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Artigos de Opinião sobre Folclore e Etnografia

Artigos de opinião do Dr. Carlos Gomes, publicados no Portal do Folclore Português:

»» Porque os políticos desprezam o Folclore?
Uma vez mais, por ocasião da passagem de ano, a comunicação social vai mostrar-nos um grupo folclórico proveniente de uma região algures do país a cantar as janeiras ao Presidente da República e ao Primeiro-ministro e a serem recebidos com grande hospitalidade nas respectivas residências oficiais. Trata-se de um momento particularmente enternecedor porquanto ficamos plenamente persuadidos de que, ao receber em suas casas a gente simples que lhes bate à porta para... Ler mais>>>

»» Folclore: das Paradas Agrícolas aos Cortejos Etnográficos
Os cortejos etnográficos constituem um espectáculo geralmente muito apreciado do público, mesmo comparativamente às exibições de ranchos folclóricos, vulgarmente designadas por festivais. Em diversas localidades do país, eles integram as respectivas festividades, atraindo milhares de forasteiros e tornando-se, quase sempre, um dos momentos mais apreciados do público. São exemplo o cortejo nas Festas em Honra de Nossa Senhora da Agonia, em Viana do Castelo e nas Feiras Novas, em Ponte de Lima. Ler mais>>>

»» O Folclore virou mercadoria da sociedade de consumo
Mais do que uma forma de representação das nossas tradições populares, o folclore tem vindo cada vez mais a transformar-se numa mercadoria e a proporcionar o aparecimento de novas profissões a ele associadas, com especial incidência para as que se relacionam com a actividade dos ensaiadores, dos tocadores e dos próprios empresários do folclore, ou seja, aqueles que dirigem os respectivos grupos e fazem a gestão dos seus contratos. Ler mais>>>

»» As origens pagãs do Bolo-rei
À semelhança do que sucede com a generalidade dos costumes actuais, perde-se no tempo a verdadeira origem do bolo-rei, da mesma forma que também este apresenta formas e designações variadas consoante as culturas. Assim, em Inglaterra mantém-se a tradição de comer e efectuar corridas com panquecas por ocasião da Terça-feira Gorda. Tratam-se, na realidade, de festividades de origem pagã que se encontram ligadas a rituais de fertilidade que outrora se realizavam por ocasião do Entrudo e (...) Ler mais>>>

»» A Coroa do Advento
A Coroa do Advento constitui um dos símbolos da época do Natal a anunciar o nascimento do Messias. Nos domingos do Advento, considerado o primeiro tempo do Ano Litúrgico correspondendo às quatro semanas que antecedem o Natal, as quais surgem representadas nas quatro velas. A família reúne-se à sua volta para rezar e celebrar. Ler mais>>>

»» Etnografia e Artes Gráficas
Não existe praticamente festa ou romaria, feira tradicional ou festival folclórico que não tenha o seu próprio cartaz a anunciar o evento e a divulgar o respectivo programa. Desde os mais simples aos melhores elaborados do ponto de vista gráfico, todos revelam uma preocupação de natureza publicitária que consiste em dar a conhecer a iniciativa e garantir o seu êxito em termos de participação do público. Ler mais>>>

Artigos de opinião do Sr. Lino Mendes, publicados no Portal do Folclore Português:

»» Subsídios para «O cantar e o bailar das “saias” em Montargil
Com ou sem influência espanhola, sabe-se que as “saias” são uma moda de raiz alentejana - que no Alentejo, segundo Tomaz Ribas, se bailaria já no século X .Como se sabe que por força das migrações, e noutras formas, se fixou também noutras regiões. E em Montargil, como era? Ler mais>>>

»» O Natal de antigamente - Montargil
Estamos em MONTARGIL e o ano de 1930 está quase a chegar ao fim. Continua a apanha da azeitona, e com a ajuda de vacas e de bois tenta-se acabar a sementeira. Embelga-se e semeia-se aproveitando bem o tempo - já que é neste mês que existe o dia mais pequeno (em que acontecem os dias mais pequenos). Ler mais>>>

