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Romaria a Cavalo Moita – Viana do Alentejo


A Romaria a Cavalo Moita – Viana do Alentejo - grupo de cavaleiros
É já na próxima quarta-feira, dia 22 de Abril, pelas 9h00 que vai ter início mais uma edição da Romaria a Cavalo Moita – Viana do Alentejo. Os romeiros partem do Pavilhão Municipal de Exposições, na Moita, rumo à Igreja Paroquial da Moita e, após a bênção da imagem de Nossa Senhora da Boa Viagem, seguem para Viana do Alentejo.

A Romaria a Cavalo Moita – Viana do Alentejo é, sem dúvida, uma das maiores iniciativas equestres nacionais que, após um interregno de mais de 70 anos, voltou a realizar-se em 2001, recuperando a tradição dos lavradores da Moita, que se deslocavam com os seus animais ao Santuário de Nossa Senhora D’Aires, para pedir proteção e boas colheitas.

Como habitualmente, o percurso será feito pela antiga Canada Real, mais conhecida por Estrada dos Espanhóis. Os romeiros vão pernoitar nas localidades de Poceirão, Casebres e Alcáçovas, e a chegada a Viana do Alentejo, um dos pontos altos da romaria, deverá acontecer por volta das 17h30 do dia 25 de abril.

A XV edição da Romaria a Cavalo Moita – Viana do Alentejo é dinamizada por uma Comissão Organizadora (Associação dos Romeiros da Tradição Moitense, Associação Equestre de Viana do Alentejo e as Câmaras Municipais da Moita e de Viana do Alentejo) e conta também com o apoio das entidades regionais de turismo do Alentejo e de Lisboa e Vale do Tejo.

As inscrições para participar na Romaria a Cavalo Moita – Viana do Alentejo ainda podem ser efetuadas através da Divisão de Atividades Económicas da Câmara Municipal da Moita (Largo Dr. Joaquim Marques Elias, na Moita; telefone 210 816 910).

Acompanhe a Romaria a Cavalo Moita – Viana do Alentejo na página do facebook .

Desfolhada à Moda Antiga


Desfolhada à Moda Antiga - Paranhos - Porto
No próximo dia 20 de Setembro, às 21h30m, na Quinta de S. Romão (em frente à Igreja da Areosa), o Rancho Folclórico de Paranhos – Porto vai realizar a sua XIV Desfolhada à moda antiga.
Os objectivos principais para a realização desta iniciativa (desfolhada à moda antiga, como se fazia no trabalho agrícola de outros tempos) são: reavivar os usos e costumes dos nossos antepassados e cumprir com o propósito de manter uma tradição  de âmbito cultural que só dignifica a cultura dos nossos antepassados.
Da história reza que à noite, à luz das candeias, se faziam grandes desfolhadas, geralmente no alpendre da casa do lavrador, e embora possa parecer uma festa, é um trabalho duro e cansativo, tanto para os adultos, homens e mulheres, como para os jovens e as crianças que, por essas aldeias fora, que trabalham no campo, dançavam e cantavam ao som da concertina mas só se ia a convite dos lavradores. Então as pessoas partiam de casa, todos em conjunto, a cantar, chegavam à eira, sentavam-se e convidavam a cantar, cantavam-se cânticos de improviso, e só na última desfolhada, se servia a merenda.
Apesar do cansaço as desfolhadas eram sempre motivos de grandes satisfações e alegrias, sendo fundamental o aparecimento das espigas de milho rei para manter o entusiasmo de todos É que o feliz achador tinha a obrigação de gritar bem alto: - Milho rei! - e o direito de dar uma volta a todos os trabalhadores, distribuindo abraços. Antigamente, esta era uma oportunidade única para se aproximar fisicamente das raparigas, das namoradas e até das noivas porque, na época, as convenções sociais eram muitas e a vigilância por parte dos pais era muito apertada.
Estas tradições irão ser  "vividas" novamente e a festa não termina sem que assistam às danças e cantares do rancho organizador e, de seguida,  o espaço será transformado num arraial maiato.

http://www.folclore-online.com/cartazes_iniciativas/2014/desfolhada-a-moda-antiga-paranhos-porto.html#.VArgwkldbIU

Desfolhada Tradicional Minhota em Vila Nova de Cerveira


Desfolhada Tradicional Minhota em Vila Nova de Cerveira
Recuperar usos e costumes do concelho e proporcionar um serão de convívio à moda antiga são dois dos principais objectivos para mais esta iniciativa: Desfolhada Tradicional Minhota, em Vila Nova de Cerveira.

