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XIX Jornadas Técnicas de Etnofolclore - Coimbra

A Associação de Folclore e Etnografia da Região do Mondego vai realizar no próximo dia 21 de novembro, a partir das 10h00, na Casa Municipal da Cultura de Coimbra, as XIX Jornadas Técnicas de Etnofolclore, integradas na comemoração do seu 30º aniversário.

A organização pretende que mais esta edição das Jornadas seja uma ação de formação e valorização para todos os participantes e ainda um alerta para a necessidade premente de uma melhor salvaguarda desse valioso património que os Grupos de Folclore recuperam na sua atividade de recolha.
Para o efeito, vai contar com a presença de alguns especialistas nacionais que abordarão as duas temáticas principais: a tradição oral enquanto património imaterial (os provérbios, os pregões e outras formas de linguajar) e a dança tradicional (seu significado e execução).

No final dos trabalhos, assistiremos a uma demonstração das diversas formas de linguajar realizado pelo GEDEPA, da Pampilhosa.
A Etnografia e o Folclore participam significativamente no debate sobre a cultura popular e a identidade nacional, na medida em que enfatizam a dimensão cultural e popular do processo da sua formação.

Estas Jornadas contam com o apoio de várias entidades locais e regionais e destinam-se aos elementos de grupos folclóricos e outras associações ligadas à cultura popular, estudiosos do folclore e etnografia e público em geral.
A participação pode ser feita mediante o preenchimento de uma ficha de inscrição e pagamento de 7,5€.

Programa
Dia 21 de novembro

10.00 – Abertura do secretariado
10.30 – Sessão solene de abertura

11.00 – Pausa para o café
11.15 – Fala para que eu te veja! O que nos dizem os provérbios? - Doutor Alexandre Parafita

11.45 – Pós p’ra bicharada! Os pregões e o património - Inspetor Lopes Pires
12.15 – Discussão dos temas apresentados - Moderadora: Mestre Sandra Lopes

13. 00 – Almoço livre
14.30 – Música e dança no contexto dos processos de folclorização: abordagem sumária - Doutor Avelino Correia

15.00 – Salvaguarda da dança tradicional - Doutora Marisa Barroso
15.30 – Dança popular: autenticidade, beleza e alegria na execução - Eng. José Teixeira

16.00 – Discussão dos temas apresentados – Moderador: Dr. Luís Madaleno
16.30 – Pausa para o café

16.45 – Tesouros do Povo – Pampilhosa e seu linguajarGEDEPA - Grupo Etnográfico de Defesa do Ambiente e Património | Pampilhosa - Mealhada

XX Feira Rural Portuguesa - Federação do Folclore Português


XX Feira Rural Portuguesa
XX Feira Rural Portuguesa

01, 02 e 03 de Maio de 2015

Vai realizar-se, nos próximos dias 1, 2 e 3 de Maio, no Parque Santa Maria Adelaide, Arcozelo (Vila Nova de Gaia) a XX Feira Rural Portuguesa, onde estarão presentes cerca de 80 Grupos de Folclore de quase todas as Regiões Etnográficas do País.

A Feira Rural Portuguesa é cada vez mais um ponto de referência para os milhares de visitantes que procuram reviver tempos passados.

Durante os três dias da sua realziação, estima-se a presença de 20.000 visitantes, que poderão ver e saborear as diversas iguarias e deliciar-se com a mais variada gastronomia tradicional Portuguesa. Ao mesmo tempo, poderão apreciar e adquirir produtos artesanais, bem como assistir a diversas animações no recinto da feira.

Esta iniciativa conta com o apoio da Junta de Freguesia de Arcozelo e Câmara Municipal de Vila Nova de Gaia.

Programa da Feira

Sexta-feira - 1 de Maio

16h30 - Atuação do Rancho Folclórico de Santa Luzia de Airães - Felgueiras

18h30 - Atuação do Rancho Folclórico do Divino Espírito Santo - Vila Nova de Gaia

21h30 - Atuação do Grupo Folclórico "Os Fogueteiros de Arada" - Ovar

22h30 - Atuação do Rancho Regional de Fânzeres - Gondomar

(Depois da sua atuação, cada Grupo irá fazer um workshop de dança onde o público poderá participar)

Sábado - 2 de Maio

16h30 - Atuação do Rancho Típico de Esposade - Matosinhos

17h30 - Receção das Entidades Oficiais e convidados na Sede da Federação do Folclore Português

