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75º Aniversário do Grupo Folclórico de Santa Marta de Portuzelo


Programa Comemorativo na cidade de Viana do Castelo

Sábado, 17 de Janeiro de 2015
Apresentação do Cartaz e Programa do Comemorações do 75º Aniversário para o Ano de 2015, no Museu do Traje.

Sábado, 21 de Fevereiro de 2015
Tertúlia: "Autenticidade no Trajar - Património a Defender” na Sede do Grupo Folclórico de Santa Marta de Portuzelo.

20 a 22 de Março de 2015
Exposição: "75 Anos de História" - Fotografia e Vídeo na Sede da Associação Cultural e Desportiva de Santa Marta de Portuzelo (Casa do Povo).

Abril de 2015
Mês Solidário: visita e apresentação em várias Instituições de âmbito Social do Concelho.

75º Aniversário do Grupo Folclórico de Santa Marta de Portuzelo:

Sábado, 30 de Maio de 2015

- Exposição dos Cartazes elaborados pelos Alunos das Escolas de Santa Marta de Portuzelo e Monserrate no âmbito do Concurso realizado na Antiga Escola Primária.

- Missa Campal no Centro Paroquial de Santa Marta de Portuzelo.

- Romagem ao Cemitério e Inauguração do "Monumento Memorial ao Componente Falecido".

- Festival Comemorativo dos 75 Anos no Souto de Santa Marta de Portuzelo.

Sábado, 20 de Junho de 2015
CicloPaper: Atividade a ser realizada por toda a Freguesia de Santa Marta de Portuzelo.

18 a 20 de Julho de 2015
Grupo Folclórico de Santa Marta de Portuzelo na participação 34ª Feira do Livro de Viana do Castelo.

6 a 9 de Agosto de 2015
Romaria de Santa Marta de Portuzelo 2015:

- Exposição integrada na Romaria "O Trajar da Nossa Terra" no Centro Paroquial de Santa Marta de Portuzelo.

- 59º Festival Internacional de Folclore 2015 no Campo de Jogos do Centro Paroquial de Santa Marta de Portuzelo.

Sábado, 5 de Setembro de 2015
Tertúlia: "O Folclore: Passado, Presente e Futuro" no Auditório da Biblioteca Municipal de Viana do Castelo.

Sábado, 3 de Outubro de 2015
" Desfolhada ao vivo " no Largo de São Domingos na cidade de Viana do Castelo.

Sábado, 21 de Novembro de 2015
Espetáculo Etnográfico no Teatro Municipal Sá de Miranda na cidade de Viana do Castelo.

Dezembro de 2015
Encerramento das Comemorações dos 75 Anos.

X Encontro de Folclore de Machico

O Grupo de Folclore de Machico irá realizar no próximo dia 31 de Agosto, Domingo, pelas 18h30, no Largo da Praça, o X Encontro de Folclore de Machico, como tem acontecido anteriormente, de dois em dois anos. O espetáculo contará com a presença dos grupos de folclore de Machico, da Galiza (Espanha), da Ilha da Terceira (Açores) e de Santa Maria da Feira (Portugal continental).

Este encontro realiza-se no dia da Festa do Senhor (Santíssimo Sacramento) na paróquia de Nossa Senhora da Conceição, Machico, que como em toda a ilha tem o tapete de flores como ponto alto, para receber a passagem da procissão e dos grupos participantes no encontro de folclore.
No Sábado, com os Fachos ou fogueiras que se acendem ao longo das encostas, tradição única e ainda hoje vivida, o vale abrilhanta-se com as mais variadas formas.

O Grupo de Folclore de Machico comemora no próximo mês de Outubro 32 anos de existência e conta com um rico palmarés em Actuações, das quais se destacam: Festivais regionais de folclore, Programas televisivos, Festas populares, Festas do turismo, digressão pelo norte e centro do país, Semana da Madeira em Lisboa, Festas de São João do Porto, Vários festivais nacionais e internacionais de Folclore, Intercâmbios com grupos do continente português e dos Açores e digressões a Canárias, Espanha, França, Bélgica, Alemanha e Itália.
Para comemorar os 25 anos, editou um CD-áudio intitulado “Bailinho de Machico” e o livro Grupo de Folclore de Machico, Retrospectiva dos 25 anos (1982-2007)”

Este encontro de folclore é apoiado pela Câmara Municipal de Machico, Junta de Freguesia de Machico, Secretaria Regional do Ambiente e Recursos Naturais e Casa do Povo de Machico, e conta com a colaboração dos grupos de folclore do Porto Santo, Ponta do Sol e Boa Nova.