Um Terreiro transforma-se numa autêntica eira comunitária ao recriar, no próximo sábado, 06 de setembro, a partir das 21h30 uma Desfolhada Tradicional Minhota, que pretende envolver toda a comunidade.

Num ambiente rural e acolhedor, o centro histórico da Vila das Artes viaja a um passado não muito remoto, com as gentes da terra a recriar uma eira comunitária, num esforço de preservação da identidade cultural e etnográfica do concelho.

Toda a população está convidada não só a assistir, mas a participar ativamente, exibindo no vestuário um elemento decorativo associado à Desfolhada Tradicional. Outro objetivo é envolver residentes e turistas na vivência de uma tradição antiga, que se vai perdendo ao longo dos tempos.

Um carro de bois carregado e ornamentado vai desfilar pelas principais artérias do centro histórico cerveirense até se instalar em pleno Terreiro, dando início a uma desfolhada tradicional, momento em que se soltam os cantares e sons tradicionais, as estórias e as lendas. Não faltarão os bardeiros e as medas para conferir a maior autenticidade a esta iniciativa.

Contam os mais antigos que a desfolhada era um momento muito aguardado pelas populações, em especial pelos jovens, que alimentavam a esperança de encontrar o milho-rei para poder beijar o rapaz ou a rapariga por quem nutria um sentimento especial. O trabalho transformava-se numa verdadeira festa minhota.

O convívio subjacente a esta recriação integra ainda a gastronomia típica, nomeadamente a broa e o chouriço da região, acompanhados do bom vinho verde, e que contribuem para que esta Desfolhada Minhota de Vila Nova de Cerveira seja uma referência no seio das manifestações etnográficas do Alto Minho.

Numa organização da Comissão de Festas de Nossa Senhora da Ajuda, a Desfolhada Tradicional Minhota conta com o apoio da Câmara Municipal, e parceria dos grupos de folclore do concelho, concertinas e cantares ao desafio.

Mês de Maio de 2011

Estamos no mês de Maio, cuja designação deriva do latim Marius, o 3º mês do ano do calendário romano de Rómulo, já então com 31 dias. Com a reforma de Numa Pompílio passou a 5º mês do ano com 30 dias, lugar que conservou até hoje. Júlio César restituiu-lhe o dia retirado.

No primeiro dia deste mês celebra-se o Dia Mundial do Trabalhador e, neste ano, também se celebrou, em Portugal, o Dia da Mãe (uma sugestão de leitura). Mas, ao longo deste mês, há muitas outras datas para celebrar e efemérides para recordar

Um dos usos e costumes deste mês tem a ver com o enfeitar as janelas e as portas das casas com as giestas floridas: é tempo dos Maios e as Maias

O Calendário Agrícola lembra-nos que durante o mês de Maio «Enxofram-se as roseiras, por causa do oídio, e mondam-se os botões para obter flores mais perfeitas. Combate-se o piolho das roseiras e doutras plantas de jardins, com insecticidas de contacto. Neste mês expõe-se ao ar livre as plantas guardadas em estufas e abrigos e semeia-se os cravos que hão-de ser transplantados em Setembro. Semeia-se ainda algumas plantas de jardins, como cinerárias, gotas de sangue, amarantus, begónias, canas floríferas, chagas, sóleos, couves frisadas, cravos, goivos, glicínias, gerânios, heliantos, malvaicos e as demais semeadas nos meses anteriores

Mas não esquecer que, para além dos trabalhos no jardim, também há muito que fazer na vinha, na horta, no pomar, no campo , na adega e com os animais.

