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1ª Mostra de Folclore Terras d’Além Tejo


Folclore do Alentejo mostra-se em Borba

Integrado na Festa da Vinha e do Vinho em Borba, terá lugar dia 9 de Novembro (Domingo), a 1ª Mostra de Folclore “ Terras d’Além Tejo”, resultado de uma parceria do Conselho Técnico Regional do Alentejo da Federação do Folclore Português e da Câmara Municipal de Borba.

As gentes de Borba e do Alentejo e todos os visitantes da Festa da Vinha e do Vinho poderão assistir a um espectáculo único onde todo o Alentejo estará representado de forma imponente e brilhante através dos grupos folclóricos participantes, que são fiéis embaixadores da cultura tradicional desta tão vasta região e, por tantos ainda, culturalmente desconhecida.

Folclore, Etnografia, Tradições, hábitos, usos e costumes das gentes alentejanas sobem, assim, ao palco em Borba, através da actuação de diversos grupos folclóricos do Alentejo, que irão mostrar ao país e ao mundo a diversidade e a autenticidade do folclore desta região.

Estão assim reunidas condições para uma Grande Mostra de Folclore, única na nossa região e para a qual estão todos convidados para esta tarde mágica de tradição e reviver de memórias e história do nosso povo alentejano.

O Litoral Alentejano estará representado nesta Mostra pelo Rancho Folclórico de Alcácer do Sal; a representação do “Cante Alentejano” vem do distrito de Beja, pelas vozes incomparáveis do Grupo Coral e Etnográfico Camponeses de Pias. Do distrito de Portalegre virá o Grupo Folclórico e Cultural da Boavista, e o distrito de Évora será representando pelo Rancho Folclórico Cravos e Rosas de Orada. Também do concelho de Portalegre vai estar presente o Rancho Folclórico de Fortios. A todos os grupos do Alentejo, juntar-se-á um grupo convidado de outra região do país, o Rancho das Lavradeiras da Trofa.

O Artesanato e a Gastronomia em Vila Real


O Artesanato e a Gastronomia em Vila REal - FAG 2014
A 17ª edição da FAG – Feira de Artesanato e Gastronomia de Vila Real, vai decorrer de 28 a 30 de Novembro, no pavilhão de Exposições da Nervir. A FAG é uma referência, em termos de artesanato e gastronomia na região, contribuindo para a dinamização e valorização dos produtos artesanais, das artes e do comércio tradicional, em detrimento de outras formas de comércio de massas.

A NERVIR - Associação Empresarial e a Câmara Municipal de Vila Real organizam este evento como um momento em que se mostra e se tenta preservar para o futuro, um conjunto de atividades artesanais e culturais que todos temos obrigação de ajudar a perpetuar, pois fazem parte da  nossa memória cultural.

A Feira de Artesanato e Gastronomia de Vila Real constitui também uma homenagem ao povo de Trás-os-Montes que, apesar da inexorável mudança de paradigmas, na economia, na educação e no desenvolvimento, continua a preservar no tempo, o que outrora constituiu, na economia e na mesa, a sua identidade.

A gastronomia, assim como o artesanato produzido e exposto na FAG não têm concorrência; são obras de arte únicas, transmitidas de geração em geração, e constituem um património inestimável e um importante legado para as gerações vindouras.

Complementa esta edição da FAG, a transmissão, no dia 30 de novembro, do programa Somos Portugal da TVI, que contribuirá para a divulgação do artesanato e da gastronomia presentes, assim como para a divulgação do que de melhor Vila Real e a região, têm para oferecer.

A FAG 2014 tem entrada livre e abre ao público no dia 28 de novembro às 16H00, nos dias 29 e 30 de novembro, abre às 10H00.

Feira-Mostra de S. Martinho nas Terras do Gerês


Vai realizar-se nos próximos dias 7, 8 e 9 de Novembro, a 14ª edição da Feira-Mostra de S. Martinho nas Terras do Gerês, uma iniciativa do Município de Terras de Bouro e d a ATAHCA (Associação de Desenvolvimento das Terras Altas do Homem, Cávado e Ave).

A vila de Terras de Bouro, durante esses três dias, vai acolher inúmeras atividades alusivas ao evento, onde destacamos o Festival Folclórico, a Caminhada de S. Martinho (organizada pela Associação Gerês Viver Turismo),  a atuação do cantor Hélder Baptista e a já afamada corrida de cavalos.

