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Festival Itinerante da Cultura Tradicional - L BURRO I L GUEITEIRO


L BURRO I L GUEITEIRO - Festival Itinerante da Cultura Tradicional
L BURRO I L GUEITEIRO - Festival Itinerante da Cultura Tradicional
De 23 a 27 de Julho
Aldeia da Granja, Fonte Ladrão, Palaçoulo e Prado Gatão
Concelho de Miranda do Douro


O Festival Itinerante de Cultura Tradicional L Burro i L Gueiteiro caracteriza-se por ter uma dupla missão: mostrar o melhor do Planalto Mirandês e quebrar, ao mesmo tempo, o estereótipo de uma cultura parada no tempo. Bem pelo contrário, acreditamos que está em constante transformação e que temos, por isso mesmo, a responsabilidade de contribuir com actividades criativas e de qualidade que a estimulem. Isso significa trazer pedaços de outras culturas, mas também repensar o contacto com o que é de cá, e que continuamos a privilegiar.

O L Burro i L Gueiteiro é então um festival que pretende, acima de tudo, dar a conhecer a riqueza e diversidade do Planalto: das paisagens aos saberes, dos campos às aldeias, dos burros aos gaiteiros, tendo presente que tradição e inovação não se opõem – constroem-se mutuamente; e que, por essa razão, não é só o festival que é itinerante, mas também a cultura que viaja com ele.

É um evento a pensar em todos - miúdos e graúdos – os que gostam de caminhadas por percursos bonitos, de refeições apetitosas, de sestas burriqueiras, de oficinas instrutivas, de boa música e de muita festa. Por tudo isto, é ainda um festival familiar e relaxado, como se de um longo e preguiçoso Domingo em família, entre burros e ao som da gaita-de-fole se tratasse.

Relaxe, Passeie, Descanse, Divirta-se – sempre com calma, sem pressas. Entre no espírito do festival e venha BURRICAR COM VAGAR!

PROGRAMA

Quarta-feira, 23 de Julho de 2014
Aldeia da Granja

Das 18h00 às 23h00   - Abertura da 12ª Edição “L Burro I L Gueiteiro”
Inscrições/recepção dos participantes
Actuação do grupo de Pauliteiros da aldeia da Granja – a confirmar

Quinta-feira, 24 de Julho de 2014
Aldeia da Granja 

10h00 - Caminhada na companhia do Burro de Miranda na envolvência da aldeia da Granja
13h00 - Piquenique no lameiro
15h00 - Sesta burriqueira
16h00 - Regresso à aldeia da Granja: Caminhada na companhia do Burro de Miranda
18h00 - Oficina de cantos da terra - Sofia Portugal - Escola de Música Tradicional do CCRAM
1
20h00 - Jantar na aldeia da Granja
21h30 - Peça de Teatro "L Tamborileiro de la Pruoba" - Grupo de Teatro da Lérias (Lérias Associação Cultural)

Concertos
Luís António Pedraza
Saracotelho – Professores da Escola de Música Tradicional do CCRAM1


Sexta-feira, 25 de Julho de 2014
Da aldeia da Granja à aldeia de Palaçoulo

10h00  - Caminhada na companhia do Burro de Miranda, da aldeia da Granja até à aldeia de Fonte Ladrão
13h00 - Piquenique no lameiro

15h00
- Sesta Burriqueira
16h00 - Continuação da caminhada na companhia do Burro de Miranda até à aldeia de Palaçoulo
20h00 - Jantar na aldeia de Palaçoulo
21h30 - Sessão de contos com o "Pior Contador de Histórias do Mundo", Rodolfo Castro
Concertos - João Gentil | Las Çarandas


