google-site-verification: google79c0ddd185701ae9.html BLOG do Portal do Folclore Português: Vila Real
Mostrar mensagens com a etiqueta Vila Real. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Vila Real. Mostrar todas as mensagens

FAG 2014 - Feira de Artesanato e Gastronomia de Vila Real


FAG - Feira de Artesanato e Gastronomia de Vila Real
Com a transmissão do programa Somos Portugal da TVI

De 28  a 30 de Novembro, as portas da NERVIR – Associação Empresarial, vão estar abertas para celebrar a décima sétima edição consecutiva, de uma das mais antigas, senão a mais antiga Feira de Artesanato e Gastronomia da região, organizada pela NERVIR e pela Câmara Municipal de Vila Real, e onde se pode apreciar o artesanato, do mais tradicional ao contemporâneo, assim como descobrir as mais diversas iguarias gastronómicas.

A FAG – Feira de Artesanato e Gastronomia do distrito de Vila Real, tem entrada gratuita para os visitantes e o Pavilhão de Exposições da NERVIR está já completo, apenas havendo lugares no exterior, pois foi grande a adesão de artesãos e de expositores com produtos gastronómicos.

Vão estar presentes artesãos com Joalharia, Pintura em Tecido, Artesanato em Burel, Tapeçarias e Malhas, Bordados manuais em linho, Olaria, Artesanato em pele, artigos em Cortiça, Cerâmica, Tecelagem, Bijuteria, trabalhos em Madeira, em Casca de ovo, em Escamas de peixe, e muitos outros artigos únicos e originais, feitos ao vivo e fruto da criatividade dos artesãos; e não podemos esquecer a gastronomia, com os Queijos, Vinhos, Enchidos e Licores, Fumeiro, Doçaria Conventual, Compotas, Geleias, Mel, Chás, etc.

No domingo dia 30 de novembro, teremos a transmissão do programa “Somos Portugal” da TVI, que ajudará a divulgar o artesanato e a gastronomia, assim como a própria Região.

Mas, visitar a FAG é também uma forma de privilegiar a economia regional, privilegiar as pequenas empresas, as empresas familiares, que vendem exclusivamente produto nacional e que, apesar da mudança de paradigmas, na economia, na educação e no desenvolvimento, continuam a preservar no tempo o que outrora constituiu, na economia e na mesa, a sua identidade.

De 28 a 30 de Novembro em Vila Real e com entrada livre, não perca a 17ª edição da FAG - Feira de Artesanato e Gastronomia. Não falte!

O Artesanato e a Gastronomia em Vila Real


O Artesanato e a Gastronomia em Vila REal - FAG 2014
A 17ª edição da FAG – Feira de Artesanato e Gastronomia de Vila Real, vai decorrer de 28 a 30 de Novembro, no pavilhão de Exposições da Nervir. A FAG é uma referência, em termos de artesanato e gastronomia na região, contribuindo para a dinamização e valorização dos produtos artesanais, das artes e do comércio tradicional, em detrimento de outras formas de comércio de massas.

A NERVIR - Associação Empresarial e a Câmara Municipal de Vila Real organizam este evento como um momento em que se mostra e se tenta preservar para o futuro, um conjunto de atividades artesanais e culturais que todos temos obrigação de ajudar a perpetuar, pois fazem parte da  nossa memória cultural.

A Feira de Artesanato e Gastronomia de Vila Real constitui também uma homenagem ao povo de Trás-os-Montes que, apesar da inexorável mudança de paradigmas, na economia, na educação e no desenvolvimento, continua a preservar no tempo, o que outrora constituiu, na economia e na mesa, a sua identidade.

A gastronomia, assim como o artesanato produzido e exposto na FAG não têm concorrência; são obras de arte únicas, transmitidas de geração em geração, e constituem um património inestimável e um importante legado para as gerações vindouras.

Complementa esta edição da FAG, a transmissão, no dia 30 de novembro, do programa Somos Portugal da TVI, que contribuirá para a divulgação do artesanato e da gastronomia presentes, assim como para a divulgação do que de melhor Vila Real e a região, têm para oferecer.

