O Dr. Carlos Gomes, a quem agradecemos, enviou-nos algumas fotos que passamos a reproduzir:
Rancho Tradicional de Cinfães presente no Museu de Arte Popular - Lisboa
O Rancho Tradicional de Cinfães, com sede em Lisboa, participou, no passado dia 16 de Abril, na reedição do Mercado de Primavera, realizado no Museu de Arte Popular, divulgando a cultura popular do concelho de Cinfães, através dos trajes, dos cantares, das danças e de representações etno-folclóricas.
O Dr. Carlos Gomes, a quem agradecemos, enviou-nos algumas fotos que passamos a reproduzir:
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Festival Internacional de Folclore do Concelho de Almeirim - Abril de 2012
SPOT PROMOCIONAL
Festival Internacional de Folclore do Concelho de Almeirim
21 a 24 de Abril de 2012
21 a 24 de Abril de 2012
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Museu de Arte Popular – Lisboa: Memórias resgatadas em direcção ao futuro!
Está a decorrer neste fim-de-semana (15 a 17 de Abril), no Museu de Arte Popular – Lisboa, uma reedição do antigo Mercado da Primavera.
“(…) Resgatámos memórias e buscámos novos caminhos para construir a História deste Museu, pois queremos alicerçar, solidamente, o seu futuro, consolidando um destino, uma vocação.
Procurámos conhecer melhor os actores desta construção; recuámos no Tempo. Hoje, contamos, incondicionalmente, com a participação de todos vós, os novos actores.
Chamámos construtores do MAP aos discípulos de uma identidade nacional de raiz romântica que, cedo ou tarde, foram os actores da afirmação de uma outra identidade já nos primórdios de 1930, dentro de uma modernidade igualmente nacionalista, que, desta feita, metamorfoseada pela batuta da Política do espírito e da assumpção da arte popular, projectou uma imagem desse Portugal.
Nos fundadores da genealogia dos construtores do MAP, os românticos que forjavam uma identidade nacional, encontrámos a génese para a compreensão deste Museu. Nos ideólogos da Política do Espírito reencontrámos a metamorfose dos ideais nacionalistas e da sua produção.(…)”
A Directora do Museu de Arte Popular
Arqª Andreia Galvão
in folheto da exposição “Os Construtores do MAP. Museu em Construção”
“(…) Resgatámos memórias e buscámos novos caminhos para construir a História deste Museu, pois queremos alicerçar, solidamente, o seu futuro, consolidando um destino, uma vocação.
Procurámos conhecer melhor os actores desta construção; recuámos no Tempo. Hoje, contamos, incondicionalmente, com a participação de todos vós, os novos actores.
Chamámos construtores do MAP aos discípulos de uma identidade nacional de raiz romântica que, cedo ou tarde, foram os actores da afirmação de uma outra identidade já nos primórdios de 1930, dentro de uma modernidade igualmente nacionalista, que, desta feita, metamorfoseada pela batuta da Política do espírito e da assumpção da arte popular, projectou uma imagem desse Portugal.
Nos fundadores da genealogia dos construtores do MAP, os românticos que forjavam uma identidade nacional, encontrámos a génese para a compreensão deste Museu. Nos ideólogos da Política do Espírito reencontrámos a metamorfose dos ideais nacionalistas e da sua produção.(…)”
A Directora do Museu de Arte Popular
Arqª Andreia Galvão
in folheto da exposição “Os Construtores do MAP. Museu em Construção”
À entrada do Museu de Arte Popular
Um "Lenço dos Namorados"
A "Capa de Honra" Mirandesa
e exemplares de olaria (Barros de Bisalhães?)
