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Feira de Maio em Azambuja: a mais castiça do Ribatejo!


Feira de Maio em Azambuja: a mais castiça do Ribatejo!
Vai realizar-se, na Vila de Azambuja, entre os dias 28 de Maio e 1 de Junho, a centenária FEIRA DE MAIO – a mais castiça das Festas Ribatejana.

É, sem dúvida, o Ribatejo no seu melhor, durante cinco dias de muito convívio e festa brava!

Embora a inauguração oficial da feira esteja marcada para as 17 horas, na Praça do Município, e à qual se vão juntar os campinos, a fanfarra dos Bombeiros Voluntários de Azambuja e os elementos das tertúlias, a festa arranca em força na quinta-feira (28), dia dedicado às Tertúlias. Depois de uma animada vacada, pelas 10h30, à uma da tarde o Jardim Urbano da vila enche-se de juventude e alegria com o almoço convívio das Tertúlias. Às quatro da tarde, as já ornamentadas ruas de Azambuja ganham ainda mais cor e vida com o desfile das tertúlias, envergando as suas  camisolas e lenços bem garridos.

Após a cerimónia oficial de inauguração, segue-se a abertura, no Campo da Feira, do pavilhão do Artesanato e das Atividades Económicas e da “Praça das Freguesias”, que volta a concentrar atenções ao longo dos 5 dias da Feira de Maio. Esta praça assume-se, efectivamente, como o grande palco da ótima gastronomia regional e da animação, com toda a riqueza cultural de cada uma das sete Freguesias do Concelho de Azambuja.

As tasquinhas estarão a cargo de diversas associações e instituições de solidariedade, e de sexta-feira a segunda-feira estarão abertas entre o meio-dia e as 24 horas. As coletividades desportivas e recreativas garantem a animação das noites com as suas manifestações artísticas.

A primeira entrada de toiros pelas ruas da vila acontece às 19h00. À meia-noite, os caminhos vão dar ao Páteo Valverde, para um espetáculo com o trio Fado Marialva. Este dia encerra com a Mesa da Tortura, prova de resistência e bravura na Praça de Toiros Dr. Ortigão Costa.

A sexta-feira continua a constituir um dos maiores cartazes da Feira de Maio, com a Noite da Sardinha Assada. Tudo começa às 21h00, com o cortejo de campinos com o gado pelas ruas da Vila à luz de archotes, seguido da habitual largada de toiros. A partir da meia-noite acontece a distribuição gratuita de sardinhas, pão e vinho nos Largos do Rossio, da Fonte de Santo António, de Palmela, dos Pescadores e também na Praça do Município. Na noite mais animada não faltarão o fado vadio, a música itinerante e vários arraiais até ao romper do dia. Às três da madrugada, animação popular ao rubro com a cantora Rebeca na Praça do Município.

Sábado é o Dia do Cavalo. Encontro marcado na Várzea do Valverde, onde a partir das 15 horas os campinos mostram todas as suas capacidades nas provas de campo, com a condução de Jogos de Cabrestos, Condução de Cabresto e Prova de Perícia. A animação da noite terá uma romaria a cavalo pelas tertúlias da vila, às 21h30, e a Mesa da Tortura, na Praça de Toiros Dr. Ortigão Costa, às duas da madrugada. A atração musical será o grupo HMB que atuará no Páteo Valverde, quando for meia noite.

Na manhã de domingo, Dia do Campino, vive-se o momento mais solene, a tradicional Homenagem ao Campino, na Praça do Município, pelas 09h30. Todos os campinos veem o seu valor reconhecido na figura de um dos campinos que dedica a sua vida aos cavalos e aos toiros e há mais anos colabora na Feira de Maio. Este ano, o homenageado será o Campino Carlos Alves da Silva. Às 11h00, terá lugar na várzea uma prova regional de equitação de trabalho para cavaleiros iniciados. Destaque, igualmente no domingo, para a tradicional Corrida de Toiros à Portuguesa, pelas 17h00, na Praça de Toiros Dr. Ortigão Costa. Atuarão os cavaleiros Joaquim Bastinhas, Tito Semedo e Sónia Matias, e os forcados amadores de Cascais, do Ribatejo e de Azambuja.

Na última manhã da feira, segunda 01 de junho, o Dia da Criança comemora-se com “Feira na Vila”. As crianças do 1º ciclo do Ensino Básico visitam tertúlias e participam em várias atividades culturais e recreativas. Às cinco da tarde, antes da última espera de toiros, procede-se à entrega de prémios às melhores ornamentações de largos, janelas ou fachadas, e montras, na Praça do Município.

Finalmente, importa dar o devido destaque às largadas de toiros, diárias, que constituem um dos principais ingredientes da festa: quinta-feira, às 19h00; sexta-feira, a grande noturna, às 22h00; sábado, às 18h30; domingo, às 10h30; e a última, segunda-feira, às 18h30.
 
