No passado dia 5 de Julho,
a Praça Guillemó de Andorra la Vella, capital do Principado de Andorra, acolheu
o primeiro mercado tradicional português ambientado em meados do século
passado, vulgarmente conhecido como o Feirão.
O evento gastronómico e
cultural contou com a colaboração do Comú (Câmara) de Andorra la Vella e foi
transmitido em direto pela Rádio Ondas de Portugal, através da internet.
O Feirão iniciou-se às 11
horas e, em pouco mais de uma hora, os produtos mais apreciados pelos
visitantes, como a broa de milho, o azeite, bolinhos de bacalhau ou os enchidos
tinham esgotado, o brigando os organizadores a recorrerem ao reabastecimento.
A praça das Arcadas, como
é conhecida no país, converteu-se, durante horas, numa feira portuguesa à
“moda” antiga, distribuída em cinco zonas diferenciadas: produtos hortícolas
colhidos nas hortas do Principado e oferecidos pelos elementos do Grupo,
artesanato confecionado pelos elementos do Grupo, enchidos e pão típico, doces
e pastelaria portuguesa, licores e vinhos que se puderam provar numa tasca onde
se podia também saborear bolinhos e pataniscas de bacalhau, entre outras
iguarias.
Para dinamizar o Feirão,
foram convidados diferentes grupos portugueses no Principado, nomeadamente a
Rusga dos Amigos da Radio Ondas de Portugal, o Grupo de Concertinas do Alto
Minho e o Grupo de Cavaquinhos da Penya Encarnada, que, com as suas músicas tradicionais,
proporcionaram momentos de convívio.
Às 16 horas, o Grupo de
Folclore da Casa de Portugal foi o encarregado de finalizar o Feirão,
apresentando danças do seu reportório e convidando, no final, todos os
assistentes a dançarem o Vira Geral.
Um encontro de promoção da
cultura tradicional e gastronómica em Andorra, que deixou os seus promotores
muito satisfeitos pelo resultado obtido e que os motiva a continuarem a
promover esta iniciativa no próximo ano.
Oficina de Cusco(s) Transmontano
Nos próximos dias 28 e 29
de Junho, na aldeia de Fresulfe, concelho de Vinhais (Parque Natural de
Montesinho), a Associação Tarabelo vai realizar uma nova actividade para
celebrar a existência do CUSCO(S) tradicional transmontano!
O cusco(s) é um alimento que ainda hoje continua a produzido em algumas aldeias no concelho de Vinhais, a partir da variedade de trigo barbela. Esse produto alimentar terá provavelmente chegado ao nosso país através da influência magrebina e pelas práticas alimentares da comunidade judaica que encontrou, no passado, refúgio em território transmontano.
Este saboroso recurso gastronómico encerra histórias e saberes ancestrais, que pretendemos dar a conhecer a todos/as.
Informação sobre a elaboração do cusco(s): aqui.
Contamos com a presença de todos/as para valorizar este ofício tradicional e as corajosas mulheres que têm, até hoje, sabido defendê-lo!
PROGRAMA
28 de Junho, Sábado
09h30 - Apresentação do cusco(s) e as suas etapas de confecção. Início da oficina do cusco(s);
13h00 - Almoço;
14h00 - Continuação dos trabalhos;
20h00 - Jantar convívio;
21h00 - Projecção de filme.
29 de Junho, Domingo
10h00 - Cozinha experimental: confecção de pratos com cusco(s);
13h00 - Almoço campestre na praia fluvial de Fresulfe;
14h30 - Passeio pedestre;
17h00 - Encerramento da actividade.
FORMADORA: Maria Fernanda Afonso.
APOIO: União de Freguesias de Soeira, Fresulfe e Mofreita.
Para apoiar a realização desta actividade de dois dias e os custos logísticos a ela associados, pedimos o donativo de 15 "Cuscos" para sócios/as e para não sócios/as o donativo de 20 "Cuscos". Para ambos os casos encontra-se incluído o almoço do domingo, com pratos associados ao cusco.
Inscrições e mais informações
Tel.: (351) 939 719 710
e-mail: associacaotarabelo@gmail.com
O cusco(s) é um alimento que ainda hoje continua a produzido em algumas aldeias no concelho de Vinhais, a partir da variedade de trigo barbela. Esse produto alimentar terá provavelmente chegado ao nosso país através da influência magrebina e pelas práticas alimentares da comunidade judaica que encontrou, no passado, refúgio em território transmontano.
Este saboroso recurso gastronómico encerra histórias e saberes ancestrais, que pretendemos dar a conhecer a todos/as.
Informação sobre a elaboração do cusco(s): aqui.
Contamos com a presença de todos/as para valorizar este ofício tradicional e as corajosas mulheres que têm, até hoje, sabido defendê-lo!