A Arqª Andreia Galvão é a actual Directora do Museu de Arte Popular
Fotos disponibilizadas pelo Dr. Carlos Gomes
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Festival Internacional de Folclore Rio 2011 - Apresentação
Festival Internacional de Folclore Rio 2011
Barcelos - 21 de Julho a 1 de Agosto
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Festivais de Folclore
Meses do ano: ABRIL
Entrados no mês de Abril, e já tendo passado o dia 1 deste mês (conhecido como o 'Dia das Mentiras'), lembramos que ABRIL vem do latim aprilis que, por sua vez, deriva do verbo aperire, que significa abrir, sendo o único dos meses cuja denominação faz lembrar a estação em que o colocaram, referindo-se ao abrir das flores na Primavera. Se quiser saber mais acerca deste mês>>>
Neste mês, este ano, os católicos celebram a Semana Santa e a Páscoa. Por todo o país, particularmente no Norte e no Centro, realizam-se inúmeras celebrações e actividades tradicionais, das quais destacamos: a ementa das almas, a serração da velha (entre outros usos, costumes e tradições), e, em particular, a Semana Santa em Braga e a Quaresma na Beira Baixa.
O Calendário Agrícola lembra-nos que, durante o mês de Abril, devemos “Proceder à preparação das terras destinadas às próximas sementeiras. Para aceleração das ervas daninhas devem-se lavrar e gradar as terras de pousio.” Não esquecer que, para além dos trabalhos no campo, também há muito que fazer na vinha, na horta, no pomar, no jardim, na adega e com os animais.
Neste mês de Abril, vamos celebrar o Dia da Aviação e Cosmonáutica, o Dia Mundial da Hemofilia e o Dia Internacional da Terra, entre outros.
No dia 20 de Abril de 1570 realizou-se, pela primeira vez, a Procissão de Nossa Senhora da Saúde, em Lisboa, como acção de graças por ter terminado a peste no Reino.
Não esquecer que neste mês, há outras datas comemorativas e efemérides que importa celebrar.
Diz o povo que “Se não chove em Abril, perde o lavrador couro e quadril.” Mas há outros provérbios que também se referem, com mais ou menos propriedade, a este mês. Quem estiver interessado, pode conhecer Provérbios, Adágios e Ditados Populares sobre outros meses e/ou sobre outros assuntos.
Quem nasceu entre os dias 1 e 20 de Abril está sob o signo Carneiro: “Os nativos deste signo são prudentes, activos, dedicados, entusiastas e persistentes. As suas principais falhas são: exagerados, vingativos, irritadiços e inconstantes.” Mas quem nasceu entre os dias 21 e 30 de Abril já pertence ao signo Touro: “Os nativos deste signo são inteligentes, voluntariosos, fiéis, generosos e enérgicos. As suas principais falhas são: vingativos, vaidosos, violentes e impiedosos”. Há 100 anos havia diversas superstições e crendices acerca do mês de Março e destes signos: Carneiro e Touro
Neste mês, este ano, os católicos celebram a Semana Santa e a Páscoa. Por todo o país, particularmente no Norte e no Centro, realizam-se inúmeras celebrações e actividades tradicionais, das quais destacamos: a ementa das almas, a serração da velha (entre outros usos, costumes e tradições), e, em particular, a Semana Santa em Braga e a Quaresma na Beira Baixa.
O Calendário Agrícola lembra-nos que, durante o mês de Abril, devemos “Proceder à preparação das terras destinadas às próximas sementeiras. Para aceleração das ervas daninhas devem-se lavrar e gradar as terras de pousio.” Não esquecer que, para além dos trabalhos no campo, também há muito que fazer na vinha, na horta, no pomar, no jardim, na adega e com os animais.
Neste mês de Abril, vamos celebrar o Dia da Aviação e Cosmonáutica, o Dia Mundial da Hemofilia e o Dia Internacional da Terra, entre outros.
No dia 20 de Abril de 1570 realizou-se, pela primeira vez, a Procissão de Nossa Senhora da Saúde, em Lisboa, como acção de graças por ter terminado a peste no Reino.