A FAG 2014 tem entrada livre e abre ao público no dia 28 de novembro às 16H00, nos dias 29 e 30 de novembro, abre às 10H00.

Distrito de Vila Real: Gastronomia

Tal como prometemos no post sobre o Artesanato no Distrito de Vila Real, vamos aqui deixar informações sobre alguns aspectos da Gastronomia no Distrito de Vila Real:

Delícias de montes e vales: "Uma das necessidades básicas do Homem é comer, e quando o faz com arte e engenho, fá-lo da forma mais perfeita, conquistando um lugar de destaque nos marcos da cultura.

A geografia e as condições de vida são determinantes nos costumes e práticas culturais transmontanas.

Os hábitos alimentares são marcados pelo isolamento a que, durante séculos, Trás-os-Montes se viu confinado, sustentado na inexistência ou precariedade de vias de comunicação, e em duas imponentes barreiras naturais, de respeito – a Serra do Marão e o Rio Douro, outrora tumultuoso, além da zona igualmente montanhosa, ou de relevo acidentado, do nordeste do distrito." (…)

Carnes – Fumeiro: "Por terras transmontanas, o porco é recurso cimeiro na alimentação do seu povo. O consumo deste tipo de carne, fortemente enraizado, nasceu das adversidades geográficas, climatéricas e de relevo, da fabulosa capacidade de gentes capazes de tudo aproveitar e transformar em manjares divinos.

A cultura gastronómica transmontana apoia-se num princípio extremamente racional – a terra é dura, o que ela dá deve ser maximizado e segundo processos que permitam uma conservação alargada." (…)

Feijoada à Transmontana: "Expressão de um prato rico e farto, a Feijoada à Transmontana reflecte toda a capacidade de um povo, de combinar uma diversidade de alimentos e criar um repasto suculento." (…)

Cozido à Transmontana "(…) Trata-se de um manjar com toda a variedade de enchidos e fumados da região, linguiça, presunto, salpicão, moira, sangueira, a que se acrescenta, ainda, toda uma diversidade de carnes: vaca, galinha, porco salgado (orelheira, unha, barriga, chispe), batata, cenoura, e ainda hortaliças várias (repolho, couve lombarda, couve tronchuda)." (…)

Cabrito Assado com Arroz de Forno: "Outra das grandes tradições gastronómicas transmontanas é o Cabrito Assado com Arroz de Forno.

Tal como o nome traduz, Trás-os-Montes é uma região predominantemente de montanha, onde a fauna é rica e onde a criação de gado caprino se desenvolve em condições ambientais perfeitas." (...)

Tripas: "A capacidade do povo transmontano em aproveitar o que nos parece dispensável é excepcional e com resultados surpreendentes.

No concelho de Vila Real, um outro prato, deveras apreciado, é o de Tripas aos Molhos." (…)

Vinhos: E para acompanhar qualquer uma destas iguarias, e muitas outras que aqui não foram faladas, nada melhor de que um copo de um dos bons vinhos maduros que se produzem no distrito: do Douro, de Valpaços ou de Chaves... embora haja quem, particularmente os naturais ou residentes dos concelhos limítrofes da região do Minho, que preferia acompanhá-las com um bom Vinho Verde. E gostos não se discutem!

Distrito de Vila Real: Artesanato


Alguns dos últimos conteúdos disponibilizados no Portal do Folclore Português foram sobre o Artesanato do distrito de Vila Real:

Tecelagem
“O Bragal” – tecido de puro linho, nasce de um ciclo trabalhoso, a que ainda é possível assistir em alguns pontos do distrito de Vila Real.

Entre Abril e Maio, a semente – a linhaça – é lançada à terra, cuja preparação para a receber exige inúmeros cuidados – vessada. São necessárias as regas certas e muito saber, não vá o tempo pregar alguma. (...)

Olaria
Olaria diz-se da arte de oleiro que é relativa a “panelas”, de barro.

Para o povo transmontano, a Olaria passa, não só, pela componente decorativa, como também se afirma como utilitária, exprimindo-se em formas simples e funcionais.