»» Gente de antigamente
Parece-me oportuno referir que os textos que, sem a devida sequência de temas, estou enviando para publicação no Portal do Folclore Português, estão entre os que, sendo fruto de 30 anos de pesquisa, integrarão o livro GENTE DE ANTIGAMENTE. Ler mais>>>

»» Montargil
Trata-se de uma “zona de transição”,que estando geograficamente inserida no Ribatejo, etnograficamente tem mais a ver com o Alto Alentejo. Eu atrevo-me até a chamar-lhe o ALENTEJO DA CHARNECA. Já o saudoso amigo Tomaz Ribas dizia, isto quanto ao Ribatejo, que Abrantes e Montargil tinham algo de muito diferente. Ler mais>>>

»» A Cortiça e a Machada de Montargil
Em apontamento anterior, referimos que de vários pontos do país aqui procuravam, pela sua qualidade de fabrico, as “machadas” para tirar cortiça. No entanto, e a exemplo de outras artes e ofícios, hoje apenas aqui existe uma loja de ferreiro e trabalhando em especial na construção civil. Ler mais>>>

»» A Arte de tirar cortiça
Para muitos, o “trabalho de campo”é uma actividade reservada aos de menor capacidade intelectual e inferir posição social, ignorando que nalgumas situações se trata mesmo de uma ciência - não o será, por exemplo, o “enxertar”? - e não raras vezes uma arte, como é o caso de “ retirar cortiça à mão”. Ler mais>>>

Mês de Novembro de 2010

Estamos no mês de Novembro, conhecido popularmente como o mês das Almas.

Em algumas localidades realizam-se Feiras e Festas conhecidas como Feira dos Santos, já que neste mês se celebra o Dia de Todos os Santos (1 de Novembro). Também se celebra o Dia de Fiéis Defuntos ou Dia de Finados.

Este mês ainda conserva o nome que lhe foi dado no primitivo calendário de Rómulo, onde era o nono (Novembro) do ano. Saber mais>>>

Apesar do aumento do frio e da pluviosidade, as actividades agrícolas continuam a realizar-se.

Conheça alguns provérbios sobre o mês de Novembro>>>, assim como algumas superstições>>> e datas comemorativas e efemérides>>>

Há 10 anos, o Portal do Folclore Português iniciou a sua actividade online. Sugerimos a leitura de um texto do Dr. Carlos Gomes sobre o 10º aniversário deste Portal: "Portal do Folclore - 10 anos ao serviço da Cultura Tradicional Portuguesa".

A Equipa do Portal do Folclore Português continua a divulgar no Blog “Etnografia em Imagens”, fotos e imagens diversas que reputamos de interesse. Se quiser colaborar, é só enviar-nos via email a(s) imagem(ns) e um texto alusivo à(s) mesma(s).

Este mês sugerimos a obra “As Tunas do Marão”, da autoria do Dr. José Alberto Sardinha, e editada pela Tradisom - Produções Culturais, Lda.

Aproveitamos para também sugerir que, como “prenda de anos” divulguem o Portal do Folclore Português junto dos vossos amigos e conhecidos. Será, também, uma forma de colaborarem com a promoção e divulgação da Cultura Tradicional Portuguesa.

Bom mês de Novembro para todos!

Actualizações de TEXTOS E OPINIÕES

Foram adicionados ao Portal do Folclore Português diversos textos que consideramos muito interessantes, enviados por Carlos Gomes e Lino Mendes:

»» A água e as fontes no imaginário popular
A cultura tradicional portuguesa está repleta de lendas de mouras encantadas que aparecem junto de fontes e poços, alusões a nascentes no cancioneiro popular, cantigas e adivinhas. Não raras as vezes, os locais de onde a água brota límpida são transformados em locais de culto invariavelmente associados a milagres e aparições de Nossa Senhora, como sucede no Calvário, em Vila Praia de Âncora.