Não esquecer que neste mês, há outras datas comemorativas e efemérides que importa celebrar.
Diz o povo que “Se não chove em Abril, perde o lavrador couro e quadril.” Mas há outros provérbios que também se referem, com mais ou menos propriedade, a este mês. Quem estiver interessado, pode conhecer Provérbios, Adágios e Ditados Populares sobre outros meses e/ou sobre outros assuntos.
Quem nasceu entre os dias 1 e 20 de Abril está sob o signo Carneiro: “Os nativos deste signo são prudentes, activos, dedicados, entusiastas e persistentes. As suas principais falhas são: exagerados, vingativos, irritadiços e inconstantes.” Mas quem nasceu entre os dias 21 e 30 de Abril já pertence ao signo Touro: “Os nativos deste signo são inteligentes, voluntariosos, fiéis, generosos e enérgicos. As suas principais falhas são: vingativos, vaidosos, violentes e impiedosos”. Há 100 anos havia diversas superstições e crendices acerca do mês de Março e destes signos: Carneiro e Touro
Provérbios e adágios populares relativos ao mês de Abril
» É próprio do mês de abril, as águas serem às mil.
» Em Abril queima a velha ocarro e o carril.
» Vinha que rebenta em Abril, dá pouco vinho para o barril.
» A água que no Verão há-de regar, em Abril há-de ficar.
» Quem em Abril não varre a eira e em Maio não racha a leira, anda todo o ano em canseira.
» Inverno de Março e seca de Abril, deixam o lavrador a pedir.
» No princípio ou no fim, Abril costuma ser ruim.
» Abril frio e molhado, enche o celeiro e farta o gado.
» Manhãs de Abril, boas de andar e doces de dormir.
» A ti chova todo o ano e a mim em Abril e Maio.
» Sardinha de Abril, vê-la e deixá-la ir.
» Sáveis por s. Marcos (dia 25) enchem os barcos.
» Em Abril queimou a velha o carro e o carril e uma camba que deixou em Maio a queimou.
» Abril frio, pão e vinho.
» Em Abril, águas mil coadas por um mandil [tecido grosseiro].
» Frio de Abril nas pedras vai ferir.
» Guarda pão para Maio e lenha para Abril.
» Abril chove para os homens e mais para as bestas.
» Se não chove em Abril perde o lavrador o carro e o carril.
» Em Abril, abre a porta à vaca e deixa-a ir.
» Entre Março e Abril não há que rir.
» Em Abril vai a velha onde quer ir e a sua casa vem dormir.
» A aveia em Abril está a dormir.
» Em tempo de cuco, pela manhã molhado, à noite enxuto.
» Não há mês mais irritado, do que Abril zangado.
» O grão de Abril, nem por semear nem nascido.
» Abril frio, ano de pão e vinho.
» Em Abril queijos mil, e em Maio três ou quatro.
» Abril, no princípio ou no fim é ruim.
» Em Abril, queima a velha o carro e o carril e deixa um tição para Maio, para comer as cerejas ao borralho.
Poderá, ainda, encontrar mais Provérbios e Ditados Populares aqui>>>
» Em Abril queima a velha ocarro e o carril.
» Vinha que rebenta em Abril, dá pouco vinho para o barril.
» A água que no Verão há-de regar, em Abril há-de ficar.
» Quem em Abril não varre a eira e em Maio não racha a leira, anda todo o ano em canseira.
» Inverno de Março e seca de Abril, deixam o lavrador a pedir.
» No princípio ou no fim, Abril costuma ser ruim.
» Abril frio e molhado, enche o celeiro e farta o gado.
» Manhãs de Abril, boas de andar e doces de dormir.
» A ti chova todo o ano e a mim em Abril e Maio.
» Sardinha de Abril, vê-la e deixá-la ir.
» Sáveis por s. Marcos (dia 25) enchem os barcos.