PROGRAMA
28 de Junho, Sábado
09h30 - Apresentação do cusco(s) e as suas etapas de confecção. Início da oficina do cusco(s);
13h00 - Almoço;
14h00 - Continuação dos trabalhos;
20h00 - Jantar convívio;
21h00 - Projecção de filme.
29 de Junho, Domingo
10h00 - Cozinha experimental: confecção de pratos com cusco(s);
13h00 - Almoço campestre na praia fluvial de Fresulfe;
14h30 - Passeio pedestre;
17h00 - Encerramento da actividade.
FORMADORA: Maria Fernanda Afonso.
APOIO: União de Freguesias de Soeira, Fresulfe e Mofreita.
Para apoiar a realização desta actividade de dois dias e os custos logísticos a ela associados, pedimos o donativo de 15 "Cuscos" para sócios/as e para não sócios/as o donativo de 20 "Cuscos". Para ambos os casos encontra-se incluído o almoço do domingo, com pratos associados ao cusco.
Inscrições e mais informações
Tel.: (351) 939 719 710
e-mail: associacaotarabelo@gmail.com
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Divulgação de iniciativas,
Gastronomia,
Trás-os-Montes
Festivais de Folclore, Feiras, Festas, Romarias, Feriados Municipais, Datas Comemorativas, Calendário Agrícola e Provérbios sobre o mês de Junho
Sobre
este mês de Junho, “mêsdos Santos Populares”, o Portal do Folclore Português divulga inúmeras
informações sobre diversos temas.
Vamos
tentar sistematizar, de forma simples, e para que todos possam aceder aos
assuntos que mais lhes interessam, esses mesmos temas:
1.-
Festivais de Folclore
Os
Festivais de Folclore, independentemente da designação formal que possam
assumir (Encontros, Mostras, Galas, Certames, Festas, etc.), são,
essencialmente, manifestações públicas de arte tradicional popular, onde
os Grupos participantes têm oportunidade de mostrar a todos os presentes as danças,
cantares
e instrumentos musicais, os trajes e adereços,
assim como os usos,
costumes e tradições características das respectivas regiões.
Conheça alguns
dos Festivais de Folclore, que se vão realizar neste mês de Junho!
2.-
Feiras
Anualmente, todos os meses ou com outra
periodicidade, realizam-se, de Norte a Sul de Portugal Continental e nas
Regiões Autónomas dos Açores e da Madeira, inúmeras Feiras e outras iniciativas
dedicadas a temas diversificados, com destaque para o Artesanato, a Gastronomia
– onde se incluem os Festivais ou Semanas Gastronómicas, etc -, os Produtos
Regionais e Locais (Fumeiro e Enchidos, Doçaria, Vinhos, Azeite, Mel,
Cerejas, Castanhas, etc.), sem esquecer as Feiras
Medievais ou as Feiras Históricas…
Algumas das Feiras que se realizam no mês de Junho…
3.-
Festas e Romarias
As Festas e Romarias são um
traço típico da cultura popular e tradicional do nosso povo. Estas
manifestações, extremamente numerosas e variadas, acontecem um pouco por todo o
país, e fazem parte das tradições e memórias de um povo que luta para manter
actual a cultura secular que lhe confere uma identidade muito própria.
As Romarias
são festas em honra de um santo patrono, que incluem simultaneamente duas
dimensões que, mais do que se oporem, se complementam: a dimensão religiosa,
com os seus aspectos mais característicos: o cumprimento das promessas
individuais ao santo, a missa com o sermão solene e a procissão, e a dimensão
profana, para a qual contribuem a feira (de gado e não só), com as
características barracas de venda de artigos variados, de “comes e bebes”,
assim como as diversões, a música e os bailaricos.
4.-
Feriados Municipais
Actualmente, Portugal é constituído por 308
concelhos, alguns mais antigos do que o próprio país. Cada sede de concelho,
seja vila ou cidade, celebra, anualmente, uma festa, normalmente relacionada
com uma data ou facto da respectiva história: é o Feriado Municipal.
5.- Datas comemorativas em Junho.
6.- Conheça alguns Provérbios sobre o mês de Junho.
7.- Saiba o que recomenda
o Calendário Agrícola sobre o que
pode ou deve fazer neste mês de Junho, na
horta, no pomar, no campo, no jardim, na vinha, na adega, com os animais...
São João bracarense, visto de outras janelas. Testemunhos e reflexões comparativas
O
etnomusicólogo José Sardinha,
conselheiro da Fundação INATEL e do Comité Internacional organizador de
Festivais de Folclore (CIOFF/UNESCO), uma referência a nível nacional e
internacional, na área da música de matriz popular tradicional portuguesa e
demais tradições etnográficas, foi um dos quatro convidados da 74ª edição dos
"Serões no Burgo/Tertúlias Rusgueiras", que teve como tema, "São
João bracarense, visto de outras janelas. Testemunhos e reflexões
comparativas", e que se realizou no dia passado dia 6 de
Junho, pelas 21h:30, na sede social da Rusga de São Vicente de Braga, sita na
Av. Artur Soares (Palhotas), nº 73 - Braga.