 

“Sabores da Aldeia” – Valença apresenta Petiscos e Pratos Tradicionais em Tasquinhas


Festival Gastronómico Sabores da Aldeia - Valença
Numa iniciativa da Câmara Municipal de Valença em colaboração com as juntas de freguesia e associações do concelho, as Tasquinhas - “Sabores da Aldeia”, vão regressar a Valença no fim-de-semana de 17 a 19 de abril, na Coroada – Fortaleza. É mais um convite a saborear os petiscos e os pratos tradicionais que fazem parte do riquíssimo património gastronómico, tradicional e característico de Valença.

Durante três dias, Valença vai proporcionar o ambiente ideal para almoçar, jantar, petiscar e deliciar-se com vários pratos tradicionais, e ainda divertir-se com o variadíssimo programa de animação popular, com destaque para o Grupo 6tàs9, Zézé Fernandes, as arruadas de bombos e um festival folclórico com os agrupamentos valencianos.

Nos petiscos, destacamos os enchidos, o presunto, o bolo do tacho, as pataniscas de lampreia, a orelha de porco, as belouras e tantas outras iguarias. Nos pratos, os visitantes poderão saborear os célebres manjares de bacalhau, o anho, o cabrito, o porco no espeto, o Caldo Verde de Valença, uma das 7 maravilhas gastronómicas de Portugal e tantos outros menus tradicionais para saborear. Acompanham a doçaria tradicional e os bons vinhos verdes de Valença, num convite irresistível a descobrir os sabores e encantos da gastronomia local.

Os pratos e as “tapas” apresentadas resultam de receitas antiquíssimas, recolhidas nas antigas cozinhas fartas dos lavradores que apuraram, durante séculos, pratos únicos, com produtos locais.

Para Jorge Salgueiro Mendes, Presidente da Câmara Municipal, “Valença tem autênticos tesouros gastronómicos o que tem permitido afirmar-se como um destino de sabores de eleição na região”.

 Esta iniciativa completa-se com a Feira de Artesanato e Produtos Locais, no Jardim das Amoreiras, na Fortaleza, onde será possível apreciar e adquirir produtos como os vinhos de Valença, os fumeiros, a broa de milho, a doçaria tradicional, produtos do campo e artesanato local.

Esta é, pois, mais uma oportunidade única para fazer um roteiro gastronómico singular e genuíno pelos sabores mais tradicionais de Valença.

Câmara Municipal de Valença Valoriza e Potencia Turismo Gastronómico



O turismo gastronómico é um dos sectores que, nos últimos anos, mais tem crescido em Valença, pelo que se apresenta como eixo fundamental para a captar novos turistas e reforçar a atratividade da cidade que tem como grande âncora o turismo patrimonial, com a Fortaleza, e o turismo verde com a Ecopista do Rio Minho.

Consciente desta realidade, a Câmara Municipal de Valença está a fazer uma aposta estratégica no turismo gastronómico com um calendário anual de eventos que promove os produtos mais emblemáticos, potenciados, ao longo do ano, por uma restauração que tem primado pela excelência e pelo aproveitamento dos recursos locais.

Domingos Gastronómicos, com o “Bacalhau à SãoTeotónio”, o "Caldo Verde de Valença", uma das 7 Maravilhas Gastronómicas de Portugal abriram o calendário anual de eventos na restauração. Um início do ano que arrancou, também, com a Lampreia do Rio Minho, um prato de excelência que, em fevereiro e março, é a rainha dos sabores do nosso rio.

Sabores da Lampreia”, por onde passaram cerca de 5 mil comensais, “Sabores da Aldeia” que se aproxima de 17 a 19 de abril, os “Sabores Serranos” em 13 a 14 de junho e os “Encontros Galaico-minhotos”, com o Cabrito à Sanfins, em Julho, são alguns dos grandes eventos gastronómicos do calendário anual de Valença.

Prove Valença, com o “Bacalhau à Contrasta”, arrancará em breve, também, com um novo marco na restauração valenciana ao apresentar um prato local comum a todas as unidades de restauração. Na doçaria, os celebres valencianos, um doce à base de chila, é o cartaz doce de eleição de Valença.

Um calendário cultural de atividades, onde a cultura e o património se entrelaçam numa oferta singular e genuinamente local dão a Valença uma referência regional.

Sessenta e quatro unidades de restauração, distribuídas pelo concelho, apresentam uma ampla oferta gastronómica, onde o bacalhau é o prato de eleição, reconhecido por toda a Península Ibérica.

Em complemento à oferta gastronómica, vinte unidades hoteleiras proporcionam estadias, para os mais diversos gostos, desde a Pousada de São Teotónio até às casas de turismo rural.

Visite Valença, “Um destino com sabor!”

“Festa do Vinho e das Adegas” em Aveiras de Cima

A Freguesia de Aveiras de Cima, concelho de Azambuja, já está a preparar a festa do vinho mais castiça do país. Trata-se da 11ª edição da ÁVINHO - Festa do Vinho e das Adegas, que se vai realizar nos dias 10, 11 e 12 de Abril. O evento é organizado em parceria pela Câmara Municipal de Azambuja, a Junta de Freguesia de Aveiras de Cima e a “Associação Vila Museu do Vinho”, e conta com o apoio da Entidade Regional de Turismo do Alentejo e Ribatejo.