Este ano, a XIV Feira-Mostra de S. Martinho conta com uma participação extra de enorme importância para a divulgação de Terras de Bouro e do Gerês, já que terá a presença da TVI - Televisão Independente que, durante toda a tarde de domingo, transmitirá em direto do certame  o programa “Somos Portugal”.


Feira dos Santos de Cerdal - Grande Feira do Noroeste Peninsular


No próximo fim-de-semana, 1 e 2 de Novembro, vai realizar-se na freguesia valenciana de Cerdal a Feira Anual dos Santos, considerada a a grande feira/romaria do calendário anual galaico-minhoto e a maior do Noroeste Peninsular.

Os milhares de visitantes podem desfrutar de um amplo espaço e de uma vasta oferta de produtos proporcionada por mais de 400 expositores distribuídos pelos diversos setores. Como é já tradição, a feira decorre no Terreiro de São Bento da Lagoa, num espaço devidamente infraestruturado para o efeito, junto à estrada nacional São Pedro da Torre/Paredes de Coura, a 5 minutos do acesso à A3 e das pontes internacionais.

O Dr. Francisco Sampaio, antigo Presidente da Região de Turismo do Alto Minho, escreveu a propósito desta feira: “É Feira à moda antiga e sendo a última grande Feira do ano no Alto Minho, arrasta no seu imaginário aquele ar de Festa e Arraial onde se diz missa, se cumprem ex-votos e promessas, e se acotovela o povo-léu das redondezas. De Viana e de Ponte, de Monção e de Melgaço, de Coura e dos Arcos, dos Ayuntamientos da Raia Galega, tudo se achega numa alegria difusa e constante entre barracas e esparabéus, do plástico e dos factos à medida, das marcas e cassetes piratas, quinquilharias e ferragens, chitas e fazendas, loiças de Barcelos, móveis de Paredes, ourives de Gondomar, garranos dos montados do Corno do Bico e piscas das lavradas de Ganfei.”.

A Feira dos Perícos dos Santos

Os espaços mais próximos à Capela de São Bento acolhem as lavradeiras da região que nesta época vendem, sobretudo, os perícos dos santos (peras pequenas típicas desta região), as castanhas cruas ou cozidas, as nozes, os dióspiros e muitos outros produtos do campo.

Feira das Trocas

A 2 de novembro, este certame ganha o nome de Feira das Trocas. Uma tradição antiga de trocar os produtos adquiridos na véspera que por alguma razão não serviam.

Feira Secular

A Feira dos Santos é uma feira / romaria secular e um verdadeiro ponto de encontro galaico-minhoto que cativa, ano após ano, milhares de visitantes. A feira já aparece documentada em 1758 e é um ponto de confluência de povos e onde, por excelência, se sente a alma galaico-minhota.

Feira de Gado e Corridas de Cavalos

Os cavalos garranos, típicos da região, são um dos principais atrativos desta feira com as castiças e singulares licitações e mostra dos animais, por parte dos muitos criadores da região norte de Portugal e do sul da Galiza, a animarem as manhas do dia 1 de novembro. Para além do gado cavalar este setor contará, ainda, com gado bovino e caprino.

As emblemáticas corridas de cavalos decorrerão no dia 1, a partir das 14h00, na Pista das Corridas.

As Tasquinhas e as Desgarradas

Nas tasquinhas da feira fazem-se, por tradição, as provas dos vinhos novos da região e, também, se apreciam os mais diversos petiscos, com destaque para os rojões, o caldo verde e as castanhas assadas. Nas noites de 31 de outubro e 1 de novembro decorrem os cantares ao desafio e as desgarradas a cargo dos tocadores de concertina da região nas muitas tasquinhas típicas montadas na feira.

Superstições e crendices dos nossos avós


Tradicionalmente, existe todo um universo de crenças, que permanentemente ameaçam as pessoas. Uma das mais temidas é a do "mau-olhado" que leva a toda uma série de sintomas e malefícios. A "doença" típica provocada pelo mesmo é o "quebranto", onde o atingido tem perda da vivacidade, olhos lacrimejantes, sonolência entre outros. A cura só se dá através de muita benzedura.

Segundo a crença popular, não se deve brincar com a própria sombra, pois pode "trazer doença", nem contar estrelas, pois faz nascer verrugas também conhecidas por “cravos”. Deve-se evitar ter em casa búzios e caramujos ou barcos em miniatura, pois os mesmos "chamam" males. Borboletas pretas, mariposas, morcegos e cobras são animais peçonhentos que representam mau agouro, pois foram criados pelo diabo.

Se matar gatos traz sete anos de atraso na vida, já uma rapariga que pisa em cima do seu rabo não casa.