»» Verdades que devem ser ditas
Estamos na época dos festejos locais e parece-me importante falar no assunto, e se deixamos bem claro que não nos referimos a ninguém em especial, é porque muitas são as situações que se enquadram no nosso lamento, que tem a ver com os “grupos de folclore” nas festas populares.


»» Ao sabor do pensamento…
Uma das facetas negativas que caracteriza o português (muitos pelo menos) é a facilidade com que calunia o próximo, de uma maneira geral atingindo os que singram na vida, quer no campo económico ou do prestígio social.


»» A Etnografia e as formas de reconstituição das tradições
Desde os começos do século XIX, a formação de ranchos folclóricos foi nas sociedades europeias e norte-americanas a forma preferida de representar as tradições de uma vivência social que desaparecia com o avanço da moderna sociedade industrial e o aumento da mobilidade das populações.


»» Cultura do Chícharo renasce em Alvaiázere
O chícharo é um legume seco muito apreciado pelas gentes das aldeias serranas das beiras onde os solos são áridos e pobres e a abundância de rochas calcárias torna-os menos férteis. Sem necessidade de grandes cuidados nem terra com muito amanho, esta leguminosa enfrenta a seca como o beirão resiste à vida árdua de uma lavoura cuja abundância pouco vai além de um punhado de chícharos.


»» Folclore de Olivença: entre o Alentejo e a Extremadura Espanhola
O concelho de Olivença é originariamente uma terra alentejana, com os seus usos e costumes característicos do Alto Alentejo, o seu modo de falar a Língua portuguesa com a pronúncia característica das gentes daquela região e o seu património histórico e artístico a atestar a sua secular portugalidade firmada desde o Tratado de Alcanizes.


»» A construção do Folclore na evolução do Homem
O homem, considerado na sua individualidade, representa uma espécie de microcosmos da Humanidade, portanto entendida esta como o seu próprio macrocosmo. Partindo deste princípio, concluiremos que entre as realidades inerentes às duas condições apenas se coloca uma questão de escala, a tornar os objectos apenas diferentes quanto à sua grandeza e dimensão.


»» Como era usado o lenço tabaqueiro?
Desde que o Homem sentiu a necessidade de se cobrir e agasalhar, começou a partir de folhagem e peles de animais por criar as peças de vestuário de que necessitava. Caso pretendêssemos recuar a esse tempo na reconstituição dos usos e costumes dos nossos ancestrais, esse seria certamente o primeiro traje que nos caberia reproduzir.


»» Faróis são sentinelas do mar
Desde tempos imemoriais, a luta pela sobrevivência levou o Homem a trocar a terra firme pelo ambiente hostil do mar, aventurando-se na imensidão desconhecida – o mar é tão rico em alimento como é em perigos!


»» Em Fátima: Casa-Museu de Aljustrel é um espaço etnográfico
Milhares de peregrinos de todo o mundo afluem todos os anos ao Santuário da Cova da Iria, em Fátima. Não raras as vezes, as estradas assemelham-se a carreiros de formigas laboriosas que rumam àquele local de culto e meditação.

»» A chaminé na arquitectura tradicional portuguesa
A chaminé constitui um dos elementos da arquitectura tradicional que, para além da sua funcionalidade, adquire consoante a região em que se insere características que respeitam às condições ambientais e ainda elementos decorativos de interesse etnográfico.

Últimas actualizações no Portal do Folclore Português - Artigos de Opinião

»» Península de Setúbal: o tesouro perdido
Entre a margem esquerda do rio Tejo e o estuário do rio Sado situa-se uma extensa península que é vulgarmente designada por Península de Setúbal. De acordo com os vestígios paleontológicos e evidências geológicas, há alguns milhões de anos, as águas do rio Tejo atravessavam aqueles campos para irem desaguar provavelmente na Lagoa de Albufeira...