Actividades em Agosto: Feiras, Festas, Romarias, Festivais de Folclore e outras


Entrámos no mês de Agosto, e o Portal do Folclore Português continua a divulgar inúmeras informações – que diariamente chegam ao nosso conhecimento - sobre diversos temas.

A exemplo de meses anteriores, vamos tentar sistematizar, de forma simples, e para que todos possam aceder aos assuntos que mais lhes interessam, esses mesmos temas:

1.- Festas e Romarias

As Festas e Romarias são um traço típico da cultura popular e tradicional do nosso povo. Estas manifestações, extremamente numerosas e variadas, acontecem um pouco por todo o país, e fazem parte das tradições e memórias de um povo que luta para manter actual a cultura secular que lhe confere uma identidade muito própria.  

As Romarias são festas em honra de um santo patrono, que incluem simultaneamente duas dimensões que, mais do que se oporem, se complementam: a dimensão religiosa, com os seus aspectos mais característicos: o cumprimento das promessas individuais ao santo, a missa com o sermão solene e a procissão, e a dimensão profana, para a qual contribuem a feira (de gado e não só), com as características barracas de venda de artigos variados, de “comes e bebes”, assim como as diversões, a música e os bailaricos.

2.- Feiras

Anualmente, todos os meses ou com outra periodicidade, realizam-se, de Norte a Sul de Portugal Continental e nas Regiões Autónomas dos Açores e da Madeira, inúmeras Feiras e outras iniciativas dedicadas a temas diversificados, com destaque para o Artesanato, a Gastronomia – onde se incluem os Festivais ou Semanas Gastronómicas, etc -, os Produtos Regionais e Locais (Fumeiro e Enchidos, Doçaria, Vinhos, Azeite, Mel, Cerejas, Castanhas, etc.), sem esquecer as Feiras Medievais ou as Feiras Históricas

Algumas das Feiras que se realizam no mês de Agosto.

3.- Festivais de Folclore

Os Festivais de Folclore, independentemente da designação formal que possam assumir (Encontros, Mostras, Galas, Certames, Festas, etc.), são, essencialmente, manifestações públicas de arte tradicional popular, onde os Grupos participantes têm oportunidade de mostrar a todos os presentes as danças, cantares e instrumentos musicais, os trajes e adereços, assim como os usos, costumes e tradições características das respectivas regiões.

Conheça alguns dos Festivais de Folclore, que se vão realizar neste mês de Agosto.

4.- Informe-se sobre algumas Datas comemorativas e Efemérides em Agosto.

5.- Conheça alguns Provérbios sobre o mês de Agosto.

6.- Saiba o que recomenda o Calendário Agrícola sobre o que pode ou deve fazer neste mês de Agosto, na horta, no pomar, no campo, no jardim, na vinha, na adega, com os animais...

7.- Feriados Municipais

Actualmente, Portugal é constituído por 308 concelhos. Cada sede de concelho, seja vila ou cidade, celebra, anualmente, uma festa, normalmente relacionada com uma data ou facto da respectiva história: é o Feriado Municipal.

Festas do concelho de Paredes de Coura 2014


Domingo - dia 3

22:00 - “O Mundo a Dançar” - Festival Internacional de Folclore (Org. FolkMonção)

Quarta-feira - dia 6 (Festa do Emigrante)

 21:30 - Atuação do Grupo de Cantigas” Ré Maior “- Mozelos

 23:00 - Atuação do Grupo Musical “ Kalhambeke”- Paredes de Coura (Largo Hintze Ribeiro)

Quinta-feira - dia 7

21:00 - Atuação do “Grupo folclórico da Casa do Minho do Rio de Janeiro- Brasil”

22:00 - Atuação do Grupo de Cantigas da ACRD de Padornelo (Largo Hintze Ribeiro)

 Sexta-feira  - dia 8

 08:45 - Salva de morteiros

 09:00 - Arruada pelos Grupos de Bombos e Zés P´reiras de Paredes de Coura:

• Figueiras na Rua - Rubiães

• Amigos da Música – Coura (São Martinho)

• Amigos da Farra - Padornelo

12:00 - Concentração dos Grupos de Bombos (Largo Visconde de Mozelos)

19:00 - Despedida dos Grupos de Bombos (Largo Visconde de Mozelos)

22:00 - Atuação do Grupo “Cantares do Campo”- Formariz (Largo Hintze Ribeiro)

22:30 - Atuação do Grupo Musical “Junior´s” (Largo 5 de Outubro)