Faça-se especial destaque para a “louça preta de Bisalhães”, pertencente ao concelho de Vila Real, datando as primeiras peças de 1722. (...)

Cestaria
O cesteiro e o cesto são figuras habituais em qualquer contexto rural. Em tempos em que os materiais naturais predominavam face aos materiais sintéticos, a arrecadação e o transporte de géneros e artigos realizavam-se utilizando a cestaria. (...)

Rendas e Bordados
A realização da prática artesanal dos bordados e das rendas ascende a tempos bastante recuados. Ela nasce do jeito e da paciência da figura feminina, e, crê-se, nas classes nobres, onde o tempo urgia ser preenchido, o tempo em que a mulher esperava pelo seu senhor. “O Homem, senhor da guerra; a Mulher, senhora do Lar”.(...)

Latoaria
Em tempos idos, os recipientes, utilizados para uso doméstico, decorativo e mesmo para os trabalhos do campo, tinham como base materiais como a lata, a chapa, o estanho, o cobre, entre outros. Saber mais>>>

Tanoaria
Arte e Utilidade – reunidas numa só palavra, Tanoaria.

País vinhateiro, Portugal tem como característico o processo da concepção do vinho. Passando por tarefas múltiplas, desde a colheita à vindima, a saga culmina no armazenamento que exige técnica e engenho, contribuindo para a reconhecida qualidade da famosa seiva.(...)

Tamancaria
Os socos e os tamancos eram habitualmente usados como calçado, pelos mais desfavorecidos, ou por aqueles que trabalhavam directamente com a terra.

Com a base de madeira e o revestimento em pele, o pé delicado ou grosseiro acomodava-se e movia-se, ou com graça, ou com segurança e robustez.(...)

Pintura em Cerâmica
De significado bastante abrangente, a cerâmica diz respeito ao fabrico de objectos, desde tijolos, telhas e outros objectos de barro cozido, bem como porcelanas, faianças e louça de grés. Mas num sentido mais restrito, aliamos a actividade à “arte de fazer vasos de barro”, passando também pela própria pintura, especialmente aquela respeitante à louça mais fina.(...)

Croças
Croças, capas feitas de colmo ou junco, usadas por camponeses e pastores, para resguardo da chuva e do frio.

A parte nordeste do distrito de Vila Real assume uma tipicidade de clima bastante acentuada, as temperaturas atingem valores, ora muito altos, ora muito baixos. Diz a boca do povo – “três meses de Inferno, nove meses de Inverno”. Muito especialmente os meses de Inverno, exigem aos autóctones uma forte capacidade de resistência e adaptação ao meio.(...)


O distrito de Vila Real integra, conjuntamente com o Distrito de Bragança, quatro concelhos do distrito de Viseu e um concelho do distrito da Guarda, a antiga Província de Trás-os-Montes e Alto Douro, o Reino Maravilhoso de Miguel Torga:

«Vou falar-lhes dum Reino Maravilhoso.

Embora haja muita gente que diz que não, sempre houve e haverá reinos maravilhosos neste mundo. O que é preciso, para os ver, é que os olhos não percam a virgindade original diante da realidade, e o coração, depois, não hesite.

O que agora vou descrever, meu e de todos os que queiram merecê-lo, não só existe, como é dos mais belos que um ser humano pode imaginar. Senão, reparem:

Fica ele no alto de Portugal, como os ninhos ficam no alto das árvores para que a distância dos torne mais impossíveis e apetecidos. Quem o namora cá de baixo, se realmente é rapaz e gosta de ninhos, depois de trepar e atingir a crista do sonho contempla a própria bem-aventurança.(…)»


Para além do Artesanato, há ainda a Gastronomia, da qual vamos falar no próximo post, os Trajos, as Danças e os Cantares, os Usos e Costumes, etc.

Mês de Fevereiro de 2011

Terminou o mês de Janeiro e eis-nos entrados em Fevereiro, cujo provém do latim Februarius, mês da expiação e purificação. Expiação porque no dia 15, no calendário romano, havia a Februa, grande festa de purgação e expiação.