17h30 - Visita oficial à Feira

18h00 - Atuação do Grupo Folclórico da A.C.R. de Vale Domingos - Águeda

21h00 - Atuação do Rancho Folclórico da Casa do Povo de Souselo - Cinfães

22h00 - Atuação do Grupo Folclórico "O Cancioneiro de Cantanhede" - Cantanhede

23h00 - Atuação do Grupo de Danças e Cantares Regionais do Orfeão da Feira - Santa Maria da Feira

(Depois da sua atuação, cada Grupo irá fazer um workshop de dança onde o público poderá participar)

Domingo - 3 de Maio

16h00 - Atuação do Rancho Regional de Argoncilhe - Santa Maria da Feira

17h00 - Atuação do Rancho Folclórico das Lavradeiras da Trofa - Trofa

(Depois da sua atuação, cada Grupo irá fazer um workshop de dança onde o público poderá participar)

Em simultâneo, irá estar patente, nas instalações da Sede da Federação do Folclore Português uma Exposição de fotografias intitulada "Gente do Folclore Português". Horário da exposição: 15hOO às 19h30

Produtos à venda na Feira: Doçaria | Enchidos | Frutas e Legumes | Gastronomia | Queijos | Artesanato | Tecidos

Congresso sobre Folclore do Alentejo em Montemor-o-Novo


1º Congresso de Folclore e Etnografia do Alentejo
Vai realizar-se no próximo dia 11 de Abril, na Biblioteca Municipal Almeida Faria em Montemor-o-Novo, 1º Congresso de Folclore e Etnografia do Alentejo, numa organização conjuntada Federação do Folclore Português e do seu Conselho Técnico Regional. Este vai ser, sem dúvida, um dia marcante para o movimento etno-folclórico do Alentejo e consequentemente do país.

Este Congresso pretende afirmar-se como um espaço de estudo e ponto de encontro de todas as organizações da região ligadas à cultura tradicional, onde os grupos de folclore detêm particular importância, e à qual se associa também a Universidade de Évora (Escola de Ciências Sociais), a Associação Pé de Xumbo, entre outras.

No decorrer dos trabalhos serão apresentadas várias comunicações e trabalhos, por parte de diferentes oradores, provenientes de vários pontos do Alentejo, que centrarão as suas intervenções em temas tão variados como o cante alentejano, as modas de saias, a viola campaniça e o cante ao baldão, os bailhos das sortes de antigamente, o rigor do trajar enquanto elemento identificador de uma comunidade, etc....

Assim, Grupos de Folclore, Associações e demais Entidades que intervêm no estudo, análise, preservação e divulgação de um vasto conjunto de tradições alentejanas, vão reunir-se neste verdadeiro fórum de defesa da identidade alentejana, centrando a sua preocupação maior na necessidade de continuar a partilhar experiências e conhecimentos entre todos, garantindo, assim, a transmissão geracional de traços e características importantes da forma de ser e estar do povo alentejano.

Neste Congresso, cujas inscrições são gratuitas, pode participar qualquer pessoa ou entidade coletividade que tenha interesse no programa, bastando para isso enviar um e-mail, até dia 7 de abril de 2015, para: ctr.alentejo@gmail.com ou entrando em contacto através dos telemóveis 968543487 ou 960391612.
Programa do 1º Congresso de Folclore e Etnografia do Alentejo
 

Folcloristas do Algarve vão ser homenageados


Ao longo de muitas décadas, os Grupos de Folclore do Algarve foram, e continuam a ser, um elemento fundamental para a animação turística das nossas terras que, principalmente no Verão, acolhem milhares de turistas nacionais e estrangeiros. São também fundamentais para a preservação da identidade cultural algarvia que se tenta manter, e tem vindo sempre a ganhar o carinho e admiração pelos demais seguidores.

O Folclore é, sem dúvida, para os algarvios um dos mais importantes ícones da Cultura Tradicional regional e local, e que tem levado e afirmado o Algarve eternamente azul, pelos quatro cantos do mundo, pelos pés dos balhadores dos grupos folclóricos desta região assim como dos nossos reconhecidos brilhantes tocadores e cantadores.