Sábado - dia 9

08:45 - Salva de morteiros

09:00 - Entrada dos Grupos de Bombos e Zés P´reiras de Paredes de Coura:

• Figueiras na Rua - Rubiães

• Amigos da Música – Coura (São Martinho)

• Amigos da Farra - Padornelo

12:00 - Ribombar dos Grupos de Bombos (Largo Visconde de Mozelos)

14:30 - Entrada da Bandas de Música que atuarão no Largo Visconde de Mozelos até à 01:00

• Banda de Música 12 de Abril

• Banda de Música da Carregosa

16:00 - Cortejo Etnográfico

19:00 - Missa vespertina com sermão a Santo António (Igreja Matriz)

21:30 - Atuação das Bandas de Música

22:30 - Atuação do Grupo Musical “ Setor Público” (Largo 5 de Outubro)

00:30 - Despedida das Bandas de Música (Largo Visconde de Mozelos)

01:00 - Fogo-de-artifício
 

Domingo - dia 10 (FeriadoMunicipal)

Festas do Concelho em Celorico de Basto aguardam milhares de pessoas


Cartaz das Festas de São Tiago - Celorico de Basto
As festas do concelho em honra de S. Tiago iniciam em Celorico de Basto no dia 24 e terminam a 27 de julho. As festividades decorrem por vários pontos da Vila com destaque para o cortejo etnográfico.

As festividades começam na quinta-feira, véspera de feriado, com enfase para atuação do grupo “Clubedemusica.com” e convidados. No feriado, destaque para a missa em honra do padroeiro das Festas do Concelho, S. Tiago, que terá lugar na Capela de Nossa Senhora da Conceição. Neste dia a animação será permanente com uma aula de zumba, uma iniciativa designada de “Zumba Solidária”, as arruadas e despique de bombos, a atuação banda “Corre Amor e Para” e “Rapariga Eléctrica”. No sábado o destaque incidirá na banda “Os Azeitonas” e a banda “Rosinha”. Neste dia todos os presentes poderão assistir à majestosa sessão de fogo-de-artifício.

No domingo, o grande destaque incidirá no Cortejo Etnográfico, com centenas de participantes, de todas as freguesias do concelho, com os tradicionais carros meticulosamente decorados com os usos e costumes de cada terra. Neste dia, os amantes do desporto poderão participar na “Caminhada pelo Castelo”. É também destaque a “Merenda de S. Tiago” após o término do cortejo e no fim da noite, e para encerrar as festividades, destaque para o tradicional festival de folclore.

As festas do concelho contemplam atividades diversas que irão decorrer pelas ruas da vila de Celorico de Basto ao longo dos quatro dias de festividades. Como habitualmente destacamos o cortejo etnográfico como ponto alto pela participação ativa das gentes de todos os pontos do concelho que nos trazem usos e costumes que identificam esta região. Como é tradição contamos com centenas de participantes e milhares de pessoas a assistir”, destacou o presidente da Câmara Municipal de Celorico de Basto, Joaquim Mota e Silva.
Clique aqui para ver o cartaz em tamanho grande.

Festivais de Folclore, Feiras, Festas, Romarias, Feriados Municipais, Datas Comemorativas, Calendário Agrícola e Provérbios sobre o mês de Junho


Sobre este mês de Junho, “mêsdos Santos Populares”, o Portal do Folclore Português divulga inúmeras informações sobre diversos temas.

Vamos tentar sistematizar, de forma simples, e para que todos possam aceder aos assuntos que mais lhes interessam, esses mesmos temas:

1.- Festivais de Folclore
Os Festivais de Folclore, independentemente da designação formal que possam assumir (Encontros, Mostras, Galas, Certames, Festas, etc.), são, essencialmente, manifestações públicas de arte tradicional popular, onde os Grupos participantes têm oportunidade de mostrar a todos os presentes as danças, cantares e instrumentos musicais, os trajes e adereços, assim como os usos, costumes e tradições características das respectivas regiões.

Conheça alguns dos Festivais de Folclore, que se vão realizar neste mês de Junho!