Nos dias 2 e 3 deste mês, em Vila Real, mais concretamente na Vila Velha (zona onde nasceu a cidade há mais de 700 anos…) celebra-se a Festa de S. Brás, com uma curiosa tradição: os rapazes estão obrigados a dar a "gancha" à rapariga que no dia 13 de Dezembro (Festa de Sta Luzia) lhe deu o “pito".

Para além desta, há outras Festas e Romarias de Norte a Sul de Portugal que, eventualmente, lhes interessa conhecer e, quem sabe, até participar nas actividades aí realizadas.

O Calendário Agrícola diz-nos que, durante o mês de Fevereiro, “Na vinha, se deve prosseguir com as fertilizações iniciadas no mês anterior. Reparar bardos, lateiros e ramadas, substituindo ou endireitando os esteios e esticando ou consertando os arames. Iniciar a enxertia, utilizando castas apropriadas, nos locais abrigados. Cortar as raízes que surjam por cima da soldadura do enxerto”. Para além dos trabalhos na vinha, também há muito que fazer no campo, na horta, no pomar, no jardim, na adega e com os animais.

Neste mês, tal como no anterior e nos seguintes, há diversas datas comemorativas e efemérides para celebrar.

Quem nasceu entre os dias 1 e 18 de Fevereiro pertence ao signo Aquário: “Os nativos deste signo são inteligentes, enérgicos, francos, leais e alegres. Suas principais falhas: egoísmo, tendência a opiniões dogmáticas e ódio por quem os iludir.” Já quem nasceu entre os dias 19 e 28 ou 29 de Fevereiro pertence ao singo Peixes: “Os nativos deste signo são simpáticos, bondosos, prestáveis, sinceros e despreocupados. Suas principais falhas: super sensibilidade, irritação, rabugice e indecisão.” Há 100 anos havia diversas superstições e crendices acerca do mês de Fevereiro e destes signos: Aquário e Peixes.

Diz o povo que “Ao Fevereiro e ao rapaz perdoa tudo o que faz, se o Fevereiro não for secalhão e o rapaz não for ladrão.” Mas há outros provérbios que também se referem, com mais ou menos propriedade, a este mês. Tal como há superstições e crendices relativas ao mês de Fevereiro.

Distrito de Vila Real: fumeiro tradicional e artesanato

Fumeiro tradicional

O porco tem sido, desde tempos remotos, um dos pilares da economia doméstica nas comunidades rurais. Ele fornece, bem regrada, carne para todo o ano, proteínas e gorduras que fazem falta, por igual, na dieta de uma região fria como esta. E carne tão saborosa e variegada, que se diz que cada parte tem o seu gosto próprio, desde a ponta do focinho à ponta do rabo – e todas deliciosas.

Os presuntos foram a curar, de pois de convenientemente preparados. Da mesma forma, a gordura, ou unto, vai servir para adubar as sopas e outros cozinhados ao longo do ano. Os lombos, esses têm um destino mais nobre: são utilizados na confecção de enchidos – salpicões e linguiças, na verdade (juntamente com o presunto) o mimo maior de todos os produtos porcinos.

O fumeiro encerra em si antiquíssima arte de temperar. A sua variedade é também surpreendente, desde as alheiras às mouras, e muitas outras variedades, muita delas locais, que só a passagem por lá nos pode revelar.

Poucos cenários serão tão sugestivos como um fumeiro bem guarnecido, na sua enorme variedade, a secar ao fumo da lareira, formando como que um sobrecéu de fartura e sabor na cozinha transmontana. Mas, obviamente, esta produção doméstica, sendo importantíssima para a dieta da família e para a sua economia, não responde às necessidades do mercado. Existem hoje unidades de transformação neste campo, em que o aproveitamento da carne de porco se processa a nível industrial, colocando no mercado produtos de boa qualidade.



Artesanato (Barro Preto e Linhos)

O artesanato é uma das facetas mais interessantes da ruralidade transmontano-duriense. Eele respondeu às necessidades imediatas, comuns, dos dia-a-dia, das populações, em tempos em que a indústria ainda não se tinha desenvolvido o suficiente para colocar os seus produtos na aldeia a preços acessíveis.