Sábado, 26 de Julho de 2014
Aldeia de Palaçoulo
10h30 - Visita às indústrias e artesãos de Palaçoulo: tanoaria e cutelaria
Artesãos:
1. - Navalhas Irmãos Pires, Lda. - Facas Artesanais, machadas, canivetes, punhais, cutelos
2. - Francisco Cangueiro& Elsa Cangueiro - Talha em Madeira e Chifre, cutelaria tradicional
3. - José da Cruz Pêra Macias - Cutelaria tradicional
Indústria: 
1. - José Maria Martins, Cutelaria Tradicional de Palaçoulo Lda.- Facas, talheres, navalhas para brindes, artigos de churrasco
2. - Fábrica de Cutelarias Filmam Lda - Navalhas, facas, talheres, conjuntos de trinchar, de cozinha e de facas, cutelos, afiador de facas, tenaz, saca rolhas, …
3. - J.M.Gonçalves - Tanoaria, Lda
4. - Tacopal - Tanoaria e construção civil de Palaçoulo, Lda

13h00 - Almoço na aldeia de Palaçoulo
15h00 - Sesta Burriqueira
15h30 - Actividades na aldeia
- Oficina de percussão tradicional (Associação P. E. D. Gaita-de-Foles e Escola de Música Tradicional do CCRAM1)
- Introdução à Flauta Pastoril de 3 buracos (Luís António Pedraza - inscrição 5€)
- Oficina de Gaita-de-Fole (Víctor Felix e Mario Estanislau - Sons da Música, construtores de instrumentos musicais)
- Dança dos Pauliteiros – Pauliteiros Mirandeses de Palaçoulo (Caramonico – Associação para o Desenvolvimento integrado de Palaçoulo)
- Danças tradicionais Mirandesas (Suzana Ruano – Las Çarandas)
Oficina de Cusco(s) Transmontano (Associação Tarabelo)
- Oficina de construção de burros de cartão (Livraria Gatafunho)
- Percurso pedestre de interpretação da natureza (Paulo Pereira, biológo)
- Elaboração de uma farmácia caseira com base em plantas selvagens (Divulga Caminho - Associação Cultural)
- Identificação de aves do Planalto Mirandês (ATN - Associação da Transumância e Natureza)
- Curso de identificação de libélulas e libelinhas (Associação Tarabelo)
- Laboratório de natureza com observação de espécimes à lupa (Miguel Peixoto, biólogo)
- Cultivo de cogumelos – Repolga Pleurotus ostreatus - produção e inoculação de substratos à base de palha e composto de estrume de burro e pomba (Palombar – Associação para a conservação da natureza e património rural - inscrição 10€ - no final da oficina poderá levar o seu saco inoculado para casa (para posteriormente produzir cogumelos))
- Visita ao Centro de Valorização do Burro de Miranda (AEPGA - Associação para o Estudo e Protecção do Gado Asinino)

Cinantrop - Festival Internacional de Cinema Etnográfico em Ourém


O Município de Ourém recebe nos dias 19 e 20 de julho, o Cinantrop - Festival Internacional de Cinema Etnográfico. Este festival, com sessões a decorrer no Museu Municipal (Casa do Administrador e Torreão do Castelo, na Vila Medieval de Ourém), estimula a exibição pública de curtas-metragens originais e visa contribuir para a preservação e divulgação da identidade das comunidades, com vídeos de interesse etnográfico.

O Cinantrop chega a Ourém depois de passagens por Leiria e Lisboa e pretende promover temas relacionados com a identidade cultural do concelho. Serão exibidas curtas-metragens, em película ou vídeo, submetidas a concurso e avaliadas por um júri. As curtas-metragens apresentadas a concurso passam a fazer parte do arquivo audiovisual do município, possibilitando a sua utilização para fins educativos e de sensibilização sobre o património material e imaterial.