2.- Feiras
Anualmente, todos os meses ou com outra periodicidade, realizam-se, de Norte a Sul de Portugal Continental e nas Regiões Autónomas dos Açores e da Madeira, inúmeras Feiras e outras iniciativas dedicadas a temas diversificados, com destaque para o Artesanato, a Gastronomia – onde se incluem os Festivais ou Semanas Gastronómicas, etc -, os Produtos Regionais e Locais (Fumeiro e Enchidos, Doçaria, Vinhos, Azeite, Mel, Cerejas, Castanhas, etc.), sem esquecer as Feiras Medievais ou as Feiras Históricas

Algumas das Feiras que se realizam no mês de Junho

3.- Festas e Romarias
As Festas e Romarias são um traço típico da cultura popular e tradicional do nosso povo. Estas manifestações, extremamente numerosas e variadas, acontecem um pouco por todo o país, e fazem parte das tradições e memórias de um povo que luta para manter actual a cultura secular que lhe confere uma identidade muito própria.  

As Romarias são festas em honra de um santo patrono, que incluem simultaneamente duas dimensões que, mais do que se oporem, se complementam: a dimensão religiosa, com os seus aspectos mais característicos: o cumprimento das promessas individuais ao santo, a missa com o sermão solene e a procissão, e a dimensão profana, para a qual contribuem a feira (de gado e não só), com as características barracas de venda de artigos variados, de “comes e bebes”, assim como as diversões, a música e os bailaricos.

4.- Feriados Municipais
Actualmente, Portugal é constituído por 308 concelhos, alguns mais antigos do que o próprio país. Cada sede de concelho, seja vila ou cidade, celebra, anualmente, uma festa, normalmente relacionada com uma data ou facto da respectiva história: é o Feriado Municipal.

5.- Datas comemorativas em Junho.

6.- Conheça alguns Provérbios sobre o mês de Junho.

7.- Saiba o que recomenda o Calendário Agrícola sobre o que pode ou deve fazer neste mês de Junho, na horta, no pomar, no campo, no jardim, na vinha, na adega, com os animais...

Festas e Romarias Populares em Portugal - Norte (Trás-os-Montes e Alto Douro)


Miguel Torga, no seu texto intitulado “Reino Maravilhoso”, e referindo-se a Camilo Castelo Branco (que viveu parte da sua adolescência nos concelhos de Vila Real e de Ribeira de pena), escreve o seguinte: «Que diz o senhor Varatojo!? O Camilo! O Camilo levou mas foi uma grande coça na Senhora da Azinheira, outra na Senhora da Saúde, outra na Senhora dos Remédios… Fazia-se fino!»

Também na região de Trás-os-Montes e Alto Douro (o tal “Reino Maravilhoso” de Miguel Torga) há muitas e famosas Festas e Romarias Populares.

É certo que cada um gosta mais (ou acha mais importante) esta ou aquela Romaria ou Festa Popular, pelo que as que vão ser aqui apresentadas são apenas algumas das que não nos podemos esquecer ao longo do ano:

- As Festas em honra de S. Sebastião
Todos os anos, no dia 20 de Janeiro, realizam-se, em diversas localidades dos concelhos de Boticas (por ex. em Alturas do Barroso, Cerdedo, Vila Grande – Dornelas e Viveiro - São Salvador do Viveiro) e de Montalegre, as Festas em honra de S. Sebastião, com características essencialmente comunitárias, onde há distribuição de comida (apenas de pão ou também de carne e mesmo arroz) e de vinho, em grandes mesas comuns.

- Festa dos Caretos
A Festa dos Caretos, no Domingo de Carnaval, em Podence (Macedo de Cavaleiros, é uma espécie de retoma da Festa dos Rapazes (que tem lugar por alturas do Natal), mas desta vez ligada aos rituais carnavalescos que assinalam o início dos constrangimentos da Quaresma, o fim do ciclo do Inverno e marcam o renascimento que a aproximação da Primavera representa para quem tira da terra o seu sustento.

- Romaria de Nossa Senhora dos Remédios
Esta é, efectivamente, uma romaria no sentido mais lato do termo. Realiza-se em Lamego, à volta do dia 8 de Setembro. Para além dos aspectos estritamente religiosos há todo um enquadramento lúdico materializado em jogos populares, bailes, comida e bebida. A «noitada», marcada por arraiais – uns mais organizados e outros mais espontâneos -, continua a atrair multidões. Este exaltar dos sentidos, que pode passar pelos excessos da comida, da bebida, do namoro ou da pancadaria, nem sempre foi muito bem visto pela hierarquia religiosa. De resto, desde o final do século passado [séc.XIX] até ao salazarismo houve um combate das autoridades eclesiásticas e policiais aos «excessos dos arraiais».

Festas e Romarias Populares em Portugal - Norte (Minho)


Tal como dissemos no post anterior, vamos aqui fazer breve referências a algumas das Festas e Romarias que se realizam no Norte de Portugal, mas concretamente na antiga Província do Minho.