Por apenas 2 euros, o visitante adquire uma caneca de barro alusiva ao evento – que guardará como recordação… – e  tem acesso a provar, gratuitamente, o vinho das 11 adegas privadas participantes na iniciativa. Os produtores abrem as suas portas com a arte de bem receber, e também partilhando alguns segredos do bom vinho ribatejano que produzem. Mas porque nem só de vinho se faz a festa, haverá várias barraquinhas com apetitosos petiscos e doces nas ruas integradas no certame.

Como destaques, em termos de animação, podemos referir o fado amador itinerante pelas adegas, sexta a partir das 21h00, e ainda para o desfile etnográfico demonstrativo d’ “O Ciclo do Vinho”, às quatro da tarde de sábado. Outros atrativos da Avinho são as varandas e fachadas enfeitadas sob o tema do vinho, fruto do envolvimento da população local, bem como a divulgação dos resultados do 33º Concurso de Vinhos do Concelho de Azambuja. Oportunidade para conhecer os melhores brancos e tintos entre a meia centena de vinhos concorrentes.

O programa do evento arranca às 18h30 de sexta-feira, com a inauguração, na Praça da República, seguindo-se as primeiras visitas às adegas com a tradicional oferta de febras (só neste dia), pão e vinho; e a animação de rua com bandinhas populares. O serão começa com o fado, nas adegas, e completa-se com a música dos “Virgem Suta”, no Palco da República.

No segundo dia, pelas 16h00, as ruas são invadidas por milhares de visitantes para ver passar os grupos e carros alegóricos que mostram as diversas fases d’ “O Ciclo do Vinho”. A noite musical será assegurada, a partir das 22h00, pela atuação dos “Diabo na Cruz”.

O último dia, domingo, abre com uma divertida gincana de tratores – “Fórmula T”, pelas 10h00 no terreno do mercado mensal. As adegas reabrem as portas às duas da tarde, enquanto as ruas são animadas pelo Rancho Folclórico “Camponeses” de Vale do Brejo. O Largo da República volta a atrair as atenções, às 15h00 com um “bailarico à moda antiga”, e às 17h00 para a entrega de prémios do 33º Concurso de Vinhos do Município. Pelas 19h00, uma arruada da banda da Filarmónica Recreativa de Aveiras de Cima marcará o encerramento da décima primeira edição da Avinho.

Não faltam, assim, motivos para visitar Aveiras de Cima – “Vila Museu do Vinho” e terra de grandes tradições vitivinícolas.

Recorde-se que todas as atividades da Ávinho têm entrada livre.

 
 

Festival Gastronómico “Sabores da Lampreia” - Valença


Sabores da Lampreia” é uma genuína festa gastronómica valenciana que a par de se comer bem proporciona um ambiente acolhedor e animado. Um amplo cartaz de animação proporcionará momentos de convívio e afirmação dos valores culturais valencianos. Esta é romaria obrigatória que, os bons garfos, todos os anos repetem.

É que no próximo fim-de-semana de 20 a 22 de Março, vai decorrer na freguesia de São Pedro da Torre (Valença), o Festival Gastronómico “Sabores da Lampreia”, para o qual estão a ser preparadas 1.000 lampreias.

A 10 euros a dose, Valença promete dar a saborear, a preços económicos, a famosa lampreia do Rio Minho, considerada a melhor do mundo, confecionada e apresentada de 5 formas diferentes: Lampreia à Bordalesa, Arroz de Lampreia, Fumada/Grelhada, Assada no Forno, Recheada ou o prato dos cinco sabores, são os tipos de lampreia possíveis de saborear. Como prato alternativo os tradicionais Rojões. Acompanham o caldo verde, bem como os bons vinhos verdes da região e as sobremesas típicas.

Pescada artesanalmente no rio Minho, pelos pescadores das comunidades piscatórias, sobretudo, de São Pedro da Torre e Cristelo-Côvo, as 1.000 lampreias estão já em tanques da Associação Sabores do Rio Minho a preparar-se para serem confecionadas. A técnica de “apurar” a lampreia em tanques de água corrente, é antiquíssima e conhecida por “bater a lampreia”. Uma técnica que faz a lampreia apurar a sua carne, enrijecendo-a, o que permitirá, aquando da sua confeção, pratos de excelência.

Esta é uma oportunidade única para comer uma boa lampreia. Séculos de tradição a apurar receitas resultam em 5 pratos que são um convite a deliciar-se com estes manjares.

A iniciativa é da Câmara Municipal de Valença, da Junta de Freguesia de São Pedro da Torre e da Associação Sabores do Rio Minho.