Como, porém, o homem cedo se preocupou em deixar uma estética no que lhe sai das mãos, depressa os produtos artesanais começaram a ganhar uma dimensão que transcende o simples utilitarismo e a ser testemunho simultaneamente de valores etnográficos ancestrais e da capacidade criativa do homem rural.

Hoje, apesar do declínio evidente da maioria das actividades artesanais, valorizam-se muito os seus produtos, alguns dos quais alcançaram um verdadeiro estatuto de must, como é o caso dos linhos que as mãos pacientes e artistas das tecedeiras de Agarez (Vila Real), Limões (Ribeira de Pena) e muitas outras povoações serranas criam nos seus teares rústicos, também eles artesanais. É o caso também das louças pretas de Bisalhães (Vila Real) e de Vilar de Nantes (Chaves).

Tantos os linhos (toalhas de mão e de mesa, colchas e outros artefactos) como os barros pretos (bilhas, moringas, alguidares, tachos e esses prodígios de miniatura que dão pelo nome de pucarinhos) têm em Vila Real um momento alto: a Feira de São Pedro, a 28 e 29 de Junho, em que se transaccionam grandes quantidades deste artesanato.




Texto: Folheto - Promoção dos Produtos Regionais do Distrito de Vila Real (NERVIR)

Mês de Dezembro de 2010

Neste mês de Dezembro não podemos deixar de recordar algumas datas, como o Dia da Restauração da Independência, o dia da Imaculada Conceição, o Dia Mundial de Luta Contra a Sida, entre outras, assim como as festas em honra de Sta Luzia (13 de Dezembro - Ermida e Vila Nova: aldeias do concelho de Vila Real) e a sua estreita ligação com os “Pitos”, vagamente relacionado com a doçaria característica do Convento de Sta Clara, situado em Vila Real, da cidade fundada por D. Dinis (forais em 1289 e 1293, embora D. Afonso III já lhe tenha dado foram em 1272) e também conhecida como “Princesa do Corgo”.

As Festas Natalícias, com seus usos e costumes, são uma realidade que também não podemos esquecer.

O nome deste mês deriva do facto de ter sido no primitivo calendário de Rómulo o décimo mês do ano. Saber mais>>>

As actividades agrícolas não deixam de se realizar, apesar de já terem aparecido os primeiros nevões no Norte e Centro do interior do país.

Conheça alguns provérbios sobre o mês de Dezembro, algumas superstições e crendices, assim como datas comemorativas e efemérides relacionadas com este último mês do ano.

Este mês sugerimos a obra “Tradições Musicais da Estremadura”, da autoria do Dr. José Alberto Sardinha, e editada pela Tradisom - Produções Culturais, Lda.

Continuamos a sugerir que, como “prenda de anos” (o nosso 10º aniversário celebrou-se no dia 1 do passado mês de Novembro) divulguem o Portal do Folclore Português junto dos vossos amigos e conhecidos. Será, também, uma forma de colaborarem com a promoção e divulgação da Cultura Tradicional Portuguesa.

Bom mês de Dezembro para todos!

A cultura do tabaco no concelho de Vila Real - Achegas para a sua história

« Quando em 1907 a Imprensa Moderna, numa das suas edições de postais ilustrados, publica duas imagens relativas à cultura do tabaco no concelho de Vila Real, mas não está do que a divulgar a importância que a mesma representa no contexto da produção nos 12 concelhos da Região Vinhateira do Douro devastados pela filoxera e autorizados por disposições legislativas de 1884 a receber esta cultura.»

Ler o texto na íntegra>>>

Etnografia em imagens - actualizações

No blog Etnografia em Imagens foram colocadas imagens relacionadas com profissões antigas e que já cairam em desuso:

+ As Aguadeiras de Vila Real - ver post >>>


+ O Soqueiro ou Tamanqueiro - ver post >>>

+ O Cesteiro - ver post >>>
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...