No Minho, existem, em quase todos os concelhos, Festas e Romarias conhecidas um pouco por todo o país e algumas mesmo no estrangeiro. A “rainha” de todas elas é, sem dúvida, a Romaria da Senhora da Agonia, tendo o conde de Aurora afirmado, em 1929, que ela era «a Festa Nacional do Minho».

O culto da Senhora da Agonia, em Viana do Castelo, remonta ao século XVIII. A primeira referência escrita data de 1744, sendo de 1773 a tela votiva mais antiga. A capela onde está guardada a imagem domina o Campo da Agonia, coração dos festejos e local da realização da feira semanal (às Sextas-feiras).

Em Monção, na Praça de Deuladeu, e após a procissão do Corpo de Deus, realiza-se a Festa da Coca: trata-se de uma representação da luta do Bem (um cavaleiro cristão) contra o Mal (um monstro ou dragão – a Coca). «A assistência forma um círculo em torno do dragão e do cavaleiro. Este representa São Jorge. A batalha termina sempre com a vitória do santo que, num último assalto, corta uma das orelhas à Coca. Desconhece-se o que fez surgir esta tradição de que há memória desde o século XVI, e que não se repete em mais nenhuma localidade do país.

A Romaria de S. João d'Arga, é uma das mais típicas do calendário festivo do Alto Minho. A Serra d'Arga, em Caminha, nos dias 28 e 29 de Agosto, recebe milhares de romeiros, que, por tradição, vão pedir a S. João cura para quistos, verrugas, doenças de pele e infertilidade ou mesmo uma "ajudinha" para arranjarem casamento.

Festas e Romarias Populares em Portugal - Introdução


Estamos quase a chegar ao mês de Junho, também conhecido como o mês dos Santos Populares: «É Santo António / ou S. João / será S. Pedro / o de maior devoção?».

É o início de um período intenso de festas e romarias populares, embora estas se realizem, de norte a sul do país, sem esquecer as regiões autónomas dos Açores e da Madeira, ao longo de todo o ano. No entanto, é, efectivamente, no Verão que em maior número e as mais importantes festas e romarias populares se realizam.

As Festas e Romarias são um traço típico da cultura popular e tradicional do nosso povo. Estas manifestações, extremamente numerosas e variadas, acontecem um pouco por todo o país, e fazem parte das tradições e memórias de um povo que luta para manter actual a cultura secular que lhe confere uma identidade muito própria.

As Romarias são festas em honra de um santo patrono, que incluem simultaneamente duas dimensões que, mais do que se oporem, se complementam: a dimensão religiosa, com os seus aspectos mais característicos: o cumprimento das promessas individuais ao santo, a missa com o sermão solene e a procissão, e a dimensão profana, para a qual contribuem a feira (de gado e não só), com as características barracas de venda de artigos variados, de “comes e bebes”, assim como as diversões, a música e os bailaricos.

Joaquim Alves Ferreira, no seu Cancioneiro – Literatura Popular de Trás-os-Montes e alto Douro (obra de recolhas em 5 volumes) afirma que «As festas e romarias, tão caras à alma do nosso povo, crente e folgazão, têm uma função simultaneamente religiosa e social.

A elas afluem, de todas as partes por onde andam dispersos, os filhos da terra, para alimentar a fé que os liga à sua igreja e fortalecer as raízes que os ligam ao seu torrão natal.

Nelas se robustecem velhas amizades e se criam outras novas, embora, às vezes, se gerem também discórdias, porque o calor aperta e o vinho sobe à cabeça dos romeiros, o que felizmente se vai tornando cada vez mais raro.

Mês de JUNHO - Mês dos Santos Populares

«Feira dos Pucarinhos»
Vila Real - Início do séc.XX

«Quando chega o mês de Junho
Mês dos Santos Populares
Reina uma santa alegria
Traduzida em mil cantares!

É Santo António?
Ou São João?
Será São Pedro
O de maior devoção?»

O nome de Junho deriva do latim Junius, de Júnio Bruto, ou deve-se ao facto de ser consagrado a Juno, rainha dos deuses e mulher de Júpiter, na mitologia romana. Equivale à deusa grega Hera e, como ela, era protectora das virtudes femininas, para além da rainha do céu, protectora do Estado, ao mesmo nível de Júpiter e Minerva, com quem formava a Tríade Capitolina. (O Monte Capitolino era o mais ilustre das colinas de Roma, sobre o qual se erguia o Templo de Júpiter, rodeado de Juno e Minerva).