» Em Abril queimou a velha o carro e o carril e uma camba que deixou em Maio a queimou.
» Abril frio, pão e vinho.
» Em Abril, águas mil coadas por um mandil [tecido grosseiro].
» Frio de Abril nas pedras vai ferir.
» Guarda pão para Maio e lenha para Abril.
» Abril chove para os homens e mais para as bestas.
» Se não chove em Abril perde o lavrador o carro e o carril.
» Em Abril, abre a porta à vaca e deixa-a ir.
» Entre Março e Abril não há que rir.
» Em Abril vai a velha onde quer ir e a sua casa vem dormir.
» A aveia em Abril está a dormir.
» Em tempo de cuco, pela manhã molhado, à noite enxuto.
» Não há mês mais irritado, do que Abril zangado.
» O grão de Abril, nem por semear nem nascido.
» Abril frio, ano de pão e vinho.
» Em Abril queijos mil, e em Maio três ou quatro.
» Abril, no princípio ou no fim é ruim.
» Em Abril, queima a velha o carro e o carril e deixa um tição para Maio, para comer as cerejas ao borralho.
Poderá, ainda, encontrar mais Provérbios e Ditados Populares aqui>>>
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Em defesa dos Trajos Regionais e Tradicionais
Os trajos que qualquer Grupo de Folclore apresenta definem, ou deviam definir, sem ambiguidades, a região etno-folclórica a que o mesmo pertence e que pretende representar, em conjugação com as danças, os cantares e até os instrumentos musicais.
Infelizmente, isto está longe de acontecer com diversos Grupos de Folclore, de Norte a Sul do País, nas Regiões Autónomas e nas Comunidades de Portugueses espalhadas pelo mundo.
Felizmente, também há muito Grupos de Folclore que se prezam em apresentar com autenticidade os trajos da respectiva região, independentemente dos tecidos, dos cortes, dos adereços, etc., que possam ou não ser menos vistosos, coloridos ou “ricos” relativamente a outras regiões.
No âmbito do trabalho de pesquisa realizado pela Equipa do Portal do Folclore Português, encontrámos um artigo de opinião da autoria do Sr. Álvaro V. Lemos, escrito em Março de 1924 e publicado na revista ALMA NOVA (nº16/18 – Abril – Junho de 1924), intitulado «Os Trajos Regionais». Com a devida vénia, transcrevemos os parágrafos que nos parecem mais interessantes…
«(…) Entre nós, vão desaparecendo os trajos locais, mesmo das mais recônditas aldeias, e, ainda para cúmulo, morrendo da forma mais desastrada e eficaz, - envolvidos num conceito ridículo a que ninguém tem coragem de resistir. E, em poucas terras, como na nossa, se teme tanto o ridículo! O carnaval já se apoderou deles e, quem diz carnaval, diz consagração do ridículo.
A vaidade e a ambição, tão geral também entre nós, de se querer parecer sempre o que se não é, são também uma das causas desta rápida transformação e degradação.
Toca a camponesa ou tricana quer parecer senhora, todo o rústico ou marçano quer parecer fidalgo.
Desaparecem, na mulher, a chinela, o lenço, o avental, para darem lugar ao sapatinho citadino de salto altíssimo e ao custoso chapéu de fitas e flores, ou, quando a tanto se não aventuram, à simples écharpe e chalé de oito pontas.
No homem a blusa, a saragoça, a carapuça e o vareiro vão morrendo às mãos das gravatas de seda, das casimiras e dos finos feltros.
Infelizmente, isto está longe de acontecer com diversos Grupos de Folclore, de Norte a Sul do País, nas Regiões Autónomas e nas Comunidades de Portugueses espalhadas pelo mundo.
Felizmente, também há muito Grupos de Folclore que se prezam em apresentar com autenticidade os trajos da respectiva região, independentemente dos tecidos, dos cortes, dos adereços, etc., que possam ou não ser menos vistosos, coloridos ou “ricos” relativamente a outras regiões.