Estes são apenas alguns exemplos das infindáveis superstições e crenças que faziam e ainda fazem parte do quotidiano de muitas comunidades, particularmente as rurais, por vezes ditando normas e condutas sociais.

Superstições diversas

Várias superstições concernentes às crianças
Se a criança nasce ao sábado ou a o domingo, não entrará com ela causa ruim; se à sexta-feira, as bruxas não querem nada com ela; se em dia de Ano Bom ou Natal, será feliz; se em ano bissexto, não será atacada de bexigas. Dá azar nascer em 3 ou 13. Saber mais>>>

Superstições relacionadas com a comida e o comer
Quem come um fruto pela primeira vez num ano benze-se com ele, dizendo: «deixa-me fazer novo. Em nome de Padre, Filho e Espírito Santo» (Alportel, Algarve). Nas mesmas circunstâncias, na Beira, diz-se: «Ano melhorano, Deus me deixe chegar ao ano.» Ouvi que, em Coimbra, quando se come uma coisa pela primeira vez, se formulam três desejos. Saber mais>>>

Superstições com o vestuário
Em Carviçais, Moncorvo (Abade José Tavares, 1904), crê-se que quem morre mascarado vai para o Inferno. Também ali se crê que é de muito mau agouro dormir com os sapatos no sobrado, voltados com as palmilhas para cima, ou com os sapatos à cabeceira, ou com o chapéu aos pés (ou com a candeia no chão). Também é aziago, algures, colocar os sapatos em disposição inversa. Sabermais>>>

Superstições com os animais
Ligadas aos animais, correm muitas superstições, das quais bastantes se incluíram noutros lugares. Agora ficam aqui reunidas umas, mais características, tanto de carácter geral como de aplicação a um ou outro animal. Crê-se (por exemplo, em Mangualde e Lisboa) que é bom ter animais em casa, pois certas doenças, e até a morte, vão para eles, em vez de atacarem as pessoas. Sabermais>>>

Superstições relacionadas com a água
Não é bom beber água de noite, porque ela está a dormir, e se não puder deixar de beber-se bata-se para a acordar e não fazer mal (Óbidos e Mangualde). Também em Carviçais, Moncorvo, se diz que a água dorme de noite, e em Baião, quando alguém tem sede de noite e quer beber água, é necessário deitar uma pinga fora e diz-se: «Acorda, água, que eu também já acordei!» «Vamos pelo que diziam os antigos»! Saber mais>>>


As «crendices» das ervas
"Como sempre todas as plantas se mostraram importantes para a humanidade, outrora consideradas filhas divinas da Mãe-Terra. Daí a sua também popularização através de envolvimentos mais ocultos pelos seus «atributos mágicos» em crendices populares, ensalmos, esconjuros, fórmulas de atalhar ou mézinhas criadas pelas chamadas «mulheres de virtude», «talhadeiras» ou «benzedeiras», pelos feiticeiros ou por tantos de nós em rituais que ainda hoje perduram nas nossas aldeias." Saber mais>>>
 

O Grupo de Folclore Casa de Portugal em Andorra inaugurou a Sede Social e apresentou o seu novo trabalho discográfico


O Grupo de Folclore Casa de Portugal no Principado de Andorra apresentou, no Domingo passado, dia 5.10.2014, o seu terceiro trabalho discográfico, tendo, na mesma ocasião, inaugurado a Sede Social da coletividade.

Situada na Carretera de la Comella, 10 B, no centro da capital do Principado, em Andorra la Vella, a inauguração do novo espaço cultural do Grupo contou com a presença do Padre Albano Fraga, que benzeu as instalações, assim como muitos elementos do Grupo, colaboradores, amigos e o músico e compositor Jordi Botey, encarregado da gravação do cd realizado no Auditório Nacional de Andorra.

O Presidente do Grupo, Tomás Pires deu as boas-vindas a todos os assistentes, tendo, de seguida, Padre Fraga procedido à bênção das instalações, proferindo palavras de apreço para com todos os presentes.

Seguiu-se a apresentação do trabalho discográfico, composto por 12 temas do reportório do Grupo, tendo José Luís Carvalho, Diretor Artístico, informado acerca dos detalhes técnicos que levaram à produção do terceiro álbum musical que contou com o patrocínio do empresário português José Costa, gerente da empresa Grup Nova Constructora.

De seguida, o Presidente e a Vice-Presidente, Vânia Novais, procederam à colocação do quadro do novo Cd junto aos dois trabalhos discográficos anteriores, editados em 2001 e 2006.