Mas este Algarve não vive só do turismo. Tem gente. Gente que marca a diferença. Gente que vive no barrocal e litoral. Gente que nasceu aqui, que aqui vive e que das tradições populares do povo nunca se desprendeu e as utiliza para afirmar a sua terra... O seu Algarve "onde um Manel e uma Maria, giram num torvelinho, eternamente a rodar ao som de um corridinho".

É esta que, ao longo dos tempos, tudo fez para que a tradição algarvia não se perdesse, graças aos grupos de Folclore do Algarve, sustentou,  formou e informou milhares de homens e mulheres sobre o que era ser algarvio, que a Federação do Folclore Português quer homenagear.

Assim sendo, no dia 8 de Fevereiro de 2015, pelas 16 h no Auditório de Lagoa, decorrerá um Espetáculo Evocativo ao Folclore Algarvio, onde serão homenageados algumas das figuras do Algarve que mais contribuíram para aquilo que o Folclore é e representa hoje na região, no pais e no mundo.

“Memórias Algarvias - Tributo a Folcloristas Algarvios”, é o mote para uma tarde agradável de cultura algarvia que estará a cargo de grupos de referência do Algarve, garantindo desde já o sucesso do evento: Rancho Folclórico da Luz - Tavira, Grupo Folclórico da Casa do Povo de Alte, Rancho Folclórico de Moncarapacho,  Grupo Folclórico de Faro, Rancho Folclórico de S. Bartolomeu de Messines e Rancho Folclórico do Calvário.

A Federação do Folclore Português e o Conselho Técnico Regional do Algarve, enquanto organizadores do evento, apelam à participação da população e a todos quantos foram passando pelos diversos grupos do Algarve, ao longo dos tempos.

É o momento para assistir a este memorável espetáculo de afirmação da Identidade Algarvia e reconhecimento público a quem liderou e/ou lideram estes projetos.

A Federação do Folclore Português e o CTR/Algarve.

Pessoas relacionadas com o Folclore e a Etnografia da nossa terra - II


 António Magalhães Cabral
Nasceu em Castedo do Douro (Sabrosa), em 30-04-1931 e faleceu a 23 de Outubro de 2007.
 Armando Leça
Nasceu em Leça da Palmeira, 9.8.1893 - Faleceu em Vila Nova de Gaia, 20.1.1977. 
Augusto Gomes dos Santos
Nasceu em  Arcozelo, 23.07.1924 – faleceu em Arcozelo, 9.07.2011.
Cecílio Gomes da Silva
(1923-2005) - Natural do Funchal, engenheiro silvicultor de profissão.
Ernesto Luís Alves da Veiga Oliveira
(1910-1990). Etnólogo,  responsável pela renovação desta ciência em Portugal, era natural do Porto. 








Fernando de Castro Pires de Lima
Porto, 1908-1973 - Etnógrafo português, natural do Porto. 
Fernando Lopes Graça
Nasceu em Tomar a 17/12/1906. Compositor e musicólogo.
Gonçalo Sampaio
São Gens de Calvos, Póvoa de Lanhoso n. 1865 - Porto f. 28/07/1937. 
Jaime Lopes Dias
Nasceu em Vale de Lobos, em 1890. Faleceu em Lisboa no ano de 1977. 

Saiba mais sobre estas e outras pessoas relacionadas com o Folclore e a Etnografia da nossa terra, aqui.

Pessoas relacionadas com a Etnografia e o Folclore da nossa terra - I


Ao longo dos últimos quase 150 anos, muitas pessoas têm dedicado as suas vidas à investigação, à recolha, à preservação e à divulgação da Cultura Popular Portuguesa, nas suas diversas vertentes. A partir deste espaço pode ter acesso a informações biográficas e outras sobre aqueles(as) que, ao longo dos anos, assumiram, com espírito de missão, a defesa da Cultura Popular Portuguesa como uma tarefa inadiável e que urge continuar. Basta clicar no respectivo nome…

http://www.folclore-online.com/pessoas/abade_bacal.html
Francisco Manuel Alves
Nasceu em Bragança, a 9 de Abril de 1865 e faleceu a 13 de Novembro de 1947, em Bragança.
Altino Moreira Cardoso
Nasceu em 8.12.1941, na freguesia de Loureiro, concelho de Peso da Régua
 
António Aragão
Nasceu na ilha da Madeira, em S. Vicente, a 22 de Setembro de 1921. Faleceu no Funchal a 11 de Agosto de 2008.
 
