhecida.

Folclore, Etnografia, Tradições, hábitos, usos e costumes das gentes alentejanas sobem, assim, ao palco em Borba, através da actuação de diversos grupos folclóricos do Alentejo, que irão mostrar ao país e ao mundo a diversidade e a autenticidade do folclore desta região.

Estão assim reunidas condições para uma Grande Mostra de Folclore, única na nossa região e para a qual estão todos convidados para esta tarde mágica de tradição e reviver de memórias e história do nosso povo alentejano.

O Litoral Alentejano estará representado nesta Mostra pelo Rancho Folclórico de Alcácer do Sal; a representação do “Cante Alentejano” vem do distrito de Beja, pelas vozes incomparáveis do Grupo Coral e Etnográfico Camponeses de Pias. Do distrito de Portalegre virá o Grupo Folclórico e Cultural da Boavista, e o distrito de Évora será representando pelo Rancho Folclórico Cravos e Rosas de Orada. Também do concelho de Portalegre vai estar presente o Rancho Folclórico de Fortios. A todos os grupos do Alentejo, juntar-se-á um grupo convidado de outra região do país, o Rancho das Lavradeiras da Trofa.
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