Se quiser saber mais sobre o mês de Junho, clique aqui, ou sobre qualquer outro mês, clique aqui.

Neste mês, entre muitas outras datas e efemérides, celebramos o Dia Mundial da Criança (dia 1), e os Santos Populares: Santo António a 13, São João a 24 e São Pedro a 29. É tempo das Marchas Populares, da sardinha assada, do manjerico, de saltar a fogueira e de muito mais!

Em Vila Real, realiza-se, nos dias 28 e 29, a tradicional «Feira dos Pucarinhos», à qual está intimamente ligado o Jogo do Panelo.

Durante este mês de Junho, sugerimos que fique a conhecer as Festas e Romarias, as Feiras (Artesanato, Gastronomia, etc., assim como as Feiras Históricas e Medievais), e os Festivais, Mostras ou Encontros de Folclore que, cada vez mais, se realizam por todo o país.

Diz o povo, na sua sabedoria construída e consolidada, ao logo dos anos, através da experiência do dia-a-dia, que “Sol de Junho amadura tudo.” Mas há outros provérbios que também se referem, com mais ou menos propriedade, ao mês de Junho. Quem estiver interessado, pode conhecer Provérbios, Adágios e Ditados Populares sobre outros meses e/ou sobre outros assuntos.

Consultado o Calendário Agrícola, ficamos a saber que durante o mês de Junho, na horta, devemos «Prosseguir com a preparação dos canteiros - regas, sachas, mondas, incorporação de estrumes, etc. Semear: alface, chicória, feijão, nabiças e rabanete. Plantar ou transplantar: alface, chicória, couve-galega. Colheita de: alface, batata, chicória, couves, espinafres, nabiças e rabanetes

Mas não esquecer que, para além dos trabalhos na horta, também há muito que fazer na vinha, no jardim, no pomar, no campo, na adega e com os animais.

Quem nasceu entre os dias 1 e 21 pertence ao signo Gémeos: “Os nativos deste signo são encantadores, imaginativos, prudentes, sagazes e alegres. As suas principais falhas são: bisbilhotice, dualidade, evasão e pessimismo”. Os que nasceram entre os dias 22 e 30 de Junho pertencem ao signo Caranguejo: “Os nativos deste signo são tenazes, afectuosos, sociais, económicos e amigos do lar. Suas principais falhas: timidez, possessão, gulosice e indolência". Há 100 anos havia diversas superstições e crendices acerca do mês de Junho e destes signos: Gémeos e Caranguejo.

Mês de Maio de 2011

Estamos no mês de Maio, cuja designação deriva do latim Marius, o 3º mês do ano do calendário romano de Rómulo, já então com 31 dias. Com a reforma de Numa Pompílio passou a 5º mês do ano com 30 dias, lugar que conservou até hoje. Júlio César restituiu-lhe o dia retirado.

No primeiro dia deste mês celebra-se o Dia Mundial do Trabalhador e, neste ano, também se celebrou, em Portugal, o Dia da Mãe (uma sugestão de leitura). Mas, ao longo deste mês, há muitas outras datas para celebrar e efemérides para recordar

Um dos usos e costumes deste mês tem a ver com o enfeitar as janelas e as portas das casas com as giestas floridas: é tempo dos Maios e as Maias

O Calendário Agrícola lembra-nos que durante o mês de Maio «Enxofram-se as roseiras, por causa do oídio, e mondam-se os botões para obter flores mais perfeitas. Combate-se o piolho das roseiras e doutras plantas de jardins, com insecticidas de contacto. Neste mês expõe-se ao ar livre as plantas guardadas em estufas e abrigos e semeia-se os cravos que hão-de ser transplantados em Setembro. Semeia-se ainda algumas plantas de jardins, como cinerárias, gotas de sangue, amarantus, begónias, canas floríferas, chagas, sóleos, couves frisadas, cravos, goivos, glicínias, gerânios, heliantos, malvaicos e as demais semeadas nos meses anteriores

Mas não esquecer que, para além dos trabalhos no jardim, também há muito que fazer na vinha, na horta, no pomar, no campo , na adega e com os animais.

Neste mês, sugerimos que fique a conhecer as Festas e Romarias, as Feiras (Artesanato, Gastronomia, etc., assim como as Feiras Históricas e Medievais), e os Festivais ou Encontros de Folclore que se realizam de Norte a Sul de Portugal e nas Regiões Autónomas dos Açores e da Madeira.