Neste mês, sugerimos que fique a conhecer as Festas e Romarias, as Feiras (Artesanato, Gastronomia, etc., assim como as Feiras Históricas e Medievais), e os Festivais ou Encontros de Folclore que se realizam de Norte a Sul de Portugal e nas Regiões Autónomas dos Açores e da Madeira.

Diz o povo que “Maio couveiro não é vinhateiro.” Mas há outros provérbios que também se referem, com mais ou menos propriedade, a este mês. Quem estiver interessado, pode conhecer Provérbios, Rifões, Adágios e Ditados Populares sobre outros meses e/ou sobre outros assuntos.

Quem nasceu entre os dias 1 e 20 de Maio já pertence ao signo Touro: “Os nativos deste signo são inteligentes, voluntariosos, fiéis, generosos e enérgicos. As suas principais falhas são: vingativos, vaidosos, violentes e impiedosos”. Os que nasceram entre os dias 21 e 31 de Maio pertencem ao signo Gémeos. "Os nativos deste signo são encantadores, imaginativos, prudentes, sagazes e alegres. Suas principais falhas: bisbilhotice, dualidade, evasão e pessimis." Há 100 anos havia diversas superstições e crendices acerca do mês de Maio e destes signos: Touro e Gémeos.

Mês de Março de 2011

O nome do mês de Março teve origem no latino Martius. Foi consagrado por Rómulo a Marte (de quem aquele se intitulava filho), deus da guerra, pois entendia-se que era uma boa época para começar as guerras. Antes de cada expedição o general entrava no Templo de Marte, e diante dos escudos e das lanças, pronunciava esta invocação: “Vigia por nós, ó Marte!”. Se quiser saber mais acerca deste mês>>>

Este ano, Março é o mês do Entrudo! De Norte a Sul de Portugal, passando pela Madeira e Açores, o Entrudo continua a festejar-se de modo tradicional…

Passado o Entrudo, entramos na Quaresma (quarenta dias de preparação para a Páscoa…) e é durante este período de tempo que muitos usos, costumes e tradições ancestrais são vivenciados em diversas localidades do nosso país, caracterizando, de forma exemplar, a religiosidade popular que os nossos antepassados nos legaram.

O Calendário Agrícola lembra-nos que, durante o mês de Março, devemos “Continuar os trabalhos iniciados em Fevereiro, nomeadamente os respeitantes a adubações, correcções, lavras e cavas, preparando-se os terrenos para as sementeiras e plantações para o presente mês e seguinte. De preferência regar pela manhã, caso se verifique falta de água por escassez de chuvas, os talhões onde se efectuaram as sementeiras.” Não esquecer que, para além dos trabalhos na vinha, também há muito que fazer no campo, na horta, no pomar, no jardim, na adega e com os animais.

Não nos podemos esquecer que no mês de Março, vamos celebrar, a 19, o Dia de S. José/Dia do Pai, e que a 21, primeiro dia da Primavera, vamos celebrar o Dia da Árvore e da Floresta.

No dia 17 de Março de 1756, o Papa Bento XIV canonizou a Princesa Joana, actual padroeira da cidade de Aveiro.

Mas neste mês, há outras datas comemorativas e efemérides para celebrar.

Quem nasceu entre os dias 1 e 20 de Março pertence ao signo Peixes: “Os nativos deste signo são simpáticos, bondosos, prestáveis, sinceros e despreocupados. Suas principais falhas: super sensibilidade, irritação, rabugice e indecisão.” Já quem nasceu entre os dias 21 e 31 de Março está sob o signo Carneiro: “Os nativos deste signo são prudentes, activos, dedicados, entusiastas e persistentes. As suas principais falhas são: exagerados, vingativos, irritadiços e constantes.” Há 100 anos havia diversas superstições e crendices acerca do mês de Março e destes signos: Peixes e Carneiro.

Diz o povo que “Março liga a noite com o dia, o Manel com a Maria, o pão com o mato e a erva com o sargaço.” Mas há outros provérbios que também se referem, com mais ou menos propriedade, a este mês. Quem estiver interessado, pode conhecer Provérbios sobre outros meses e/ou sobre outros assuntos.