Desde 1998, que este investigador, com o maior arquivo sonoro ao nível do trabalho de 'Levantamento/Recolha' nacional, tem rumado até Braga, por ocasião dos festejos Sanjoaninos, tendo em vista proceder a um estudo comparativo por via dupla. Por um lado, observar e analisar, na linha do tempo, os referidos festejos e, por outro, proceder a um estudo comparativo, face a outras festas e/ou romarias, enquanto festividades de natureza concelhia.
Para além daquele investigador, o painel de convidados contou ainda com a participação de Laurinda Figueiras, Presidente da Ronda Típica da Meadela, Viana do Castelo, grupo este que, tem participado activa e entusiasticamente na 'Rusga do século XXI', de Carlos Alves Rêgo, da Cooperativa A Oficina CIPRL, Guimarães, e ex-dirigente associativo e Alberto Rêgo, Presidente do Grupo Etnográfico da Areosa, Viana, membro da Associação VIANA FESTAS e também, conselheiro CIOFF/UNESCO.
Tal como vem sendo habitual, a moderação da seranzada foi da responsabilidade de José Pinto, presidente da Rusga.
Desde 1998, que este investigador, com o maior arquivo sonoro ao nível do trabalho de 'Levantamento/Recolha' nacional, tem rumado até Braga, por ocasião dos festejos Sanjoaninos, tendo em vista proceder a um estudo comparativo por via dupla. Por um lado, observar e analisar, na linha do tempo, os referidos festejos e, por outro, proceder a um estudo comparativo, face a outras festas e/ou romarias, enquanto festividades de natureza concelhia.
Para além daquele investigador, o painel de convidados contou ainda com a participação de Laurinda Figueiras, Presidente da Ronda Típica da Meadela, Viana do Castelo, grupo este que, tem participado activa e entusiasticamente na 'Rusga do século XXI', de Carlos Alves Rêgo, da Cooperativa A Oficina CIPRL, Guimarães, e ex-dirigente associativo e Alberto Rêgo, Presidente do Grupo Etnográfico da Areosa, Viana, membro da Associação VIANA FESTAS e também, conselheiro CIOFF/UNESCO.
Tal como vem sendo habitual, a moderação da seranzada foi da responsabilidade de José Pinto, presidente da Rusga.
Os
três momentos artísticos que o alinhamento dos Serões/Tertúlias contemplam,
foram da responsabilidade das Rusgas de São Vicente de Braga (séculos XX e
XXI).
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Iniciativas,
Minho
Memórias, Turismo e Trajes tradicionais - Nazaré
Memórias, Turismo e Trajes tradicionais
31
maio | 15 horas
Local: Auditório da Biblioteca Municipal da Nazaré
Local: Auditório da Biblioteca Municipal da Nazaré
Encontro dedicado ao traje tradicional em Portugal, promovendo a
reflexão sobre o seu papel identitário e de construção memorial, bem como os
seus usos turísticos, o que se articula com as vivências comunitárias e as
preocupações subjacentes ao inventário do património cultural imaterial.
Oradores:
Paulo Ferreira da Costa | Direção Geral
do Património Cultural
João Alpuim Botelho | Museu Bordalo Pinheiro – Câmara Municipal de Lisboa
Madalena Braz Teixeira | Investigadora sobre traje tradicional
José Maria Trindade | Instituto Politécnico de Leiria
Cristina Luz | Câmara Municipal da Nazaré – Turismo
João Alpuim Botelho | Museu Bordalo Pinheiro – Câmara Municipal de Lisboa
Madalena Braz Teixeira | Investigadora sobre traje tradicional
José Maria Trindade | Instituto Politécnico de Leiria
Cristina Luz | Câmara Municipal da Nazaré – Turismo
Este
colóquio insere-se na exposição “Como se veste a Nazaré? A tradição
hoje”, organizada pelo Museu Dr. Joaquim Manso
/ Museu da Nazaré e patente ao público entre 18 de maio e 15 de junho, no
Centro Cultural da Nazaré.
Presença de costureiras do traje tradicional da Nazaré.
Presença de costureiras do traje tradicional da Nazaré.
Organização: Museu Dr. Joaquim Manso – Nazaré
Colaboração: Câmara Municipal da Nazaré, CEPAE –
Centro de Património da Estremadura
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Turismo
Dia dos Moinhos Abertos
A
Associação Tarabelo vai integrar o evento «Dia dos Moinhos Abertos», de 5 a 6
de Abril, nos moinhos das aldeias de Prada e Tuizelo, passando ainda pela Vila
de Vinhais, para o espectáculo de marionetas: a Casa dos Ventos!