Perante os meios de comunicação social andorranos, televisão e imprensa escrita, assim como da rádio Ondas de Portugal, Tomás Pires convidou todos os assistentes para um Porto de Honra, que decorreu num ambiente de cordialidade e de satisfação pelo novo espaço de cultura e amizade e pela consolidação discográfica do Grupo, já com três discos editados.

Danças populares portuguesas tradicionais


“(...) por «danças populares portuguesas» queremos designar as «danças populares portuguesas tradicionais», as quais englobam três categorias: as «danças folclóricas», as «danças populares propriamente ditas» e as «danças popularizadas».) Procurar determinar e designar as mais arcaicas danças populares portuguesas é, obviamente, estultícia, até porque é impossível fazê-lo. Dado que a dança é uma actividade e uma função tão velhas como a própria Humanidade, poderemos dizer que na Península Ibérica se baila desde que nela surgem seres humanos, autóctones ou vindos de qualquer outra região da Terra.”
Tomaz Ribas in "Danças Populares Portuguesas"

Danças Tradicionais de Trás-os-Montes
Vinte e cinco. Um dos «llaços» ou figuras da *Dança dos Paulitos. Começa por uma espécie de apelo do bombo, destinado a congregar os bailadores, os pauliteiros (em número de dezasseis), seguido da dança, executada instrumentalmente por gaita de foles, tamboril, bombo e castanholas, a que vem juntar-se o som seco da percussão dos próprios paulitos, atributo dos bailadores, numa curiosa e excitante polirritmia. Muito espalhada nos concelhos de Miranda, Vimioso, Mogadouro. Saber mais>>>
In Guia de Portugal, organizado por Sant'Anna Dionísio, V volume (Trás-os-Montes e Alto Douro), editado pela Fundação Calouste Gulbenkian

Breves notas sobre as Danças Populares Portuguesas de hoje
Bailarico | Ciranda | Chula | Corridinho | Fandango | Farrapeira | Gota | Malhão | Regadinho | Saias | Tirana | Verde-Gaio | Vira | Saber mais>>>
 In "Danças Populares Portuguesas", Tomás Ribas

Danças Regionais
Nem todas as danças predilectas da nossa gente são tradicionais. Já o Minueto cortesão, a Gavota e o Fandango espanhol se cantaram e bailaram ente nós no século XVIII, assim como as seguintes danças de salão do século passado: a Valsa alemã, a Mazurca polaca e a Polca boémia, que influenciaram o melodismo popular, especialmente pelos ritmos. Ajuntem-se-lhes a Contradança inglesa, a Quadrilha francesa, o Schottish e o Pas de Quatre. Saber mais>>>
In Danças Regionais. Secretariado Nacional da Informação, Mocidade Portuguesa Feminina

Vira da Nazaré
"Não vás ao mar toino". Este é um dos versos mais populares do vira da Nazaré. Como não poderia deixar de ser, em terra de pescadores, o mar é quem mais ordena. Põe e dispõe da vida das gentes. É dele que depende o seu dia-a-dia. É ele que lhes dá o pão, as alegrias e as angustias. E para expressar tudo isso, os pescadores e as suas mulheres sempre deram primazia à música e à dança. Prova disso são os ranchos folclóricos que foram surgindo naquela localidade piscatória. Saber mais>>>

Vira do Minho
É a dança rainha do Alto Minho. As arrecadas e os fatos minhotos ajudam a completar o cenário. Dispostos em roda os pares de braços erguidos, vão girando vagarosamente no sentido contrário ao dos ponteiros do relógio. Os homens vão avançando e as mulheres recuando. A situação arrasta-se até que a voz de um dançador se impõe, gritando 'fora' ou “virou”. Dão meia-volta pelo lado de dentro e colocam-se frente-a-frente com a moça que os precedia. Este movimento vai-se sucedendo até todos trocarem de par, ao mesmo tempo que a roda vai giran­do, no mesmo sentido. Mas este é apenas o mais simples dos viras de roda, pois outros há com marcações mais complexas.  Saber mais>>>

São Macaio
"São Macaio" é uma canção dançada nos Açores. Foi sobretudo na ilha Terceira que a sua tradição se generalizou. Tudo leva a crer que o seu nome original, seja São Macário e que o nome com que ficou conhecido seja já uma degeneração do primei­ro. Acredita-se que São Macário, seria um navio que andava entre as ilhas e o Brasil e que teria naufragado numa das suas viagens. Pois como diz a canção; 'São Macaio, deu à costa...toda a gente se salvou... (...) só o São Macaio é que não”. Saber mais>>>