Bom mês de Março para todos(as)!

Mês de Fevereiro de 2011

Terminou o mês de Janeiro e eis-nos entrados em Fevereiro, cujo provém do latim Februarius, mês da expiação e purificação. Expiação porque no dia 15, no calendário romano, havia a Februa, grande festa de purgação e expiação.

Nos dias 2 e 3 deste mês, em Vila Real, mais concretamente na Vila Velha (zona onde nasceu a cidade há mais de 700 anos…) celebra-se a Festa de S. Brás, com uma curiosa tradição: os rapazes estão obrigados a dar a "gancha" à rapariga que no dia 13 de Dezembro (Festa de Sta Luzia) lhe deu o “pito".

Para além desta, há outras Festas e Romarias de Norte a Sul de Portugal que, eventualmente, lhes interessa conhecer e, quem sabe, até participar nas actividades aí realizadas.

O Calendário Agrícola diz-nos que, durante o mês de Fevereiro, “Na vinha, se deve prosseguir com as fertilizações iniciadas no mês anterior. Reparar bardos, lateiros e ramadas, substituindo ou endireitando os esteios e esticando ou consertando os arames. Iniciar a enxertia, utilizando castas apropriadas, nos locais abrigados. Cortar as raízes que surjam por cima da soldadura do enxerto”. Para além dos trabalhos na vinha, também há muito que fazer no campo, na horta, no pomar, no jardim, na adega e com os animais.

Neste mês, tal como no anterior e nos seguintes, há diversas datas comemorativas e efemérides para celebrar.

Quem nasceu entre os dias 1 e 18 de Fevereiro pertence ao signo Aquário: “Os nativos deste signo são inteligentes, enérgicos, francos, leais e alegres. Suas principais falhas: egoísmo, tendência a opiniões dogmáticas e ódio por quem os iludir.” Já quem nasceu entre os dias 19 e 28 ou 29 de Fevereiro pertence ao singo Peixes: “Os nativos deste signo são simpáticos, bondosos, prestáveis, sinceros e despreocupados. Suas principais falhas: super sensibilidade, irritação, rabugice e indecisão.” Há 100 anos havia diversas superstições e crendices acerca do mês de Fevereiro e destes signos: Aquário e Peixes.

Diz o povo que “Ao Fevereiro e ao rapaz perdoa tudo o que faz, se o Fevereiro não for secalhão e o rapaz não for ladrão.” Mas há outros provérbios que também se referem, com mais ou menos propriedade, a este mês. Tal como há superstições e crendices relativas ao mês de Fevereiro.

Artigos de Opinião sobre Folclore e Etnografia

Artigos de opinião do Dr. Carlos Gomes, publicados no Portal do Folclore Português:

»» Porque os políticos desprezam o Folclore?
Uma vez mais, por ocasião da passagem de ano, a comunicação social vai mostrar-nos um grupo folclórico proveniente de uma região algures do país a cantar as janeiras ao Presidente da República e ao Primeiro-ministro e a serem recebidos com grande hospitalidade nas respectivas residências oficiais. Trata-se de um momento particularmente enternecedor porquanto ficamos plenamente persuadidos de que, ao receber em suas casas a gente simples que lhes bate à porta para... Ler mais>>>

»» Folclore: das Paradas Agrícolas aos Cortejos Etnográficos
Os cortejos etnográficos constituem um espectáculo geralmente muito apreciado do público, mesmo comparativamente às exibições de ranchos folclóricos, vulgarmente designadas por festivais. Em diversas localidades do país, eles integram as respectivas festividades, atraindo milhares de forasteiros e tornando-se, quase sempre, um dos momentos mais apreciados do público. São exemplo o cortejo nas Festas em Honra de Nossa Senhora da Agonia, em Viana do Castelo e nas Feiras Novas, em Ponte de Lima. Ler mais>>>