Terras de Bouro: fim-de-semana gastronómico


Os pratos típicos do concelho de Terras de Bouro estão relacionados com as suas características de terra de montanha e com os produtos hortícolas que a terra oferece, dos quais se salientam as couves, os feijões e as batatas, consumidos de forma simples em sopas e cozidos.

A carne de cabrito, cujo sabor característico se deve à alimentação dos animais, torna-se ainda melhor assada nos fornos de lenha.

A carne de porco, a mais consumida pelos habitantes do concelho, é salgada e comida durante tido o ano.

Os doces que mais se distinguem são, sem dúvida, os que se confeccionam na época natalícia, como a aletria e as rabanadas.

Cozido à Terras de Bouro

Prato tradicional de Terras de Bouro, o Cozido de Couves com Feijão que, como o próprio nome indica, é composto por feijão (amarelo) e couves “galegas” dos quinteiros das terras altas e expostas ao frio da região de Bouro; as carnes, só de porco, “bichoro” medrado das lavaduras gordas.

Não havendo qualquer tipo de refogado na sua confecção, as couves, em abundância, são cozidas juntamente com as diversas carnes e fumeiro, cuja gordura é o tempero necessário para lhe dar paladar.

O feijão amarelo é cozido à parte, juntando-se tudo, posteriormente, na mesma travessa que vai ser posta na mesa.

Os temperos são feitos com azeite, vinagre e alho.

Acompanhamento pelos verdes tintos da região, de marca ou de lavrador.
 
Nos dias 21 e 22 de Março, poderá participar no III Festival de Caminhadas - Gerês 2015.

No próximo fim-de-semana, o bacalhau é rei à mesa em Valença


Valença, na linda região do Minho - colada à fronteira com a Galiza -, tem uma larga e conceituada tradição de preparar e apresentar o bacalhau, que por cá é o produto gastronómico mais presente na restauração local. O Bacalhau à São Teotónio, é, efectivamente, um prato de excelência, uma iguaria elaborada com arte e mestria que em Valença ganhou prestígio e tradição.

Assim, entre 20 e 22 de fevereiro, em 21 restaurantes, o bacalhau vai voltar a ser o grande protagonista do fim-de-semana gastronómico de Valença, com o Bacalhau à São Teotónio, acompanhado pelo Caldo Verde. À sobremesa os Borrachinhos de Valença.

Este fim-de-semana gastronómico é a oportunidade para saborear o bacalhau à São Teotónio, uma das muitas receitas presentes na restauração local e um convite para descobrir os encantos da cidade de Valença.

O bacalhau é um produto, há muito presente na gastronomia valenciana e que atrai, até nós, visitantes de toda a Península Ibérica para saborear as múltiplas formas de o confecionar. Em Valença come-se bem!

Acompanham os Borrachinhos de Valença, uma sobremesa tradicional de Valença. Uma iguaria da doçaria conventual valenciana à base de pão, canela, açúcar e raspa de limão, bem encharcado numa calda digna dos deuses à base de mel, vinho tinto, canela, entre outros ingredientes.

Para Jorge Salgueiro Mendes, Presidente da Câmara Municipal de Valença, “O turismo gastronómico tem em Valença um dos grandes destinos da região, com uma restauração especializada e uma gastronomia rica e apurada”.

A iniciativa é da Câmara Municipal e do Turismo Porto Norte de Portugal.

A Lampreia do Rio MInho está à sua espera em Valença


Em Valença vai ser possível, durante os fins-de-semana de fevereiro e março, saborear as múltiplas formas de confecionar e apresentar o prato rei desta temporada, a Lampreia do Rio Minho (considerada a melhor do mundo), numa aposta forte de 23 unidades de restauração locais.

Pescada artesanalmente, sobretudo nas comunidades de pescadores de São Pedro da Torre e Cristelo Côvo, nas redadas, é confecionada nas unidades de restauração locais que apuram segredos seculares da arte de a confecionar e apresentar.

Esta é, também, uma oportunidade, para (re)descobrir os encantos de Valença, numa época repleta de animação cultural e recreativa.

Para Jorge Salgueiro Mendes, Presidente da Câmara Municipal, “Valença é um destino gastronómico de eleição para quem gosta de comer bem e aprecia os sabores genuínos!”

Ponto alto na animação, destes dois meses, serão os “Sabores da Lampreia”, a maior mostra gastronómica da região, que decorrerá entre 20 e 22 de março, na comunidade piscatória valenciana de São Pedro da Torre.

Os amantes da boa lampreia terão agora mais um forte motivo para visitar Valença.

FAG 2014 - Feira de Artesanato e Gastronomia de Vila Real


FAG - Feira de Artesanato e Gastronomia de Vila Real
Com a transmissão do programa Somos Portugal da TVI

De 28  a 30 de Novembro, as portas da NERVIR – Associação Empresarial, vão estar abertas para celebrar a décima sétima edição consecutiva, de uma das mais antigas, senão a mais antiga Feira de Artesanato e Gastronomia da região, organizada pela NERVIR e pela Câmara Municipal de Vila Real, e onde se pode apreciar o artesanato, do mais tradicional ao contemporâneo, assim como descobrir as mais diversas iguarias gastronómicas.