O programa do festival tem início ás 15h00 de sábado (19 de julho) na Casa do Administrador, com a exibição de várias curtas-metragens que viajam por Guiné-Bissau, Moçambique, Espanha, Sahara Ocidental e Brasil. Destaque para a estreia europeia de "A vida que a gente só ouve falar" de Júlia Tami e de documentários sobre o concelho:Pelos cantos de Ourém” (21h30), o retrato de um casal de agricultores residente em Lagoa do Furadouro com realização de Pedro Marques, Rui Gaspar e Telmo Soares e “Contra cena”, a visão de Marco Maurício sobre o mundo do teatro após acompanhar durante um ano o percurso de uma companhia amadora (Grupo de Teatro Apollo – Peras Ruivas, Ourém).
No domingo, a ação passa para o Torreão do Castelo de Ourém que recebe a partir das 15h00 uma curta-metragem passada em Angola e outras cinco sobre diferentes realidades portuguesas. O festival termina com outra exibição oureense: “Ser um Peorth” da autoria de Pedro Dias Reis.
 
 
PROGRAMA CINANTROP
Festival Internacional De Cinema Etnográfico
Ourém
 
SÁBADO
Casa do Administrador – Museu Municipal de Ourém
15h00 – “Kora”
Portugal/Guiné-Bissau, 70 min.
Realização: Jorge Carvalho
Na ficha de catalogação do Museu Nacional de Etnologia de Lisboa resume-se o invulgar objeto mas não se faz ouvir o seu som e toda a história, misticismo, querelas geográficas e percurso etnográfico de um dos mais importantes instrumentos musicais da África Ocidental. O kora é tão importante para esta região africana quanto desconhecido por nós, ocidentais. E enquanto um dos mais importantes repositórios destas culturas, a sua importância continua a ser transmitida pela oralidade, pela palavra do djidiu.
Motivo de orgulho de nações que nasceram de tribos sem fronteiras, existem discrepâncias sobre a origem deste instrumento, com os diferentes países a reclamarem-no como seu. Mas é durante o apogeu do Reino de Kaabú que muitas das lendas sobre a invenção do kora se cruzam. E Kansala, a cidade berço deste imponente reino, localizava-se numa área que atualmente pertence à Guiné-Bissau.
16h10 – “Uma vida mais simples”
Portugal/Moçambique, 39 min.
Realização: Inês Alves
Uma Vida Mais Simples é a vida de uma família em África contada a partir dos filmes em 8mm que o avô da realizadora fez em Moçambique e na África do Sul entre 1954 e 1978; enquanto as imagens passam, os avós recordam aqueles momentos e as muitas histórias que eles encerram.
17h00 – “Western Sahara”
Espanha/Sahara ocidental, 45 min.
Realização: Colectivo Left Hand Rotation
“Western: Sahara” documenta o processo de produção de um trabalho audiovisual participativo nos acampamentos de refugiados saharauis em Tinduf (Argélia). Partindo da elaboração de um trailer como peça de difusão mediática, os participantes imaginam um filme western sobre a criação do estado saharaui.

Entre Margens – Encontro de Tocadores, em Caminha


Música tradicional, saberes e sabores típicos, oficinas de instrumentos musicais e animação das duas margens do Rio Minho são algumas das propostas que Caminha tem para oferecer de 17 a 20 de julho

O Centro Histórico de Caminha prepara-se para acolher o Entre Margens – Encontro de Tocadores de 17 a 20 de julho. Quinta-feira, a partir das 19 horas, são muitas as propostas que este certame, que une as duas regiões da Ribeira Minho, tem para oferecer, com destaque para a música tradicional, saberes e sabores típicos, oficinas de instrumentos musicais e animação constante a cargo de mais de 20 grupos. O certame abre portas às 19 horas e a cerimónia de abertura vai decorrer às 22 horas, no Largo Calouste Gulbenkian.

O Entre Margens – Encontro de Tocadores é uma das novidades do cartaz de animação de Verão. O que se pretende é propor a quem o visita uma viagem pela ancestralidade dos sons, que ao longo dos tempos marcaram a cultura da região transfronteiriça da Ribeira Minho, com destaque para o instrumento musical e a música tradicional. Este certame vai juntar as artes, os sabores e os saberes.

Assim, durante quatro dias as escolhas são muitas. Gastronomia, através da degustação das iguarias da gastronomia Minho – Galiza, mostra de produtos tradicionais, mostra de luthiers (construtores de instrumentos tradicionais) animação, oficinas - encontro de tocadores, feira do livro, artesanato e exposições são as propostas deste certame das duas regiões da Ribeira Minho.