»» O Folclore virou mercadoria da sociedade de consumo
Mais do que uma forma de representação das nossas tradições populares, o folclore tem vindo cada vez mais a transformar-se numa mercadoria e a proporcionar o aparecimento de novas profissões a ele associadas, com especial incidência para as que se relacionam com a actividade dos ensaiadores, dos tocadores e dos próprios empresários do folclore, ou seja, aqueles que dirigem os respectivos grupos e fazem a gestão dos seus contratos. Ler mais>>>

»» As origens pagãs do Bolo-rei
À semelhança do que sucede com a generalidade dos costumes actuais, perde-se no tempo a verdadeira origem do bolo-rei, da mesma forma que também este apresenta formas e designações variadas consoante as culturas. Assim, em Inglaterra mantém-se a tradição de comer e efectuar corridas com panquecas por ocasião da Terça-feira Gorda. Tratam-se, na realidade, de festividades de origem pagã que se encontram ligadas a rituais de fertilidade que outrora se realizavam por ocasião do Entrudo e (...) Ler mais>>>

»» A Coroa do Advento
A Coroa do Advento constitui um dos símbolos da época do Natal a anunciar o nascimento do Messias. Nos domingos do Advento, considerado o primeiro tempo do Ano Litúrgico correspondendo às quatro semanas que antecedem o Natal, as quais surgem representadas nas quatro velas. A família reúne-se à sua volta para rezar e celebrar. Ler mais>>>

»» Etnografia e Artes Gráficas
Não existe praticamente festa ou romaria, feira tradicional ou festival folclórico que não tenha o seu próprio cartaz a anunciar o evento e a divulgar o respectivo programa. Desde os mais simples aos melhores elaborados do ponto de vista gráfico, todos revelam uma preocupação de natureza publicitária que consiste em dar a conhecer a iniciativa e garantir o seu êxito em termos de participação do público. Ler mais>>>

Artigos de opinião do Sr. Lino Mendes, publicados no Portal do Folclore Português:

»» Subsídios para «O cantar e o bailar das “saias” em Montargil
Com ou sem influência espanhola, sabe-se que as “saias” são uma moda de raiz alentejana - que no Alentejo, segundo Tomaz Ribas, se bailaria já no século X .Como se sabe que por força das migrações, e noutras formas, se fixou também noutras regiões. E em Montargil, como era? Ler mais>>>

»» O Natal de antigamente - Montargil
Estamos em MONTARGIL e o ano de 1930 está quase a chegar ao fim. Continua a apanha da azeitona, e com a ajuda de vacas e de bois tenta-se acabar a sementeira. Embelga-se e semeia-se aproveitando bem o tempo - já que é neste mês que existe o dia mais pequeno (em que acontecem os dias mais pequenos). Ler mais>>>

»» Gente de antigamente
Parece-me oportuno referir que os textos que, sem a devida sequência de temas, estou enviando para publicação no Portal do Folclore Português, estão entre os que, sendo fruto de 30 anos de pesquisa, integrarão o livro GENTE DE ANTIGAMENTE. Ler mais>>>

»» Montargil
Trata-se de uma “zona de transição”,que estando geograficamente inserida no Ribatejo, etnograficamente tem mais a ver com o Alto Alentejo. Eu atrevo-me até a chamar-lhe o ALENTEJO DA CHARNECA. Já o saudoso amigo Tomaz Ribas dizia, isto quanto ao Ribatejo, que Abrantes e Montargil tinham algo de muito diferente. Ler mais>>>

»» A Cortiça e a Machada de Montargil
Em apontamento anterior, referimos que de vários pontos do país aqui procuravam, pela sua qualidade de fabrico, as “machadas” para tirar cortiça. No entanto, e a exemplo de outras artes e ofícios, hoje apenas aqui existe uma loja de ferreiro e trabalhando em especial na construção civil. Ler mais>>>

»» A Arte de tirar cortiça
Para muitos, o “trabalho de campo”é uma actividade reservada aos de menor capacidade intelectual e inferir posição social, ignorando que nalgumas situações se trata mesmo de uma ciência - não o será, por exemplo, o “enxertar”? - e não raras vezes uma arte, como é o caso de “ retirar cortiça à mão”. Ler mais>>>