A FAG – Feira de Artesanato e Gastronomia do distrito de Vila Real, tem entrada gratuita para os visitantes e o Pavilhão de Exposições da NERVIR está já completo, apenas havendo lugares no exterior, pois foi grande a adesão de artesãos e de expositores com produtos gastronómicos.

Vão estar presentes artesãos com Joalharia, Pintura em Tecido, Artesanato em Burel, Tapeçarias e Malhas, Bordados manuais em linho, Olaria, Artesanato em pele, artigos em Cortiça, Cerâmica, Tecelagem, Bijuteria, trabalhos em Madeira, em Casca de ovo, em Escamas de peixe, e muitos outros artigos únicos e originais, feitos ao vivo e fruto da criatividade dos artesãos; e não podemos esquecer a gastronomia, com os Queijos, Vinhos, Enchidos e Licores, Fumeiro, Doçaria Conventual, Compotas, Geleias, Mel, Chás, etc.

No domingo dia 30 de novembro, teremos a transmissão do programa “Somos Portugal” da TVI, que ajudará a divulgar o artesanato e a gastronomia, assim como a própria Região.

Mas, visitar a FAG é também uma forma de privilegiar a economia regional, privilegiar as pequenas empresas, as empresas familiares, que vendem exclusivamente produto nacional e que, apesar da mudança de paradigmas, na economia, na educação e no desenvolvimento, continuam a preservar no tempo o que outrora constituiu, na economia e na mesa, a sua identidade.

De 28 a 30 de Novembro em Vila Real e com entrada livre, não perca a 17ª edição da FAG - Feira de Artesanato e Gastronomia. Não falte!

O Artesanato e a Gastronomia em Vila Real


O Artesanato e a Gastronomia em Vila REal - FAG 2014
A 17ª edição da FAG – Feira de Artesanato e Gastronomia de Vila Real, vai decorrer de 28 a 30 de Novembro, no pavilhão de Exposições da Nervir. A FAG é uma referência, em termos de artesanato e gastronomia na região, contribuindo para a dinamização e valorização dos produtos artesanais, das artes e do comércio tradicional, em detrimento de outras formas de comércio de massas.

A NERVIR - Associação Empresarial e a Câmara Municipal de Vila Real organizam este evento como um momento em que se mostra e se tenta preservar para o futuro, um conjunto de atividades artesanais e culturais que todos temos obrigação de ajudar a perpetuar, pois fazem parte da  nossa memória cultural.

A Feira de Artesanato e Gastronomia de Vila Real constitui também uma homenagem ao povo de Trás-os-Montes que, apesar da inexorável mudança de paradigmas, na economia, na educação e no desenvolvimento, continua a preservar no tempo, o que outrora constituiu, na economia e na mesa, a sua identidade.

A gastronomia, assim como o artesanato produzido e exposto na FAG não têm concorrência; são obras de arte únicas, transmitidas de geração em geração, e constituem um património inestimável e um importante legado para as gerações vindouras.

Complementa esta edição da FAG, a transmissão, no dia 30 de novembro, do programa Somos Portugal da TVI, que contribuirá para a divulgação do artesanato e da gastronomia presentes, assim como para a divulgação do que de melhor Vila Real e a região, têm para oferecer.

A FAG 2014 tem entrada livre e abre ao público no dia 28 de novembro às 16H00, nos dias 29 e 30 de novembro, abre às 10H00.