»» Do Mocambo à Madragoa: a Lisboa de outras eras...
Desde há muito mencionada como “terra de muitas e variadas gentes”, Lisboa constituiu desde sempre um mosaico de culturas e tradições, sendo provavelmente a primeira cidade cosmopolita da Europa. Na sequência das viagens dos Descobrimentos, numerosos negros foram trazidos para Portugal, muitos dos quais para servir como criados nas casas fidalgas da capital.

»» A pesca da sardinha na costa portuguesa
No S. João, a sardinha pinga no pão” – diz o povo imbuído na sua sabedoria empírica. Com efeito, é por esta altura que a sardinha é mais gorda, devendo-se tal facto a circunstâncias de ordem climática e geofísica únicas na costa portuguesa que fazem desta espécie um exemplar único em toda a Península Ibérica.

»» Carrasqueira: o maior porto palafítico da Europa
Na margem esquerda do estuário do rio Sado, situa-se uma pequena e graciosa povoação piscatória que dá pelo nome de Carrasqueira e faz parte da freguesia da Comporta, no concelho de Alcácer do Sal. A poente situa-se a extensa Península de Tróia, ladeada por magníficas praias banhadas pelo Oceano Atlântico e a nascente, o estuário com os seus sapais e Cetóbriga com os seus tanques da salga do garum que os romanos nos deixaram.

Artigos de opinião de Carlos Gomes

»» O Traje Masculino do Alto Minho
Desde os primórdios da humanidade, a função primordial do vestuário consistiu em agasalhar. Porém, para além do conforto que proporcionava, o Homem sentiu ainda a necessidade de se cobrir e criar a sua intimidade, à semelhança de Adão e Eva ao tomarem a consciência da sua própria nudez.

»» A Indústria Chapeleira e o Traje Tradicional

A fotografia constitui uma das fontes documentais não apenas para quem estuda os acontecimentos da História contemporânea como também para quem procura com algum rigor conhecer os usos e costumes desde meados do século XIX, nomeadamente aspectos relacionados com o traje utilizado à época.

A Páscoa: das origens pagãs à actualidade

Na Páscoa, o Cristianismo celebra a morte e ressurreição de Jesus Cristo, o que faz desta festividade porventura a mais importante e de maior significado para os cristãos. Com efeito, é a crença na ressurreição de Jesus Cristo que distingue a fé cristã em relação a outras confissões religiosas. Foi apenas no século II que a Igreja Católica fixou a Páscoa no domingo, sem a menor referência à celebração judaica. Sucede que Jesus Cristo, segundo o calendário hebraico, terá morrido em 14 de Nissan, precisamente o início do Pessach ou seja, o mês religioso judaico que marca o início da Primavera. (Carlos Gomes)

Ler todo o artigo de opinião>>>

A opinião de Carlos Gomes sobre diversos temas

Quando em 1717 se iniciou a construção do Convento de Mafra, não se imaginava o impacto social e cultural que o mesmo viria a produzir mormente na região. Inicialmente pensado para ser erguido nos terrenos pertencentes aos marqueses de Ponte de Lima, então donatários da vila de Mafra, com vista a alojar uma dezena de frades da Ordem de S. Francisco da Província da Arrábida,...

»» Trafaria: uma terra piscatória em declínio
O estudo da geologia revela-nos que o rio Tejo corria mais a sul indo desaguar aproximadamente no local que actualmente se designa por Lagoa de Albufeira, perto de Sesimbra. Lentamente, foi alterando o seu percurso até formar um delta e, finalmente, formar a sua foz junto ao Bugio, a pouca distância de Lisboa.