No âmbito do trabalho de pesquisa realizado pela Equipa do Portal do Folclore Português, encontrámos um artigo de opinião da autoria do Sr. Álvaro V. Lemos, escrito em Março de 1924 e publicado na revista ALMA NOVA (nº16/18 – Abril – Junho de 1924), intitulado «Os Trajos Regionais». Com a devida vénia, transcrevemos os parágrafos que nos parecem mais interessantes…
«(…) Entre nós, vão desaparecendo os trajos locais, mesmo das mais recônditas aldeias, e, ainda para cúmulo, morrendo da forma mais desastrada e eficaz, - envolvidos num conceito ridículo a que ninguém tem coragem de resistir. E, em poucas terras, como na nossa, se teme tanto o ridículo! O carnaval já se apoderou deles e, quem diz carnaval, diz consagração do ridículo.
A vaidade e a ambição, tão geral também entre nós, de se querer parecer sempre o que se não é, são também uma das causas desta rápida transformação e degradação.
Toca a camponesa ou tricana quer parecer senhora, todo o rústico ou marçano quer parecer fidalgo.
Desaparecem, na mulher, a chinela, o lenço, o avental, para darem lugar ao sapatinho citadino de salto altíssimo e ao custoso chapéu de fitas e flores, ou, quando a tanto se não aventuram, à simples écharpe e chalé de oito pontas.
No homem a blusa, a saragoça, a carapuça e o vareiro vão morrendo às mãos das gravatas de seda, das casimiras e dos finos feltros.
*
Ora, o que é verdadeiramente ridículo e grotesco, é vestir uma pele de uma civilização que se não possue. Tudo então é exterioridade, verniz para deslumbrar, para enganar. Mas, semelhante verniz, por mais brilhante que seja, é sumamente estaladiço e deixa ver o original, que encobre, ao mais simples gesto, palavra ou proceder, a não ser que se seja um consumado actor.
*
O trajo é, portanto, mais um ramo, embora modesto, mas interessante, do já tão desfalcado património nacional, que temos de defender para que se não vá cavando, mais funda ainda, a nossa desnacionalização.
Precisamos restaurar, reabilitar em cada terra, em cada província, os antigos trajos, os antigos costumes que sejam compatíveis com os tempos actuais.
Defendê-los de todo o ridículo, aconselhar, propagar a sua adopção, fazê-los cercar de carinho e simpatia por parte das pessoas de gosto e de elite. Fazê-los usar, como já é costume em alguns países, pelos serviçais e empregados das nossas casas e estabelecimentos, o que seria bem mais democrático e simples e ao mesmo tempo mais nobre e digno que as toucas hospitalares ou as librés agaloadas e de botões doirados que tanto se comprazem em ostentar.
Cada um deve ter orgulho da sua terra, da sua pátria e não se envergonhar de trazer consigo, ostensivamente mesmo, as insígnias características da sua região.
Promovam-se festas regionais, retrospectivas, concursos, certamens, prémios, compromissos de usar trajos nacionais, entusiasmem-se os novos no amor das nossas tradições, repare-se tudo quanto é susceptível de actualização, e o turismo não perderá entre nós mais este pitoresco atractivo.
Março de 1924
Álvaro V. Lemos»
Escrito há quase noventa anos, este texto ainda hoje nos pode ensinar muito. Atente-se no teor dos dois últimos parágrafos, embora conscientes de que o uso dos trajos regionais se deve restringir aos Grupos de Folclore e não para serem usados habitualmente!
Sugerimos a leitura de um documento elaborado e distribuído pela Federação do Folclore Português, há já alguns anos, e intitulado: «Observâncias fundamentais para um Rancho Folclórico que se propõe representar a sua região com base nos usos e costumes do princípio do século 20», no qual são abordados alguns aspectos relacionados com os Trajos.
A Equipa
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