Refeições tradicionais populares



Almoço durante as vindimas, no Douro
“Os nomes portugueses das comidas são: a parva, o almoço, a côdea, chamada também fatiga (fatia), o jantar (pronúncia popular: jentar, jintar), a merenda, a ceia e o ceiote (pronúncia popular: cióte, verbo ciotar).
A parva consta de pouca comida, como azeitonas com pão e aguardente, e dá-se antes do almoço aos trabalhadores, os quais dizem então que vão matar o bicho (Beira Alta).
O almoço é a comida da manhã.
A côdea é uma pequena refeição entre o almoço e o jantar (Carrazeda de Anciães).
O jantar, nas aldeias, é geralmente à hora do meio-dia.
A merenda (só há merendas desde 25 de Março até 8 de Setembro) é à tarde.
A ceia é ao anoitecer.
O ceiote é geralmente à meia-noite, e dá-se aos homens que andam em certos trabalhos, como de lagar, etc. (Tabuaço).
Em algumas partes é costume dizer certa oração ao começar a comer. Nos conventos liam-se em voz alta livros espirituais durante a comida […]. O uso de dar graças a Deus no fim do jantar (e às vezes da ceia) é geral. Diz-se numa pequena oração, como: Nosso Senhor nos dê muito e sustente com pouco, etc.
Enquanto se come, não deve estar dinheiro sobre a mesa, porque é sinal de traição ou pobreza (Vila Real).
À mesa do jantar não nos devemos sentar entre médico e padre, porque é sinal de morte (Douro).
Se estão treze pessoas à mesa, morre uma nesse ano.
Não se deve comer ao luar, porque quem come ao luar come a lua.
Não se deve estar na quina da mesa, porque quem aí está não casa (Porto).
À parte da comida que não é caldo chama-se condoito ou peguilho; até se diz a alguém que está a comer pão: apeguilha-o com alguma coisa (Beira Alta).
Enquanto se faz a ceia, a família está ao lume e reza a coroa de Nossa Senhora em coro (aldeias da Beira Alta).
Adaptado de J. Leite deVasconcellos in «Tradições populares de Portugal»
Clicando nos links abaixo, poderá ficar a conhecer mais sobre as refeições no tempo dos nossos “avós”:
Concelho de Melgaço e Castro Laboreiro
«A Montanha», região a Nascente de Chaves, Vila Pouca de Aguiar, Valpaços, Quinta da Aguieira, perto de Torre de D. Chama, Concelho de Mirandela, Concelho de Bragança
Refeições de trabalhadores na Beira Baixa e parte da Beira Alta, no Verão, Meda, distrito da Guarda, Oliveira de Azeméis, Oliveira de Azeméis, Vila de Almeida, Rapa, concelho de Celorico da Beira, Vilar Seco, concelho de Nelas, Canas de Senhorim, concelho de Nelas, Mizarela, concelho da Guarda
Lisboa
Tolosa, concelho de Nisa, Beja, Odemira
Mexilhoeira Grande, concelho de Portimão
In "Alto Douro, terra de vinho e de gente" - A.L. Pinto da Costa, Edições Cosmos

Desfolhada Tradicional Minhota em Vila Nova de Cerveira


Desfolhada Tradicional Minhota em Vila Nova de Cerveira
Recuperar usos e costumes do concelho e proporcionar um serão de convívio à moda antiga são dois dos principais objectivos para mais esta iniciativa: Desfolhada Tradicional Minhota, em Vila Nova de Cerveira.

Um Terreiro transforma-se numa autêntica eira comunitária ao recriar, no próximo sábado, 06 de setembro, a partir das 21h30 uma Desfolhada Tradicional Minhota, que pretende envolver toda a comunidade.

Num ambiente rural e acolhedor, o centro histórico da Vila das Artes viaja a um passado não muito remoto, com as gentes da terra a recriar uma eira comunitária, num esforço de preservação da identidade cultural e etnográfica do concelho.

Toda a população está convidada não só a assistir, mas a participar ativamente, exibindo no vestuário um elemento decorativo associado à Desfolhada Tradicional. Outro objetivo é envolver residentes e turistas na vivência de uma tradição antiga, que se vai perdendo ao longo dos tempos.

Um carro de bois carregado e ornamentado vai desfilar pelas principais artérias do centro histórico cerveirense até se instalar em pleno Terreiro, dando início a uma desfolhada tradicional, momento em que se soltam os cantares e sons tradicionais, as estórias e as lendas. Não faltarão os bardeiros e as medas para conferir a maior autenticidade a esta iniciativa.

Contam os mais antigos que a desfolhada era um momento muito aguardado pelas populações, em especial pelos jovens, que alimentavam a esperança de encontrar o milho-rei para poder beijar o rapaz ou a rapariga por quem nutria um sentimento especial. O trabalho transformava-se numa verdadeira festa minhota.

O convívio subjacente a esta recriação integra ainda a gastronomia típica, nomeadamente a broa e o chouriço da região, acompanhados do bom vinho verde, e que contribuem para que esta Desfolhada Minhota de Vila Nova de Cerveira seja uma referência no seio das manifestações etnográficas do Alto Minho.

Numa organização da Comissão de Festas de Nossa Senhora da Ajuda, a Desfolhada Tradicional Minhota conta com o apoio da Câmara Municipal, e parceria dos grupos de folclore do concelho, concertinas e cantares ao desafio.

Feira das Tradições e Sabores 2014 - Vila Nova de Paiva


O Município de Vila Nova de Paiva vai realizar, no próximo dia 14 de setembro (domingo), na freguesia de Vila Cova à Coelheira, a Feira das Tradições e Sabores, que consiste numa feira de artesanato e de produtos gastronómicos da região, no qual está integrado o  XXXI Festival de Folclore de Vila Cova à Coelheira.

A organização desta iniciativa pretende  que o artesanato seja nas áreas mais tradicionais possíveis como: cestaria, madeiras, ferro, tapeçaria, trabalhos em pedra, tecelagem, burel, lãs, linhos, entre outros.
Haverá ainda a degustação de alguns produtos, confeção de bôlas em forno de lenha e a exposição o Ciclo do Pão. 

Pelas 18h30 será a atuação de Mónica Sintra.
As inscrições estão abertas para os expositores que pretendam participar na feira, até as 17h de dia 06 de setembro (sábado). 