Diz o povo que “Maio couveiro não é vinhateiro.” Mas há outros provérbios que também se referem, com mais ou menos propriedade, a este mês. Quem estiver interessado, pode conhecer Provérbios, Rifões, Adágios e Ditados Populares sobre outros meses e/ou sobre outros assuntos.

Quem nasceu entre os dias 1 e 20 de Maio já pertence ao signo Touro: “Os nativos deste signo são inteligentes, voluntariosos, fiéis, generosos e enérgicos. As suas principais falhas são: vingativos, vaidosos, violentes e impiedosos”. Os que nasceram entre os dias 21 e 31 de Maio pertencem ao signo Gémeos. "Os nativos deste signo são encantadores, imaginativos, prudentes, sagazes e alegres. Suas principais falhas: bisbilhotice, dualidade, evasão e pessimis." Há 100 anos havia diversas superstições e crendices acerca do mês de Maio e destes signos: Touro e Gémeos.

Mês de Fevereiro de 2011

Terminou o mês de Janeiro e eis-nos entrados em Fevereiro, cujo provém do latim Februarius, mês da expiação e purificação. Expiação porque no dia 15, no calendário romano, havia a Februa, grande festa de purgação e expiação.

Nos dias 2 e 3 deste mês, em Vila Real, mais concretamente na Vila Velha (zona onde nasceu a cidade há mais de 700 anos…) celebra-se a Festa de S. Brás, com uma curiosa tradição: os rapazes estão obrigados a dar a "gancha" à rapariga que no dia 13 de Dezembro (Festa de Sta Luzia) lhe deu o “pito".

Para além desta, há outras Festas e Romarias de Norte a Sul de Portugal que, eventualmente, lhes interessa conhecer e, quem sabe, até participar nas actividades aí realizadas.

O Calendário Agrícola diz-nos que, durante o mês de Fevereiro, “Na vinha, se deve prosseguir com as fertilizações iniciadas no mês anterior. Reparar bardos, lateiros e ramadas, substituindo ou endireitando os esteios e esticando ou consertando os arames. Iniciar a enxertia, utilizando castas apropriadas, nos locais abrigados. Cortar as raízes que surjam por cima da soldadura do enxerto”. Para além dos trabalhos na vinha, também há muito que fazer no campo, na horta, no pomar, no jardim, na adega e com os animais.

Neste mês, tal como no anterior e nos seguintes, há diversas datas comemorativas e efemérides para celebrar.

Quem nasceu entre os dias 1 e 18 de Fevereiro pertence ao signo Aquário: “Os nativos deste signo são inteligentes, enérgicos, francos, leais e alegres. Suas principais falhas: egoísmo, tendência a opiniões dogmáticas e ódio por quem os iludir.” Já quem nasceu entre os dias 19 e 28 ou 29 de Fevereiro pertence ao singo Peixes: “Os nativos deste signo são simpáticos, bondosos, prestáveis, sinceros e despreocupados. Suas principais falhas: super sensibilidade, irritação, rabugice e indecisão.” Há 100 anos havia diversas superstições e crendices acerca do mês de Fevereiro e destes signos: Aquário e Peixes.

Diz o povo que “Ao Fevereiro e ao rapaz perdoa tudo o que faz, se o Fevereiro não for secalhão e o rapaz não for ladrão.” Mas há outros provérbios que também se referem, com mais ou menos propriedade, a este mês. Tal como há superstições e crendices relativas ao mês de Fevereiro.

Mês de Janeiro de 2011

Entrados no ano de 2011, não podemos deixar de referir que Janeiro é o primeiro mês desde que, no ano 153 antes de Cristo, os romanos decidiram que cada ano teria o seu início no dia 1 deste mês em homenagem a Jano, que os protegeu durante a guerra com os Celtiberos. Até então, o ano começava a 15 de Março e Janeiro era o 11º mês do ano, por vontade do 2º rei de Roma, Numa Pompílio.

Durante este mês, há inúmeras tradições e costumes populares que importa recordar, como, por exemplo: "Cantar os Reis" e "Cantar as Janeiras". Diversos cancioneiros populares e tradicionais a isso fazem referência.

No dia 20 de Janeiro celebra-se, de Norte a Sul do nosso país, o Mártir São Sebastião (protector contra a peste), Em algumas aldeias do concelho de Boticas (região de Barroso, no Norte do distrito de Vila Real) há, neste dia, algumas tradições que possuem características comunitárias muito próprias, com destaque para a Mezinha de São Sebastião.

Também em Sta Maria da Feira se celebra este mártir, com inúmeras actividades, sendo de destacar a Bênção das Fogaças e a Procissão.