Pauliteiros de Miranda
No planalto mirandês existem grupos de oito homens que vestem saias e tem paus. Dispensam apresentações. Já todos os conhecem: são os Pauliteiros de Miranda. Com os saiotes brancos, lenços, os chapéus e os pauliteiros transportam uma tradição que procuram defender com unhas e dentes. E apesar de já não existirem tantos grupos como antigamente. As letras, os passos e os trajes ainda se mantêm fiéis à origem. Saber mais>>>

Fandango
Cabeça erguida, corpo firme e pernas leves, estes são os requisitos necessários para ser um bom fandangueiro. De polegares nas covas dos braços “fogoso e impaciente como um puro­ lusitano. O autêntico fandango aparece-nos na pessoa do campino, que só se digna dançar de verdade, quando baila sozinho". Como refere Pedro Homem de Mello, no seu livro “Danças Portuguesas”, quer seja na lezíria quer seja na charneca, o fandango é o rei da dança no Ribatejo. É uma dança de despique e de desafio que o homem leva a cena, ostentando toda a sua virilidade e capacidades individuais.  Saber mais>>>

Chulas e Malhões
Chula Amarantina; Chula de Santa Cruz; Barqueiros e "Paus”. Estas são apenas algumas das versões da ‘chula' que percorre as margens do Douro e se estende até ao Minho. Atrai para os átrios das igrejas, os que gostam de bailar e sempre que chega o Natal, aproveita-se para comemorar com umas "chulas". Saber mais>>>

Bailinho da Madeira
De certo que já todos viram dançar o “Bailinho da Madeira” ou pelo menos, tal como ele é conhecido no continente: um grupo, vestido com o traje típico da ilha das flores, que dança em torno do instrumento regional típico da Madeira: o brinquinho. É um instrumento composto por um grupo de sete bonecos de pano e traje regional com castanholas e fitilhos, dispostos na extremidade de una cana de roca e animados por movimentos verticais na mão do portador, isto é, o bailinho tal como a maioria das pessoas o conhece. Saber mais>>>

Baile Mandado
Esta dança apareceu por influência dos franceses. Os pares fazem uma roda executando movimentos seguindo quem comanda que vai contando uma história que rima ou uma quadra satírica mas sem malícia. Saber mais>>>

Corridinho
Nos primeiros anos do século XX nasce o célebre corridinho. Facto curioso e que muitos desconhecem é que este tipo de música teve origem numa dança de salão nascida nos meados do século passado, algures na Europa oriental, e trazida para o Algarve por um espanhol chamado Lorenzo Alvarez Garcia, que decidiu cortejar a jovem louletana Maria da Conceição, dedicando-lhe La Azucena - uma polca. O corridinho nasce então como dança de cortejo. Saber mais>>>

Danças Populares do concelho de Águeda
Cana Verde Dobrada - Dança de terreiro, simples, mas alegre. O seu maior encanto encontra-se no estilo e nas cantigas que, tantas vezes, os cantadores improvisavam, consoante o ambiente e a competição. Saber mais>>>

Danças Tradicionais de Baião
A Chula é uma dança muito difundida em Portugal.  Esta caracteriza-se pela agilidade do sapateio do sapateio do peão/peões, em disputas, sapateando sobre uma lança estendida no salão. A chula era dançada somente por homens, ao desafio. Diz-se que esta é originária do Minho e do Douro, do folclore português, embora alguns estudiosos a relacionem com o Lundú ou o Baião, com relação à música, daí esta ser tão tradicional no concelho. Saber mais>>>

Os principais tipos de dança
Porque o Homem, desde o seu estado primitivo até hoje, sempre praticou a Dança, concluir-se-á que as danças actuais - quer as das actuais sociedades primitivas, quer as das sociedades evoluídas - tendo a sua origem nas danças primitivas delas ainda guardam alguns aspectos. Saber mais>>>
In "A dança e o ballet" (I) - Cadernos FAOJ - Série A, Tomás Ribas

Danças Tradicionais Populares
As danças tradicionais populares entraram nos hábitos do povo devido aos mais variados contactos e influências, enraizando-se pela via das aculturações, recebendo dele o cunho do meio ambiente da sua personalidade em conformidade com o local onde estava inserido. Saber mais>>>
Augusto Fernandes Santos Federação do Folclore Português - 1as Jornadas de Folclore a Norte do Rio Douro - Vila Verde - 10/11 de Junho de 1988
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