Para mais informações, deve contatar o Posto de Turismo pelo 232 609 900, de 3.ª a sábado das 10h às 12h30 e das 14h às 17h, ou via e-mail para turismo@cm-vnpaiva.pt .
REGULAMENTO

Feira das Tradições e Sabores
1.- A  Feira das Tradições e Sabores é uma organização da Câmara Municipal.
2.- Podem inscrever-se nesta feira a título individual ou em representação de Câmaras Municipais, Juntas de Freguesia, Entidades Regionais de Turismo ou outras Instituições desde que apresentem produto regionais.
3.- A Feira decorrerá no dia 14 de setembro (domingo) de 2014, no Largo da Feira em Vila Cova á Coelheira.
4.- A abertura da feira será às 10h30 e o encerramento será pelas 19h30.
5.- As bancas deverão estar prontas até às 10h do dia 14 de setembro de 2014.
6.- A ocupação da banca será facultada mediante inscrição formalizada através de boletim próprio e entregues pessoalmente no Posto de Turismo / Loja TERRAS ou através de endereço postal (Praça D. Afonso Henriques, n.º 1 – 3650 – 207 Vila Nova de Paiva) até ao dia 6 de setembro de 2014.
7.- As inscrições são limitadas.
8.-  O produtor não poderá ceder a ocupação do espaço sem prévia autorização da Organização.
9.- Os produtores e todos os outros utilizadores da feira deverão retirar as suas viaturas do interior do recinto, impreterivelmente, até às 9h30 e após o encerramento volta a ser permitida a entrada das viaturas.

FESTADA - Festival na Terra do Bacalhau (Valença)


Valença, lá bem no Norte de Portugal, junto à fronteira com a Galiza (Espanha) recebe, entre os dias 31 de julho e 3 de agosto, a FESTADA – Festival do Bacalhau, com restaurantes, animação de rua, concertos e gastronomia ao vivo, na avenida da Estação.

Este festival pretende ser uma experiência única para os amantes do bacalhau e a oportunidade de saborear, o “fiel amigo” de múltiplas formas por gente que sabe: crepes de bacalhau, filhós de bacalhau com cerveja, tapas de bacalhau, pão com bacalhau, empadas e bolas de bacalhau, línguas de bacalhau, conservas de bacalhau e tantas outras formas de saborear este produto em Valença.

Para o Presidente da Câmara Municipal, Jorge Mendes “O bacalhau é um prato emblemático de Portugal, mas é em Valença que ele ganhou uma fama e um prestigio singular, tendo vários restaurantes especializados, alguns dedicados praticamente em exclusivo a este produto”.

O Bacalhau em Valença é Rei! Capital do bacalhau, diariamente, é o prato servido em mais de 60 restaurantes localmente especializados nesta iguaria. Bacalhau em tapas ou servido de mil maneiras, tem em Valença um destino de eleição.

Para além dos pratos de bacalhau os vinhos verdes da região, a doçaria tradicional e tantos outros produtos locais completam o certame.

Esta é, também, a oportunidade para descobrir os segredos do bacalhau e aprender a inovar nos showcookings programados, com os chefes Vasco Pombo, Margarida Bessa Rego, Raquel & Luís Bezerra. Os mais mais novos, também, terão a sua oportunidade com um showcooking para crianças.

Charanga “Cantos Somos”, “Brother Soul”, “Sopro de Cordas de Outeiro”, “Bombos com Alma”, bem como um conjunto de dj´s proporcionarão tardes e noites muito animadas.

Festival Itinerante da Cultura Tradicional - L BURRO I L GUEITEIRO


L BURRO I L GUEITEIRO - Festival Itinerante da Cultura Tradicional
L BURRO I L GUEITEIRO - Festival Itinerante da Cultura Tradicional
De 23 a 27 de Julho
Aldeia da Granja, Fonte Ladrão, Palaçoulo e Prado Gatão
Concelho de Miranda do Douro


O Festival Itinerante de Cultura Tradicional L Burro i L Gueiteiro caracteriza-se por ter uma dupla missão: mostrar o melhor do Planalto Mirandês e quebrar, ao mesmo tempo, o estereótipo de uma cultura parada no tempo. Bem pelo contrário, acreditamos que está em constante transformação e que temos, por isso mesmo, a responsabilidade de contribuir com actividades criativas e de qualidade que a estimulem. Isso significa trazer pedaços de outras culturas, mas também repensar o contacto com o que é de cá, e que continuamos a privilegiar.

O L Burro i L Gueiteiro é então um festival que pretende, acima de tudo, dar a conhecer a riqueza e diversidade do Planalto: das paisagens aos saberes, dos campos às aldeias, dos burros aos gaiteiros, tendo presente que tradição e inovação não se opõem – constroem-se mutuamente; e que, por essa razão, não é só o festival que é itinerante, mas também a cultura que viaja com ele.