Para além destas, há outras Festas e Romarias de Norte a Sul de Portugal que, eventualmente, lhes importa conhecer.

O Calendário Agrícola diz-nos que “Janeiro é o mês das lavouras da terra. Preparação de todas as culturas do Inverno e das terras para batatal (iniciando-se, onde for possível, a plantação da batata precoce).” Para além dos trabalhos no campo, também há muito que fazer na horta, no pomar, no jardim, na vinha, na adega e com os animais.

Neste mês há diversas datas comemorativas e efemérides para celebrar.

Quem nasceu neste mês, entre os dias 1 e 20, pertence ao signo Capricórnio: “Os nativos deste signo são sagazes, económicos, cautelosos, práticos e diplomatas. Suas principais falhas: ambição, rispidez, egoísmo e avareza.” Quem nasceu entre os dias 21 e 31 de Janeiro já pertence ao signo Aquário: “Os nativos deste signo são inteligentes, enérgicos, francos, leais e alegres. Suas principais falhas: egoísmo, tendência a opiniões dogmáticas e ódio por quem os iludir.” Há 100 anos havia diversas superstições e crendices acerca destes signos: Capricórnio e Aquário.

Diz o povo que “Em Janeiro, sobe ao outeiro. Se vires verdejar, põe-te a chorar; se vires terrear, põe-te a cantar.” Mas há outros provérbios que também se referem, com mais ou menos propriedade, a este mês. Tal como há superstições e crendices relativas ao mês de Janeiro.

Mês de Setembro de 2010

Vem aí o mês de Setembro e com ele o fim do Verão ... mas, também, o início das vindimas, que se realizam de Norte a Sul, em muitas das “regiões” de Portugal.

As vindimas são uma actividade agrícola de enorme importância, e constituem, particularmente na Região Demarcada do Douro, momentos festivos de grande valor etnográfico e turístico.

Em Setembro realizam-se as últimas grandes Festas e Romarias do ano (por ex: Senhora dos Remédios em Lamego, Senhora da Lapa – Sernancelhe, Sta Luzia – Fundão, etc.), que atraem milhares de romeiros - locais e forasteiros – a igrejas, capelas, santuários e ermidas, com enorme valor histórico, arquitectónico ou, meramente, simbólico.

Continuam a realizar-se, um pouco por todo o país, Feiras de Gastronomia, Artesanato, etc., para além das Feiras Históricas e Medievais.

Apesar de os Ranchos Folclóricos começarem a reduzir a respectiva actividade, ainda se realizam alguns Festivais ou Encontros de Folclore.

Mês de Agosto

Estamos em pleno mês de Agosto. As temperaturas continuam elevadas em todas as regiões de Portugal.

No calendário de Rómulo, em que não havia os meses de Janeiro nem Fevereiro e o ano começava em Março, era Agosto o 6º mês do ano. (Saber mais>>>)

De Norte a Sul de Portugal, este é o mês em que se realiza o maior número de Festivais ou Encontros de Folclore, onde os Grupos de Folclore mostram as danças e os cantares das respectivas regiões.

Também as Festas e Romarias, que se realizam, um pouco por todo o lado, expressam bem a religiosidade popular, enquanto que nas Feiras se continua a mostrar o que de melhor há na Gastronomia, no Artesanato, nos Produtos Regionais, etc., de cada localidade ou região.

As actividades agrícolas mantêm o ritmo próprio desta estação do ano, e sucedem-se a celebração de datas comemorativas e de efemérides.

Mês de Junho - Mês dos Santos Populares

Eis-nos chegados ao mês de Junho.

Neste mês, a Primavera dá lugar ao Verão: tempo de festejar os Santos Populares (Sto António, S. João Baptista - não confundir com S. João Evangelista- e S. Pedro), com Marchas, fogueiras e muitos outros folguedos e tradições populares.

«É Santo António
Ou S. João?
Será S. Pedro
O de maior reinação?»

Em Ponte de Lima, a não perder a tradição da “Vaca das Cordas” (dia 2 - 18h).
Muitos municípios celebram os respectivos feriados.

Em todas as regiões de Portugal, inúmeros Festivais ou Encontros de Folclore mantêm vivas as danças e os cantares tradicionais e regionais. Festas e Romarias expressam bem a religiosidade popular, enquanto que nas Feiras se mostram o que de melhor há em cada região ou localidade.

As actividades agrícolas entram noutro ritmo, e sucedem-se a celebração de datas comemorativas e de efemérides.
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