António Gomes Pereira
Nasceu na Casa de Chapre, em Midões (Barcelos), em 30 de setembro de 1859 e faleceu na mesma Casa, no dia 6 de abril de 1913.
António da Rocha Peixoto
Nasceu a 18 de Maio de 1868, na Póvoa de Varzim. Faleceu a 2 de Maio de1909, no Porto.
António Joaquim Tavares Ferro
Nasceu em Lisboa, 17.08.1895 - ib., 11.11.1956
 
António Jorge Dias Nasceu no Porto, em 1907, e faleceu na mesma cidade, em 1973.
 
 
António Lourenço Fontes
Nasceu em Cambezes do Rio (Montalegre) em 22 de Fevereiro de 1940. Mentor e dinamizador dos Congressos de Medicina Popular em Vilar de Perdizes.
António Maria Mourinho
Nasceu em Sendim, Miranda do Douro, em 1917 e faleceu em 13 de Julho de 1996

Artigos de Opinião sobre Folclore e Etnografia

Artigos de opinião do Dr. Carlos Gomes, publicados no Portal do Folclore Português:

»» Porque os políticos desprezam o Folclore?
Uma vez mais, por ocasião da passagem de ano, a comunicação social vai mostrar-nos um grupo folclórico proveniente de uma região algures do país a cantar as janeiras ao Presidente da República e ao Primeiro-ministro e a serem recebidos com grande hospitalidade nas respectivas residências oficiais. Trata-se de um momento particularmente enternecedor porquanto ficamos plenamente persuadidos de que, ao receber em suas casas a gente simples que lhes bate à porta para... Ler mais>>>

»» Folclore: das Paradas Agrícolas aos Cortejos Etnográficos
Os cortejos etnográficos constituem um espectáculo geralmente muito apreciado do público, mesmo comparativamente às exibições de ranchos folclóricos, vulgarmente designadas por festivais. Em diversas localidades do país, eles integram as respectivas festividades, atraindo milhares de forasteiros e tornando-se, quase sempre, um dos momentos mais apreciados do público. São exemplo o cortejo nas Festas em Honra de Nossa Senhora da Agonia, em Viana do Castelo e nas Feiras Novas, em Ponte de Lima. Ler mais>>>

»» O Folclore virou mercadoria da sociedade de consumo
Mais do que uma forma de representação das nossas tradições populares, o folclore tem vindo cada vez mais a transformar-se numa mercadoria e a proporcionar o aparecimento de novas profissões a ele associadas, com especial incidência para as que se relacionam com a actividade dos ensaiadores, dos tocadores e dos próprios empresários do folclore, ou seja, aqueles que dirigem os respectivos grupos e fazem a gestão dos seus contratos. Ler mais>>>

»» As origens pagãs do Bolo-rei
À semelhança do que sucede com a generalidade dos costumes actuais, perde-se no tempo a verdadeira origem do bolo-rei, da mesma forma que também este apresenta formas e designações variadas consoante as culturas. Assim, em Inglaterra mantém-se a tradição de comer e efectuar corridas com panquecas por ocasião da Terça-feira Gorda. Tratam-se, na realidade, de festividades de origem pagã que se encontram ligadas a rituais de fertilidade que outrora se realizavam por ocasião do Entrudo e (...) Ler mais>>>

»» A Coroa do Advento
A Coroa do Advento constitui um dos símbolos da época do Natal a anunciar o nascimento do Messias. Nos domingos do Advento, considerado o primeiro tempo do Ano Litúrgico correspondendo às quatro semanas que antecedem o Natal, as quais surgem representadas nas quatro velas. A família reúne-se à sua volta para rezar e celebrar. Ler mais>>>

»» Etnografia e Artes Gráficas
Não existe praticamente festa ou romaria, feira tradicional ou festival folclórico que não tenha o seu próprio cartaz a anunciar o evento e a divulgar o respectivo programa. Desde os mais simples aos melhores elaborados do ponto de vista gráfico, todos revelam uma preocupação de natureza publicitária que consiste em dar a conhecer a iniciativa e garantir o seu êxito em termos de participação do público. Ler mais>>>

Artigos de opinião do Sr. Lino Mendes, publicados no Portal do Folclore Português:

»» Subsídios para «O cantar e o bailar das “saias” em Montargil
Com ou sem influência espanhola, sabe-se que as “saias” são uma moda de raiz alentejana - que no Alentejo, segundo Tomaz Ribas, se bailaria já no século X .Como se sabe que por força das migrações, e noutras formas, se fixou também noutras regiões. E em Montargil, como era? Ler mais>>>

»» O Natal de antigamente - Montargil
Estamos em MONTARGIL e o ano de 1930 está quase a chegar ao fim. Continua a apanha da azeitona, e com a ajuda de vacas e de bois tenta-se acabar a sementeira. Embelga-se e semeia-se aproveitando bem o tempo - já que é neste mês que existe o dia mais pequeno (em que acontecem os dias mais pequenos). Ler mais>>>

»» Gente de antigamente
Parece-me oportuno referir que os textos que, sem a devida sequência de temas, estou enviando para publicação no Portal do Folclore Português, estão entre os que, sendo fruto de 30 anos de pesquisa, integrarão o livro GENTE DE ANTIGAMENTE. Ler mais>>>

»» Montargil
Trata-se de uma “zona de transição”,que estando geograficamente inserida no Ribatejo, etnograficamente tem mais a ver com o Alto Alentejo. Eu atrevo-me até a chamar-lhe o ALENTEJO DA CHARNECA. Já o saudoso amigo Tomaz Ribas dizia, isto quanto ao Ribatejo, que Abrantes e Montargil tinham algo de muito diferente. Ler mais>>>

»» A Cortiça e a Machada de Montargil
Em apontamento anterior, referimos que de vários pontos do país aqui procuravam, pela sua qualidade de fabrico, as “machadas” para tirar cortiça. No entanto, e a exemplo de outras artes e ofícios, hoje apenas aqui existe uma loja de ferreiro e trabalhando em especial na construção civil. Ler mais>>>

»» A Arte de tirar cortiça
Para muitos, o “trabalho de campo”é uma actividade reservada aos de menor capacidade intelectual e inferir posição social, ignorando que nalgumas situações se trata mesmo de uma ciência - não o será, por exemplo, o “enxertar”? - e não raras vezes uma arte, como é o caso de “ retirar cortiça à mão”. Ler mais>>>

Trajos de Portugal

O Portal do Folclore e da Cultura Popular Portuguesa disponibiliza diversas informações sobre Trajos Regionais/Tradicionais de Portugal.

A última actualização diz respeito a Trajos de Entre Douro e Minho, retirados da obra "Etnografia Portuguesa" - Livro III - José Leite de Vasconcelos.

Danças Populares Portuguesas

“(...) por «danças populares portuguesas» queremos designar as «danças populares portuguesas tradicionais», as quais englobam três categorias: as «danças folclóricas», as «danças populares propriamente ditas» e as «danças popularizadas».)

Procurar determinar e designar as mais arcaicas danças populares portuguesas é, obviamente, estultícia, até porque é impossível fazê-lo. Dado que a dança é uma actividade e uma função tão velhas como a própria Humanidade, poderemos dizer que na Península Ibérica se baila desde que nela surgem seres humanos, autóctones ou vindos de qualquer outra região da Terra.(...)”
Tomaz Ribas in "Danças Populares Portuguesas"

Saber mais sobre:
 
- Breves notas sobre as Danças Populares Portuguesas de hoje
 
- Elementos para uma Carta Coreográfica de Portugal
 
- Distribuição Regional das Danças Populares Portuguesas ainda em uso

Pessoas e "Gentes" das nossas terras...

Sem dúvida que as pessoas são uma das maiores riquezas que Portugal tem. Como indivíduo, com características pessoais únicas e irrepetíveis, ou como membro de um um grupo sócio-cultural e/ou económico, o Português é, nas palavras de Jorge Dias "... um misto de sonhador e de homem de acção, a que não falta certo fundo prático e realista. (...) é mais idealista, emotivo e imaginativo do que homem de reflexão. O Português é, sobretudo, profundamente humano, sensível, amoroso e bondoso, sem ser fraco. Não gosta de fazer sofrer e evita conflitos, mas, ferido no seu orgulho, pode ser violento e cruel." (in Os Elementos Fundamentais da Cultura Portuguesa)

Ao longo dos últimos quase 150 anos, muitos(as) têm dedicado as suas vidas à investigação, à recolha, à preservação e à divulgação da Cultura Popular Portuguesa, nas suas diversas vertentes.
 
Conheça a vida e a obra de algumas dessas Pessoas>>>
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