»» Museu de Arte Popular vai ser reabilitado
Depois de ter estado prevista a extinção do Museu de Arte Popular e a sua substituição pelo Museu da Língua Portuguesa, eis que o actual governo corrige a sua estratégia e adopta uma medida mais sensata que vai no sentido da preservação de um espaço museológico que, para além de constituir um mostruário das nossas tradições, representa ainda do ponto de vista museológico uma concepção que marca uma época e, como tal, merecia ser preservado.

»» Na Freixianda, concelho de Ourém, venerava-se outrora Nossa Senhora da Purificação
A Freixianda, no concelho de Ourém, leva anualmente a efeito os tradicionais festejos em honra de Nossa Senhora das Candeias que se realizam invariavelmente em Fevereiro. Porém, em tempos idos, as suas gentes invocavam Nossa Senhora da Purificação, constituindo esta uma das formas como em Portugal se venera a Virgem Maria.

»» As origens da Contradança remontam ao século XIX
Desde a mais remota antiguidade, os povos estabelecem contacto entre si pelas mais variadas razões, desde a necessidade de estabelecerem trocas comerciais às contingências da guerra com que rivalizam, estabelecendo relações de dominação ou simplesmente a ancestral curiosidade de alguns que, com o decorrer dos séculos, viria a originar o turismo moderno.

»» Viana do Castelo foi terra de Salineiros
Não é apenas em Alcochete e na Figueira da Foz, Alcácer do Sal e Olhão que se explora o sal nas marinhas. Também outrora, na foz do rio Lima, se explorou o sal e, onde actualmente apenas se avistam os sapais, seguiam descalços os marnotos para proceder à sua recolha.

»» Requiem pelo Museu de Arte Popular
O Museu de Arte Popular encerrou as suas portas para dar lugar ao “Museu da Língua Portuguesa”. Ao contrário do que se verifica noutras capitais europeias, o povo português deixou de possuir em Lisboa um espaço museológico onde dava a conhecer as suas tradições mais genuínas, o seu artesanato e os seus trajes característicos, enfim os seus usos e costumes.

»» Cultura Avieira: um Património que urge preservar
As aldeias avieiras correm o risco de desaparecer a curto prazo se entretanto não forem tomadas medidas de salvaguarda etnográfica. Construídas inicialmente em madeira, o tijolo e o cimento têm vindo a tomar o seu lugar devido à sua precariedade ao ponto de ameaçarem a ruína.

»» Traje à Vianesa - ex-libris de Portugal
A Câmara Municipal de Viana do Castelo editou recentemente o livro “Um Traje da Nação. Traje à Vianesa”, da autoria de António Medeiros, Benjamim Pereira e João Alpuim Botelho.

»» Minifúndio do Minho garante sobrevivência aos Agricultores
Um responsável governamental no Distrito de Viana do Castelo, reportando-se ao panorama que caracteriza a propriedade rural no Alto Minho, veio há algum tempo defender em público o “enterro definitivo da cultura do minifúndio tão característica de outros tempos”, considerando-a alegadamente responsável pelo atraso socioeconómico da região.

»» A Magia do Carnaval
O termo Carnaval provém do latim "carpem levare" que significa "adeus carne" ou "retirar a carne" ou ainda estar associado a curru navalis que consistia num carro de rodas marítimo que saía para o mar e significava o retorno à pesca com a chegada da Primavera.

Textos e Opiniões

O Portal do Folclore Português tem um espaço dedicado à opinião de diversas individualidades relacionadas com o Folclore e a Etnografia de Portugal.

Uma delas é o Dr. Carlos Gomes, Licenciado em História, que há muito vem escrevendo sobre temas que interessam a todos quantos se preocupam com a Cultura Popular do nosso Povo.

Assim, sugerimos que façam uma visita a «A opinião de Carlos Gomes».

Se tiver algum texto escrito sobre algum tema relacionado a Cultura Popular Portuguesa em qualquer das suas vertentes ou facetas, pode enviá-lo para publicação nas páginas do Portal do Folclore Português.
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