O certame vai também estender-se por todo o centro histórico de Caminha nomeadamente a Praça Conselheiro Silva Torres, os largos Calouste Gulbenkian, Fetal Carneiro e do Turismo, e as ruas D. Nuno Alvares Pereira, 16 de Setembro, Visconde Sousa Rego, de São João e Ricardo Joaquim de Sousa.

Um dos destaques do certame é a gastronomia a Mostra de Produtos Tradicionais vai incidir nas tradições, petiscos e tapas da Ribeira Minho. Aqui, vai ser possível degustar os mais variados sabores tradicionais da Ribeira Minho.

O espaço do artífice ou “Mostra de Luthiers” é outra das atrações do evento. As Arcadas dos Paços do Concelho vão transformar-se em verdadeiros espaços de artífices onde o visitante poderá visualizar “in loco” os construtores de instrumentos musicais tradicionais, bem como adquirir os instrumentos em exposição.

As oficinas - Encontro de Tocadores também dão mote a este certame que une as duas margens do Rio Minho. Na verdade, vão realizar-se oficinas de concertina, gaita de fole, percussão, cavaquinho & baraguesa, cantos polifónicos e danças do minho, com tocadores, cantoras, bailador com formação específica nas várias áreas. Estas oficinas vão decorrer no sábado e no domingo.

Os “zés pereiras” e as “treboadas galegas” vão ser alvo de duas palestras a cargo de Napoleão Ribeiro e Xerardo F. Santomé, respetivamente.

O programa de animação também promete. São mais de 20 os grupos de Portugal e da Galiza que vão passar pelos vários palcos e pelas ruas do centro histórico. Ainda no que respeita à animação destacam-se os concertos com a banda galega Riobó, com os Galandum Galundaina e com o grupo galego Lirolai e ainda as Jam Sessions e Baile ao Improviso.

Feira do livro patente no edifício da Câmara Municipal, Mostra de Artesanato na Rua 16 de Setembro e exposições de artes plásticas no Largo do Turismo também dão cor a este certame.

Recorda-se que o Entre Margens – Encontro de Tocadores é a 4 estrela do “verão 5 estrelas” que o Município tem para oferecer aos munícipes e visitantes esta época estival. A próxima estrela e última do mês de julho é a Feira Medieval de Caminha que vai decorrer de 23 a 27 de julho.

Este evento é organizado pela Câmara Municipal de Caminha e pela Junta de Freguesia de Caminha e Vilarelho e conta com parceria da Associação PédeXumbo e da Associação Coreto.
 
Veja o Programa>>>

Feirão em Andorra com gastronomia típica e cultura tradicional portuguesa

No passado dia 5 de Julho, a Praça Guillemó de Andorra la Vella, capital do Principado de Andorra, acolheu o primeiro mercado tradicional português ambientado em meados do século passado, vulgarmente conhecido como o Feirão.

O evento gastronómico e cultural contou com a colaboração do Comú (Câmara) de Andorra la Vella e foi transmitido em direto pela Rádio Ondas de Portugal, através da internet.

O Feirão iniciou-se às 11 horas e, em pouco mais de uma hora, os produtos mais apreciados pelos visitantes, como a broa de milho, o azeite, bolinhos de bacalhau ou os enchidos tinham esgotado, o brigando os organizadores a recorrerem ao reabastecimento.

A praça das Arcadas, como é conhecida no país, converteu-se, durante horas, numa feira portuguesa à “moda” antiga, distribuída em cinco zonas diferenciadas: produtos hortícolas colhidos nas hortas do Principado e oferecidos pelos elementos do Grupo, artesanato confecionado pelos elementos do Grupo, enchidos e pão típico, doces e pastelaria portuguesa, licores e vinhos que se puderam provar numa tasca onde se podia também saborear bolinhos e pataniscas de bacalhau, entre outras iguarias.