Mês de Dezembro de 2010

Neste mês de Dezembro não podemos deixar de recordar algumas datas, como o Dia da Restauração da Independência, o dia da Imaculada Conceição, o Dia Mundial de Luta Contra a Sida, entre outras, assim como as festas em honra de Sta Luzia (13 de Dezembro - Ermida e Vila Nova: aldeias do concelho de Vila Real) e a sua estreita ligação com os “Pitos”, vagamente relacionado com a doçaria característica do Convento de Sta Clara, situado em Vila Real, da cidade fundada por D. Dinis (forais em 1289 e 1293, embora D. Afonso III já lhe tenha dado foram em 1272) e também conhecida como “Princesa do Corgo”.

As Festas Natalícias, com seus usos e costumes, são uma realidade que também não podemos esquecer.

O nome deste mês deriva do facto de ter sido no primitivo calendário de Rómulo o décimo mês do ano. Saber mais>>>

As actividades agrícolas não deixam de se realizar, apesar de já terem aparecido os primeiros nevões no Norte e Centro do interior do país.

Conheça alguns provérbios sobre o mês de Dezembro, algumas superstições e crendices, assim como datas comemorativas e efemérides relacionadas com este último mês do ano.

Este mês sugerimos a obra “Tradições Musicais da Estremadura”, da autoria do Dr. José Alberto Sardinha, e editada pela Tradisom - Produções Culturais, Lda.

Continuamos a sugerir que, como “prenda de anos” (o nosso 10º aniversário celebrou-se no dia 1 do passado mês de Novembro) divulguem o Portal do Folclore Português junto dos vossos amigos e conhecidos. Será, também, uma forma de colaborarem com a promoção e divulgação da Cultura Tradicional Portuguesa.

Bom mês de Dezembro para todos!

Mês de Novembro de 2010

Estamos no mês de Novembro, conhecido popularmente como o mês das Almas.

Em algumas localidades realizam-se Feiras e Festas conhecidas como Feira dos Santos, já que neste mês se celebra o Dia de Todos os Santos (1 de Novembro). Também se celebra o Dia de Fiéis Defuntos ou Dia de Finados.

Este mês ainda conserva o nome que lhe foi dado no primitivo calendário de Rómulo, onde era o nono (Novembro) do ano. Saber mais>>>

Apesar do aumento do frio e da pluviosidade, as actividades agrícolas continuam a realizar-se.

Conheça alguns provérbios sobre o mês de Novembro>>>, assim como algumas superstições>>> e datas comemorativas e efemérides>>>

Há 10 anos, o Portal do Folclore Português iniciou a sua actividade online. Sugerimos a leitura de um texto do Dr. Carlos Gomes sobre o 10º aniversário deste Portal: "Portal do Folclore - 10 anos ao serviço da Cultura Tradicional Portuguesa".

A Equipa do Portal do Folclore Português continua a divulgar no Blog “Etnografia em Imagens”, fotos e imagens diversas que reputamos de interesse. Se quiser colaborar, é só enviar-nos via email a(s) imagem(ns) e um texto alusivo à(s) mesma(s).

Este mês sugerimos a obra “As Tunas do Marão”, da autoria do Dr. José Alberto Sardinha, e editada pela Tradisom - Produções Culturais, Lda.

Aproveitamos para também sugerir que, como “prenda de anos” divulguem o Portal do Folclore Português junto dos vossos amigos e conhecidos. Será, também, uma forma de colaborarem com a promoção e divulgação da Cultura Tradicional Portuguesa.

Bom mês de Novembro para todos!

Mês de Outubro de 2010

Já entrámos no mês de Outubro. Aos poucos, o Outono, com o frio, o vento e as chuvas, vai-se instalando no nosso país. Nas regiões vitivinícolas do nosso país, terminam as vindimas e começa a ser feito o vinho.

A propósito, no Portal do Folclore Português foram divulgados os Mandamentos do Vinho, como eram conhecidos há décadas atrás nas freguesias de Baçal (concelho de Bragança) e de Lousa (concelho de Torre de Moncorvo).