É um evento a pensar em todos - miúdos e graúdos – os que gostam de caminhadas por percursos bonitos, de refeições apetitosas, de sestas burriqueiras, de oficinas instrutivas, de boa música e de muita festa. Por tudo isto, é ainda um festival familiar e relaxado, como se de um longo e preguiçoso Domingo em família, entre burros e ao som da gaita-de-fole se tratasse.

Relaxe, Passeie, Descanse, Divirta-se – sempre com calma, sem pressas. Entre no espírito do festival e venha BURRICAR COM VAGAR!

PROGRAMA

Quarta-feira, 23 de Julho de 2014
Aldeia da Granja

Das 18h00 às 23h00   - Abertura da 12ª Edição “L Burro I L Gueiteiro”
Inscrições/recepção dos participantes
Actuação do grupo de Pauliteiros da aldeia da Granja – a confirmar

Quinta-feira, 24 de Julho de 2014
Aldeia da Granja 

10h00 - Caminhada na companhia do Burro de Miranda na envolvência da aldeia da Granja
13h00 - Piquenique no lameiro
15h00 - Sesta burriqueira
16h00 - Regresso à aldeia da Granja: Caminhada na companhia do Burro de Miranda
18h00 - Oficina de cantos da terra - Sofia Portugal - Escola de Música Tradicional do CCRAM
1
20h00 - Jantar na aldeia da Granja
21h30 - Peça de Teatro "L Tamborileiro de la Pruoba" - Grupo de Teatro da Lérias (Lérias Associação Cultural)

Concertos
Luís António Pedraza
Saracotelho – Professores da Escola de Música Tradicional do CCRAM1


Sexta-feira, 25 de Julho de 2014
Da aldeia da Granja à aldeia de Palaçoulo

10h00  - Caminhada na companhia do Burro de Miranda, da aldeia da Granja até à aldeia de Fonte Ladrão
13h00 - Piquenique no lameiro

15h00
- Sesta Burriqueira
16h00 - Continuação da caminhada na companhia do Burro de Miranda até à aldeia de Palaçoulo
20h00 - Jantar na aldeia de Palaçoulo
21h30 - Sessão de contos com o "Pior Contador de Histórias do Mundo", Rodolfo Castro
Concertos - João Gentil | Las Çarandas


Sábado, 26 de Julho de 2014
Aldeia de Palaçoulo
10h30 - Visita às indústrias e artesãos de Palaçoulo: tanoaria e cutelaria
Artesãos:
1. - Navalhas Irmãos Pires, Lda. - Facas Artesanais, machadas, canivetes, punhais, cutelos
2. - Francisco Cangueiro& Elsa Cangueiro - Talha em Madeira e Chifre, cutelaria tradicional
3. - José da Cruz Pêra Macias - Cutelaria tradicional
Indústria: 
1. - José Maria Martins, Cutelaria Tradicional de Palaçoulo Lda.- Facas, talheres, navalhas para brindes, artigos de churrasco
2. - Fábrica de Cutelarias Filmam Lda - Navalhas, facas, talheres, conjuntos de trinchar, de cozinha e de facas, cutelos, afiador de facas, tenaz, saca rolhas, …
3. - J.M.Gonçalves - Tanoaria, Lda
4. - Tacopal - Tanoaria e construção civil de Palaçoulo, Lda

13h00 - Almoço na aldeia de Palaçoulo
15h00 - Sesta Burriqueira
15h30 - Actividades na aldeia
- Oficina de percussão tradicional (Associação P. E. D. Gaita-de-Foles e Escola de Música Tradicional do CCRAM1)
- Introdução à Flauta Pastoril de 3 buracos (Luís António Pedraza - inscrição 5€)
- Oficina de Gaita-de-Fole (Víctor Felix e Mario Estanislau - Sons da Música, construtores de instrumentos musicais)
- Dança dos Pauliteiros – Pauliteiros Mirandeses de Palaçoulo (Caramonico – Associação para o Desenvolvimento integrado de Palaçoulo)
- Danças tradicionais Mirandesas (Suzana Ruano – Las Çarandas)
Oficina de Cusco(s) Transmontano (Associação Tarabelo)
- Oficina de construção de burros de cartão (Livraria Gatafunho)
- Percurso pedestre de interpretação da natureza (Paulo Pereira, biológo)
- Elaboração de uma farmácia caseira com base em plantas selvagens (Divulga Caminho - Associação Cultural)
- Identificação de aves do Planalto Mirandês (ATN - Associação da Transumância e Natureza)
- Curso de identificação de libélulas e libelinhas (Associação Tarabelo)
- Laboratório de natureza com observação de espécimes à lupa (Miguel Peixoto, biólogo)
- Cultivo de cogumelos – Repolga Pleurotus ostreatus - produção e inoculação de substratos à base de palha e composto de estrume de burro e pomba (Palombar – Associação para a conservação da natureza e património rural - inscrição 10€ - no final da oficina poderá levar o seu saco inoculado para casa (para posteriormente produzir cogumelos))
- Visita ao Centro de Valorização do Burro de Miranda (AEPGA - Associação para o Estudo e Protecção do Gado Asinino)
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