Para dinamizar o Feirão, foram convidados diferentes grupos portugueses no Principado, nomeadamente a Rusga dos Amigos da Radio Ondas de Portugal, o Grupo de Concertinas do Alto Minho e o Grupo de Cavaquinhos da Penya Encarnada, que, com as suas músicas tradicionais, proporcionaram momentos de convívio.

Às 16 horas, o Grupo de Folclore da Casa de Portugal foi o encarregado de finalizar o Feirão, apresentando danças do seu reportório e convidando, no final, todos os assistentes a dançarem o Vira Geral.

Um encontro de promoção da cultura tradicional e gastronómica em Andorra, que deixou os seus promotores muito satisfeitos pelo resultado obtido e que os motiva a continuarem a promover esta iniciativa no próximo ano.

Oficina de Cusco(s) Transmontano

Nos próximos dias 28 e 29 de Junho, na aldeia de Fresulfe, concelho de Vinhais (Parque Natural de Montesinho), a Associação Tarabelo vai realizar uma nova actividade para celebrar a existência do CUSCO(S) tradicional transmontano!

O cusco(s) é um alimento que ainda hoje continua a produzido em algumas aldeias no concelho de Vinhais, a partir da variedade de trigo barbela. Esse produto alimentar terá provavelmente chegado ao nosso país através da influência magrebina e pelas práticas alimentares da comunidade judaica que encontrou, no passado, refúgio em território transmontano.

Este saboroso recurso gastronómico encerra histórias e saberes ancestrais, que pretendemos dar a conhecer a todos/as.

Informação sobre a elaboração do cusco(s): aqui.

Contamos com a presença de todos/as para valorizar este ofício tradicional e as corajosas mulheres que têm, até hoje, sabido defendê-lo!

PROGRAMA

28 de Junho, Sábado
09h30 - Apresentação do cusco(s) e as suas etapas de confecção. Início da oficina do cusco(s);
13h00 - Almoço;
14h00 - Continuação dos trabalhos;
20h00 - Jantar convívio;
21h00 - Projecção de filme.

29 de Junho, Domingo
10h00 - Cozinha experimental: confecção de pratos com cusco(s);
13h00 - Almoço campestre na praia fluvial de Fresulfe;
14h30 - Passeio pedestre;
17h00 - Encerramento da actividade.

FORMADORA: Maria Fernanda Afonso.
APOIO: União de Freguesias de Soeira, Fresulfe e Mofreita.

Para apoiar a realização desta actividade de dois dias e os custos logísticos a ela associados, pedimos o donativo de 15 "Cuscos" para sócios/as e para não sócios/as o donativo de 20 "Cuscos". Para ambos os casos encontra-se incluído o almoço do domingo, com pratos associados ao cusco.

Inscrições e mais informações
Tel.: (351) 939 719 710
e-mail: associacaotarabelo@gmail.com  

Festivais de Folclore, Feiras, Festas, Romarias, Feriados Municipais, Datas Comemorativas, Calendário Agrícola e Provérbios sobre o mês de Junho


Sobre este mês de Junho, “mêsdos Santos Populares”, o Portal do Folclore Português divulga inúmeras informações sobre diversos temas.

Vamos tentar sistematizar, de forma simples, e para que todos possam aceder aos assuntos que mais lhes interessam, esses mesmos temas:

1.- Festivais de Folclore
Os Festivais de Folclore, independentemente da designação formal que possam assumir (Encontros, Mostras, Galas, Certames, Festas, etc.), são, essencialmente, manifestações públicas de arte tradicional popular, onde os Grupos participantes têm oportunidade de mostrar a todos os presentes as danças, cantares e instrumentos musicais, os trajes e adereços, assim como os usos, costumes e tradições características das respectivas regiões.

Conheça alguns dos Festivais de Folclore, que se vão realizar neste mês de Junho!