O mês de Outubro, era, no calendário de Rómulo, o 8º, e daí provém o nome que ainda hoje conserva. (saber mais>>>)

As actividades agrícolas continuam a realizar-se, agora com outro ritmo, num respeito pelas exigências próprias da natureza.

Apesar de já serem muito menos do que as realizadas nos meses de Verão, neste mês ainda se realizam algumas Feiras, assim como Festas e Romarias.

Durante este mês, decorrem as inscrições para os Cursos de Instrumentos Musicais (2ª fase), promovidos pela Fundação INATEL, e que se vão realizar em Lisboa, entre os meses de Novembro de 2010 e Fevereiro de 2011.

Quando se muito se fala em regionalização, sugerimos a leitura de um artigo de opinião do Dr. Carlos Gomes sobre “Os desafios do Regionalismo no século XXI”.

É tempo de os Grupos de Folclore começarem a preparar os Encontros e Festivais de Folclore do próximo ano e outras actividades a desenvolver a partir de agora.

A Equipa do Portal do Folclore Português continua a divulgar no Blog “Etnografia em Imagens”, fotos e imagens diversas que reputamos de interesse. Se quiser colaborar, é só enviar-nos via email a(s) imagem(ns) e um texto alusivo à(s) mesma(s).

Este mês sugerimos a obra “A origem do Fado”, da autoria do Dr. José Alberto Sardinha, e editada pela Tradisom - Produções Culturais, Lda.

Bom mês de Outubro para todos!

Mês de Setembro de 2010

Vem aí o mês de Setembro e com ele o fim do Verão ... mas, também, o início das vindimas, que se realizam de Norte a Sul, em muitas das “regiões” de Portugal.

As vindimas são uma actividade agrícola de enorme importância, e constituem, particularmente na Região Demarcada do Douro, momentos festivos de grande valor etnográfico e turístico.

Em Setembro realizam-se as últimas grandes Festas e Romarias do ano (por ex: Senhora dos Remédios em Lamego, Senhora da Lapa – Sernancelhe, Sta Luzia – Fundão, etc.), que atraem milhares de romeiros - locais e forasteiros – a igrejas, capelas, santuários e ermidas, com enorme valor histórico, arquitectónico ou, meramente, simbólico.

Continuam a realizar-se, um pouco por todo o país, Feiras de Gastronomia, Artesanato, etc., para além das Feiras Históricas e Medievais.

Apesar de os Ranchos Folclóricos começarem a reduzir a respectiva actividade, ainda se realizam alguns Festivais ou Encontros de Folclore.

Mês de Junho - Mês dos Santos Populares

Eis-nos chegados ao mês de Junho.

Neste mês, a Primavera dá lugar ao Verão: tempo de festejar os Santos Populares (Sto António, S. João Baptista - não confundir com S. João Evangelista- e S. Pedro), com Marchas, fogueiras e muitos outros folguedos e tradições populares.

«É Santo António
Ou S. João?
Será S. Pedro
O de maior reinação?»

Em Ponte de Lima, a não perder a tradição da “Vaca das Cordas” (dia 2 - 18h).
Muitos municípios celebram os respectivos feriados.

Em todas as regiões de Portugal, inúmeros Festivais ou Encontros de Folclore mantêm vivas as danças e os cantares tradicionais e regionais. Festas e Romarias expressam bem a religiosidade popular, enquanto que nas Feiras se mostram o que de melhor há em cada região ou localidade.

As actividades agrícolas entram noutro ritmo, e sucedem-se a celebração de datas comemorativas e de efemérides.

A cultura do tabaco no concelho de Vila Real - Achegas para a sua história

« Quando em 1907 a Imprensa Moderna, numa das suas edições de postais ilustrados, publica duas imagens relativas à cultura do tabaco no concelho de Vila Real, mas não está do que a divulgar a importância que a mesma representa no contexto da produção nos 12 concelhos da Região Vinhateira do Douro devastados pela filoxera e autorizados por disposições legislativas de 1884 a receber esta cultura.»

Ler o texto na íntegra>>>
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