Programa
5 de Abril, Sábado
Aldeia de Prada (Vinhais), pelas 09h30
Percurso Pedestre até ao Moinho de Prada acompanhado de burros;
Moenda tradicional pelos habitantes;
Partilha de histórias e saber;
Almoço-convívio;
Oficina de pão no forno comunitário.
Vila de Vinhais (Centro Cultural Solar dos Condes de Vinhais), pelas 21h30
Espectáculo de Companhia Teatro e Marionetas de Mandrágora “Casa dos Ventos” - http://www.marionetasmandragora.com (apoio da Câmara Municipal de Vinhais)
6 de Abril, Domingo
Aldeia de Tuizelo (Vinhais), pelas 10h00
Passeio pedestre até ao moinho de Tuizelo;
Inauguração do moinho com apresentação de projecto de recuperação do mesmo em parceria com Associação Palombar, Junta de Freguesia de Tuizelo e Câmara Municipal de Vinhais. Moenda;
Almoço-convívio;
Percurso pedestre ao Moinho de Quadra;
Moenda.
Encerramento da actividade
Programa
5 de Abril, Sábado
Aldeia de Prada (Vinhais), pelas 09h30
Percurso Pedestre até ao Moinho de Prada acompanhado de burros;
Moenda tradicional pelos habitantes;
Partilha de histórias e saber;
Almoço-convívio;
Oficina de pão no forno comunitário.
Vila de Vinhais (Centro Cultural Solar dos Condes de Vinhais), pelas 21h30
Espectáculo de Companhia Teatro e Marionetas de Mandrágora “Casa dos Ventos” - http://www.marionetasmandragora.com (apoio da Câmara Municipal de Vinhais)
6 de Abril, Domingo
Aldeia de Tuizelo (Vinhais), pelas 10h00
Passeio pedestre até ao moinho de Tuizelo;
Inauguração do moinho com apresentação de projecto de recuperação do mesmo em parceria com Associação Palombar, Junta de Freguesia de Tuizelo e Câmara Municipal de Vinhais. Moenda;
Almoço-convívio;
Percurso pedestre ao Moinho de Quadra;
Moenda.
Encerramento da actividade
Participação
gratuita
Organização: Associação Tarabelo e Rede Portuguesa de Moinhos
Apoios: Junta de Freguesia de Vila Verde, Junta de Freguesia de Tuizelo, Câmara Municipal de Vinhais, Infovinhais
Inscrições e mais informações: associacaotarabelo@gmail.com ou 00351 93 971 97 10
Organização: Associação Tarabelo e Rede Portuguesa de Moinhos
Apoios: Junta de Freguesia de Vila Verde, Junta de Freguesia de Tuizelo, Câmara Municipal de Vinhais, Infovinhais
Inscrições e mais informações: associacaotarabelo@gmail.com ou 00351 93 971 97 10
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Divulgação de iniciativas
«Conversas de Folclore» sobre a Tradição Poético-Musical: Repentismo
Com o
objectivo geral de formar e sensibilizar os membros dos Grupos de Folclore para
a importância do Improviso/Despique na
tradição popular Madeirense, e a necessidade da respectiva recolha e preservação,
vai realizar-se uma acção de formação integrada nas «Conversas de Folclore»
sobre a Tradição Poético-Musical:
Repentismo.
Esta
iniciativa, realizada no âmbito do projecto de formação da Associação de Folclore e Etnografia da Região Autónoma da Madeira
(AFERAM), vai ter lugar no próximo dia 5 de Abril de 2014, Sábado, no Centro
Cívico do Caniçal, pelas 10 horas, e terá como formador o professor Mário
André.
O professor
Mário André está ligado à maior parte das experiências de recuperação da
música tradicional na ilha da Madeira. É compositor, professor de
música e mentor do conhecido grupo Banda d´além.
Com esta formação pretende-se:
- Reflectir sobre o trabalho desenvolvido na Madeira neste âmbito.
- Incentivar os grupos de folclore para a importância do Repentismo, o seu estudo e registo, tendo como base os documentos históricos existentes;
- Reflectir sobre o trabalho desenvolvido na Madeira neste âmbito.
- Incentivar os grupos de folclore para a importância do Repentismo, o seu estudo e registo, tendo como base os documentos históricos existentes;
As inscrições estão abertas para os elementos
dos Grupos de Folclore e todos os interessados na cultura popular tradicional,
em particular neste género musical.
Inscrições
através do email: aferam.madeira@gmail.com
ou do telemóvel: 969033453.
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AFERAM,
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