2.- Feiras
Anualmente, todos os meses ou com outra periodicidade, realizam-se, de Norte a Sul de Portugal Continental e nas Regiões Autónomas dos Açores e da Madeira, inúmeras Feiras e outras iniciativas dedicadas a temas diversificados, com destaque para o Artesanato, a Gastronomia – onde se incluem os Festivais ou Semanas Gastronómicas, etc -, os Produtos Regionais e Locais (Fumeiro e Enchidos, Doçaria, Vinhos, Azeite, Mel, Cerejas, Castanhas, etc.), sem esquecer as Feiras Medievais ou as Feiras Históricas

Algumas das Feiras que se realizam no mês de Junho

3.- Festas e Romarias
As Festas e Romarias são um traço típico da cultura popular e tradicional do nosso povo. Estas manifestações, extremamente numerosas e variadas, acontecem um pouco por todo o país, e fazem parte das tradições e memórias de um povo que luta para manter actual a cultura secular que lhe confere uma identidade muito própria.  

As Romarias são festas em honra de um santo patrono, que incluem simultaneamente duas dimensões que, mais do que se oporem, se complementam: a dimensão religiosa, com os seus aspectos mais característicos: o cumprimento das promessas individuais ao santo, a missa com o sermão solene e a procissão, e a dimensão profana, para a qual contribuem a feira (de gado e não só), com as características barracas de venda de artigos variados, de “comes e bebes”, assim como as diversões, a música e os bailaricos.

4.- Feriados Municipais
Actualmente, Portugal é constituído por 308 concelhos, alguns mais antigos do que o próprio país. Cada sede de concelho, seja vila ou cidade, celebra, anualmente, uma festa, normalmente relacionada com uma data ou facto da respectiva história: é o Feriado Municipal.

5.- Datas comemorativas em Junho.

6.- Conheça alguns Provérbios sobre o mês de Junho.

7.- Saiba o que recomenda o Calendário Agrícola sobre o que pode ou deve fazer neste mês de Junho, na horta, no pomar, no campo, no jardim, na vinha, na adega, com os animais...

São João bracarense, visto de outras janelas. Testemunhos e reflexões comparativas


etnomusicólogo José Sardinha
O etnomusicólogo José Sardinha, conselheiro da Fundação INATEL e do Comité Internacional organizador de Festivais de Folclore (CIOFF/UNESCO), uma referência a nível nacional e internacional, na área da música de matriz popular tradicional portuguesa e demais tradições etnográficas, foi um dos quatro convidados da 74ª edição dos "Serões no Burgo/Tertúlias Rusgueiras", que teve como tema, "São João bracarense, visto de outras janelas. Testemunhos e reflexões comparativas", e que se realizou no dia passado dia 6 de Junho, pelas 21h:30, na sede social da Rusga de São Vicente de Braga, sita na Av. Artur Soares (Palhotas), nº 73 - Braga.

Desde 1998, que este investigador, com o maior arquivo sonoro ao nível do trabalho de 'Levantamento/Recolha' nacional, tem rumado até Braga, por ocasião dos festejos Sanjoaninos, tendo em vista proceder a um estudo comparativo por via dupla. Por um lado, observar e analisar, na linha do tempo, os referidos festejos e, por outro, proceder a um estudo comparativo, face a outras festas e/ou romarias, enquanto festividades de natureza concelhia.

Para além daquele investigador, o painel de convidados contou ainda com a participação de Laurinda Figueiras, Presidente da Ronda Típica da Meadela, Viana do Castelo, grupo este que, tem participado activa e entusiasticamente na 'Rusga do século XXI', de Carlos Alves Rêgo, da Cooperativa A Oficina CIPRL, Guimarães, e ex-dirigente associativo e Alberto Rêgo, Presidente do Grupo Etnográfico da Areosa, Viana, membro da Associação VIANA FESTAS e também, conselheiro CIOFF/UNESCO.
Tal como vem sendo habitual, a moderação da seranzada foi da responsabilidade de José Pinto, presidente da Rusga. 

Os três momentos artísticos que o alinhamento dos Serões/Tertúlias contemplam, foram da responsabilidade das Rusgas de São Vicente de Braga (séculos XX e XXI).
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